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Técnicas de Growth Hacking: os 5 passos de uma estratégia eficaz

Nós já falamos sobre o que é Growth Hacking aqui no blog e hoje vamos falar de técnicas de Growth Hacking eficazes que você pode aplicar no seus processos de negócio.

Está interessado no artigo mas não tem tempo para ler? Aperte o play acima e ouça a versão em áudio!

Não é segredo que os empreendedores de hoje pretendem obter um bom lucro e reinvesti-lo em suas startups para um crescimento de longo prazo.

O que é importante para as iniciativas mais empreendedoras é o crescimento constante e formas engenhosas de adquirir usuários sem “quebrar o banco”.

Ao mesmo tempo, as principais técnicas de Growth Hacking não são reservadas apenas para profissionais. Qualquer pessoa que tenha as habilidades certas, o conjunto de ferramentas e motivação pode aproveitar essas táticas para aumentar o alcance de um produto dentro de um público.

Tudo o que um growth hacker faz é direcionado para um único objetivo: crescimento.

De fato, ele utiliza recursos, ferramentas e técnicas para alcançar o crescimento da base de clientes. Esse especialista deve ser a mistura perfeita de um profissional de marketing com um engenheiro que testa as melhores hipóteses e analisa os resultados correspondentes.

Acima de tudo, qualquer growth hacker quer encontrar estratégias escaláveis ​​para converter mais usuários. Ele deixa todo o resto de lado para se concentrar em penetrar em um novo mercado por meio de inovações de produtos, novos canais de distribuição e recursos baseados em tecnologia.

Leia também: Outras tendências de marketing digital que estão dominando o cenário atual!

Técnicas eficazes de Growth hacking em 5 passos

Não é segredo que as estratégias e técnicas de Growth Hacking existentes são experiências que funcionaram para empresas que as executaram.

Algumas delas são universais, o que significa que podem funcionar para qualquer tipo de negócio e vale a pena repeti-las consistentemente. Já outras, não.

Aqui estão 5 passos que qualquer empresa pode usar para aumentar o alcance de seus produtos e sua base de clientes.

#1: Focar em um problema

Você deve priorizar a solução de um único problema dentre os vários que a empresa enfrenta por vez. Geração de leads baixa? Pouco tráfego? Baixa conversão no meio do funil?

Reúna sua equipe e decida qual problema vocês vão atacar isoladamente. Em algumas situações a resolução de um problema já melhora outro automaticamente e assim você acerta duas vezes com “uma tacada só”!

Ter um foco também é fundamental para a produtividade da equipe. Se todos sabem o objetivo a alcançar, fica mais fácil reunir os melhores profissionais para compor a equipe do projeto e desenvolver as técnicas de Growth Hacking da maneira mais efetiva possível.

#2: Listar hipóteses de soluções

Após focar em um problema, distribua a função de pesquisar algumas hipóteses de soluções para toda a equipe. Em seguida, reúnam as ideias e listem quais serão usadas para realizar  testes.

É importante que haja tempo tanto para um brainstorming individual como para um brainstorming produtivo com todos os membros contribuindo para formar a lista com as melhores oportunidades de crescimento.

#3: Realizar os testes

Chegamos à parte prática das técnicas de Growth Hacking!

Antes do início do teste, organize todo o esquema das etapas e do que se espera como resultado. Isso será importante para a fase seguinte de análise das ações.

Alguns pontos fundamentais que devem ser definidos são:

  • estabelecer as métricas do teste;
  • critério de sucesso do teste;
  • responsável pelo teste;
  • pessoas envolvidas;
  • escolher as ferramentas;
  • definir o fluxo de trabalho;
  • frequência de acompanhamento;
  • anotar aprendizados;
  • levantar idéias de otimizações do teste.

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Exemplo de setup de teste

Agora é o momento de aplicar as hipóteses levantadas por um tempo e coletar os dados obtidos como resultado.

#4: Olhar nos dados qual foi a solução mais eficaz 

A técnica de Growth Hacking aplicada realmente resolveu esse problema?

Avalie e veja os prós e contras resultantes da estratégia em questão e se há algo a melhorar.

Na prática, você pode se fazer perguntas como:

  1. Qual solução possui maior ROI de implementação?
  2. Qual solução possui menor complexidade de implementação?
  3. Qual a eficiência/sustentabilidade da solução? Ela tem efeitos no curto, médio e/ou longo prazo?

É importante que exista uma compilação de dados dinâmica que permita uma análise segura para confirmar a eficácia (ou não) daquela ação.

Confirmado o resultado positivo, o teste pode evoluir para uma ação com maior escala e que pode ser aplicada amplamente como solução oficial.

Por isso, é de extrema importância se apoiar nas métricas que realmente fazem sentido para o seu negócio.

#5: Buscar novos problemas e repetir o ciclo

Resolvido o primeiro problema, agora é hora de voltar a etapa #1 e decidir qual o próximo item da lista a resolver.

Esse ciclo é contínuo e mantém sua equipe de marketing focada na expansão constante do seu negócio.

Agora, que tal analisar alguns estudos de caso de técnicas de Growth Hacking? A seguir mostramos alguns exemplos de algumas empresas bem sucedidas.

Growth-Hacking

Exemplos de soluções com técnicas de Growth Hacking


Técnica de Growth Hacking da Uber: “Encorajando o apoio”

Com operações em 35 países e uma avaliação de mais de US$ 30 bilhões, a Uber é um exemplo de aumento gigante e desproporcional de escala.

No início, em 2009, ela era apenas uma empresa local de aluguel de automóveis, com uma plataforma combinando oferta, demanda e administração de pagamentos.

A empresa sabia que estava resolvendo uma série de problemas associados aos serviços de táxi convencionais, mas precisava de tração.

Sua base em São Francisco nos EUA foi a chave. A Uber inicialmente focou na comunidade de tecnologia, organizando eventos e – crucialmente – passeios gratuitos para os participantes.

Aqueles que usaram o serviço disseram a seus amigos sobre a experiência. O resultado foi um crescimento rápido e um modelo que poderia ser implementado em qualquer outro lugar.

Técnica de Growth Hacking da Netflix: “Fale direto com o comprador”

Assim como a Uber, a Netflix – agora gigante do mercado – também impulsionou o crescimento inicial visando uma comunidade de interesse. Em bom marketês, ela focou em um nicho. Como diz o ditado: find a niche and get rich (em tradução livre: encontre um nicho e fique rico).

A empresa começou no negócio de aluguel de DVDs. Para espalhar a notícia, utilizou quadros de avisos online e fóruns na internet, frequentados por ávidos compradores de DVDs.

A estratégia era alcançar os primeiros adeptos com uma mensagem de “lançamento suave” em que a Netflix oferecia títulos que não estavam facilmente disponíveis em outros lugares.

As expectativas ao redor da abordagem não eram altas. Esperavam que ela traria apenas alguns compradores. Para a grande surpresa do time, a Netflix passou a processar 1.000 pedidos por dia dentro de um mês, sem a necessidade de qualquer gasto de marketing convencional.

Técnica de Growth Hacking do Gmail: “Usando a escassez para criar um buzz”

Quando o Google lançou o Gmail em 2004, a empresa não era exatamente a gigantesca agregadora de dados que conhecemos hoje. Na verdade, ninguém poderia dizer com certeza se as ofertas do Google estavam à altura do Hotmail e do Yahoo.

Em meio às dúvidas, o Google transformou inteligentemente um problema em uma jogada de marketing. Com espaço de servidor limitado disponível, o Google transformou a escassez em virtude. Lançado no Dia da Mentira, o acesso ao serviço só podia ser feito através de convite, começando com cerca de 1.000 formadores de opinião que puderam indicar amigos.

Isso criou a impressão de que, ao se inscrever no Gmail, você se tornou parte de um clube exclusivo – algo que despertou interesse e demanda com um sucesso estrondoso.

Técnica de Growth Hacking do Facebook: “Dando força ao Messenger”

O Messenger foi um lançamento importante para o Facebook, permitindo que a empresa criasse um serviço de mensagens autônomo que podia ser usado por terceiros para oferecer uma gama de serviços por meio de chatbots. Em última instância, a ideia da gigante das redes sociais era incorporar o serviço como mais uma opção na rede de publicidade.

Em meio a isso, o Facebook enfrentava um desafio. Há muitas pessoas que já possuem o próprio aplicativo do Facebook em seus smartphones. Em razão disso, elas podiam questionar – por que devo baixar o Messenger se já tenho o app do Facebook?

Para combater essa resistência, o Facebook desligou progressivamente o recurso de mensagens em seu próprio aplicativo e disse aos usuários de dispositivos móveis que deveriam migrar para o Messenger se quisessem continuam usando o chat. O resultado foi uma curva de crescimento absurdamente veloz que sustentou o plano diretor de publicidade do Facebook.

Leia mais: Top 3: técnicas de marketing digital para atrair clientes.

Ideias finais

Growth Hacking tem a ver com o uso dos recursos já à sua disposição e com peneirar ideias para encontrar as soluções inspiradoras que ninguém tentou antes. Afinal, Growth Hacking é uma mentalidade.

A criatividade está no cerne do Growth Hacking, assim como a experimentação rápida para melhorar continuamente o produto.

Uma estratégia de Growth Hacking real não é apenas direcionar a demanda – trata-se de abordar pontos problemáticos e oferecer aos clientes o que eles querem.

Em última análise, as principais técnicas de Growth Hacking não se concentram apenas nas ferramentas, mas sim no produto e nos usuários.

Leia mais hacks com dicas de marketing digital que estão em alta nas empresas do Vale do Silício para se inspirar. Quer ir além? Solicite uma consultoria gratuita de Audio Marketing do Vooozer e descubra como potencializar sua estratégia de Marketing de Conteúdo.

Como dar um feedback negativo para um funcionário

Como dar um feedback negativo para um funcionário: 5 dicas para evitar algum estresse

Um líder tem que planejar ações, coordenar tarefas, mensurar resultados e orientar equipes. Todas essas funções, para que gerem resultados para uma empresa, precisam do engajamento dos funcionários.

Para isso, é necessário dialogar com eles e saber como dar um feedback negativo para um funcionário.

Ouça esse conteúdo! Clique no play abaixo!

Ao contrário do retorno positivo, as críticas costumam ser aceitas com mais dificuldade e, por isso, precisam ser transmitidas com cuidado e de maneira empática.

Afinal, o que é feedback negativo se não uma maneira de mostrar o caminho certo para o funcionário?

Não se trata apenas de uma repreensão, mas de um mecanismo que pode tirar o melhor das pessoas e evitar que erros aconteçam — ou voltem a acontecer.

Nesta postagem, você vai entender melhor o que é feedback negativo, além de conhecer algumas maneiras de como dar um feedback negativo para um funcionário.

Ficou curioso? Então não deixe de acompanhar os próximos parágrafos!

5 dicas de como dar um feedback negativo para um funcionário

Quando oferecidos corretamente, os feedbacks negativos ajudam na evolução de profissionais mais preparados para lidar com os desafios diários e superar as mais diversas crises que possam surgir no ambiente de trabalho — um processo bastante necessário para o desenvolvimento de qualquer empresa.

Porém, é preciso estar preparado para ter esse tipo de diálogo com seus colaboradores, um processo que exige muito jogo de cintura, paciência e capacidade de trabalhar em equipe.

Neste artigo, veja nossas 5 dicas de como dar feedback negativo para um funcionário.

1. Use um vocabulário positivo

O assunto é delicado e, por isso, não deve ser focado apenas nos pontos negativos.

Saiba usar os elogios, já que eles tendem a reforçar bons comportamentos e a motivar as pessoas muito mais do que as repreensões. Dessa forma, as críticas devem ser passadas sempre de forma construtiva.

2. Não exponha o colaborador

O colaborador já está tendo o seu trabalho avaliado e recebendo críticas por suas ações. Fazer isso na frente da equipe é mais do que expor esse funcionário e pode fazê-lo se sentir humilhado também.

Além disso, essa ação não trará bons resultados, pois o feedback não será entendido como um retorno construtivo.

3. Mantenha o respeito e a transparência

Parte do que foi citado nos tópicos acima trata do respeito — uma qualidade que é esperada de um líder.

Na hora de indicar a um trabalhador o que precisa ser melhorado, faça isso com clareza, empatia e transparência. Mais do que chefe, você é uma referência para seus funcionários e precisa dar o exemplo.

4. Tenha dados de apoio

De nada adianta passar um feedback negativo e não ter dados que possam fundamentar suas observações. Toda crítica precisa de um embasamento — até mesmo para ajudar as pessoas a visualizarem qual ponto deve ser trabalhado Utilize metas, objetivos e métricas de produtividade para exemplificar suas colocações.

5. Explique o que espera no futuro

Além de mostrar onde o colaborador errou ou o que poderia ter feito melhor, também é preciso indicar o que a empresa espera dele no futuro.

Para isso, estabeleça novas metas, objetivos e métricas de avaliação. Sem eles, não será possível fazer novas cobranças e estabelecer critérios de avaliação da sua equipe. Lembre-se: o diálogo é sempre importante.

Gostou das nossas dicas de como passar feedback negativo para os colaboradores da sua empresa? Então curta a nossa página no Facebook e tenha acesso a outros conteúdos relevantes.


Como funciona o trabalho Home Office

Como funciona o trabalho home office? É realmente mais produtivo?

Levantar cedo, se arrumar, enfrentar o trânsito, lidar com a rotina do escritório, bater ponto e, novamente, percorrer as engarrafadas ruas da cidade… esse é o dia a dia de muitos brasileiros que trabalham fora.

É possível, no entanto, ter um modelo de trabalho bem menos extenuante. Você já sabe, por exemplo, como funciona o trabalho home office?


Que tal descansar um pouco a vista ou aproveitar melhor o trânsito? Aperte o play e ouça o artigo!

Pensando nisso, no post de hoje vamos apontar algumas das principais vantagens e desafios de quem decide fazer de um cantinho da sua casa o seu escritório.

Claro que também trouxemos dicas de como superar esses desafios. Para entender mais sobre o assunto, continue a leitura do artigo.

Como funciona o trabalho home office?

O conceito de home office é aplicado por aqueles que trabalham em suas próprias casas ou em espaços alternativos, como cafés e locais de coworking.

Normalmente, trata-se de um método usado por profissionais freelancers, autônomos ou que atuam em empresas que permitem isso.

Dessa forma, os escritórios caseiros são excelentes alternativas para aquelas pessoas que estão começando seus próprios negócios e buscam por um modelo que fuja da fórmula tradicional utilizada por grande parte das empresas — o que traz uma nova concepção para o setor empresarial e ajuda a estimular a economia.

Além disso, quem sabe como funciona o trabalho home office tira várias vantagens dele, como algumas empresas que podem contar com colaboradores que não precisam estar inseridos no escritório central para desenvolverem suas tarefas.

Isso gera economia para o negócio com a redução do espaço físico (aluguel) e diminuição de outros custos, como contas de energia e água, compra de equipamentos, entre outros fatores.

Vantagens do home office

Trabalhar em casa permite que a pessoa esteja em um ambiente conhecido e no qual ela se sente confortável. Também possibilita maior flexibilidade de horário ao adaptar a jornada de trabalho conforme os compromissos profissionais e a disponibilidade do trabalhador.

E os benefícios não param por aí. Existem outras vantagens que tornam esse modelo bastante atraente:

Como funciona o trabalho home office, vantagens:

  • maior proximidade com a família;
  • independência na execução das tarefas diárias;
  • menos estresse com o trânsito das cidades;
  • melhor controle da alimentação e hábitos mais saudáveis;
  • liberdade profissional;
  • aumento da qualidade de vida;
  • privacidade em sua rotina;
  • definição dos próprios horários de trabalho.

Com tamanhas vantagens, é normal que o home office seja um modelo de trabalho almejado por muitos profissionais.

Essa rotina pode trazer benefícios e comodidade, mas, por outro lado, também se torna um desafio para que as pessoas consigam manter a produtividade sem prejudicar o desenvolvimento de suas carreiras.

Dificuldades do home office

Se por um lado as vantagens são bastante atrativas e prometem uma rotina profissional mais saudável, por outro, o home office possui também o seu lado negativo.

Caso a pessoa não estiver preparada para encarar esse novo estilo de vida, é possível que acumule os seguintes prejuízos à sua carreira:

  • aumento do fluxo de trabalho;
  • tendência ao isolamento social;
  • falta de atualização profissional;
  • redução do networking;
  • ambiente de trabalho confinado e com pouco relacionamento interpessoal;
  • distrações com os assuntos domésticos;
  • baixa produtividade devido às distrações da casa;
  • perda da qualidade de trabalho devido à redução da cobrança e de feedback negativo.

Em prol da produtividade: 4 dicas importantes

Como você pode perceber, o modelo de trabalho que mais parece um sonho para muitos profissionais pode se tornar um grande pesadelo se não houver um planejamento correto e se a pessoa não entender como funciona o trabalho home office.

O maior desafio enfrentado por esses trabalhadores é assegurar um bom ritmo produtivo sem que se perca qualidade.

Para evitar situações ruins ou prejuízo à rotina profissional, é necessário ter organização, disciplina, dedicação e força de vontade, além de prestar atenção nas boas práticas de como fazer home office. Separamos algumas delas a seguir:

1- Vá com calma

Não é porque você trabalha em casa que todo o seu tempo precisa ser dedicado à sua atividade profissional. Ao contrário do que possa parecer, é necessário criar uma rotina e estabelecer o seu horário de trabalho.

Não importa se é durante o dia ou à noite, é importante ter isso bem claro em seu planejamento.

Além disso, evite acordar e ir direto para o trabalho. Antes de se sentar no escritório, procure fazer alguma atividade que não seja profissional: tome um bom café ou faça exercícios físicos.

Isso te ajudará a ficar mais disposto e focado em suas tarefas.

2- Crie o hábito de fazer checklists

Quem já trabalhou em um escritório sabe que é difícil esquecer algum afazer, já que sempre terá alguém te cobrando.

Com o home office, no entanto, existe bem mais liberdade e as cobranças são bem menores — o que exige muita disciplina e proatividade por parte do profissional para manter as tarefas em dia.

A melhor forma de assegurar que isso aconteça é criando o hábito de fazer um checklist. Dessa forma, tenha um bloco ou agenda em que anote tudo o que precisa fazer.

Ao final de cada dia, corte o que foi executado e acrescente novas tarefas. Isso fará com que você possua um bom controle do seu trabalho e menos chances de perder algum prazo.

3- Fuja das tentações

Em um canto da sala tem uma TV pedindo para ser assistida. Em outro, uma estante de livros cheia de novidades.

No computador, o seu jogo preferido e uma fase que precisa ser passada ou, quem sabe, até mesmo o namorado ou namorada no sofá querendo aproveitar a sua flexibilidade e passar um tempo extra junto.

As tentações estão por todos os lados e se render a elas é um sinal de que a sua produtividade vai cair. Sendo assim, procure criar um ambiente específico para trabalhar e deixe as distrações do lado de fora da porta.

Se divide a casa com outras pessoas, informe o horário em que estará trabalhando para não ser incomodado.

4- Conheça seus próprios limites

Trabalhar mais definitivamente não é sinônimo de trabalhar melhor. No final, o que importa é a qualidade do material a ser entregue — e isso está bastante associado à dedicação e foco entregues àquela atividade.

Sendo assim, não deixe tarefas para depois e procure não acumular projetos demais em execução.

Trabalhar 10h ou 12h por dia pode acontecer vez ou outra, mas quando recorrente acaba por gerar estresse e afetar a sua qualidade de vida. Conheça quais são os seus limites e se planeje para não prejudicar a produtividade.

E você, gostou deste artigo sobre como funciona o trabalho home office? Então deixe um comentário contando as suas experiências ou dúvidas sobre esse modelo de trabalho!


3 coisas sobre negociação que o seu chefe não gostaria que você soubesse

Para muitos profissionais, a ideia de iniciar uma negociação é tão intimidante que muitos nem se quer a iniciam.

Que tal escutar este artigo ao invés de ler?

Enquanto escuta você pode caminhar, dirigir, arrumar seu quarto…experimente, aperte o play:

Artigo original: Business Insider

Autora: Jacquelyn Smith

Se você acha que você realmente, realmente mesmo, merece um salário maior, uma promoção, um novo cargo ou condições melhores de trabalho, você precisa pedir (e, muitas vezes, lutar) por isso.

Em uma publicação no Linkedin em 2015, Victoria Pynchon, autora e consultora de negociações, descreveu 3 fatos surpreendentes que a pessoa com que você está negociando espera que você não saiba.

Aqui estão algumas coisas que seu chefe torce para que você não saiba quando você o chama para conversar sobre uma promoção.

1. A negociação não começa até que alguém fale “não”

“Uma das grandes inibições ao pedir pelo seu real valor de mercado é o seu medo de rejeição”, diz Pynchon. “Nossa relutância em negociar após o ‘não’ pode ser deixada para trás quando nós entendemos que não é uma negociação se você estiver pedindo por algo que a pessoa com quem você está negociando já saiba o que você quer”.

Mas uma negociação é, essencialmente, uma conversa na qual o objetivo é chegar em um ponto comum com alguém cujos interesses não estão perfeitamente alinhados com os seus, ela diz. “Se nós quisermos alcançar o que nos é devido, nós temos que negociar mesmo após o ‘não’ ou passar o resto das nossas vidas profissionais sendo vitimizados por pessoas que põem a alegria e as necessidades delas próprias antes das nossas.”

Profissionais experientes sabem que a palavra “não” simplesmente “sinaliza uma oportunidade para resolução de problema, para entender quais dos envolvidos tem opiniões conflitantes, quais têm opiniões complementares e como criar mais valor na discussão entre os envolvidos” diz ela.

2. É melhor pedir por mais do que você quer

“Experimento após experimento, cientistas provaram que as pessoas não ficam particularmente felizes quando eles ganham o que acham que queriam” escreve a autora. “Ficamos mais felizes quando a pessoa com a qual estamos negociando diz ‘não’ algumas vezes antes de ceder.”

Isso acontece, pois, negociadores têm mais medo de “deixar dinheiro na mesa” do que vontade de ganhar o que eles acham que eles querem, explica a Pynchon.

Se, por exemplo, você pedir por um aumento de 5% e seu chefe disser “sim” sem hesitar, você vai, provavelmente, sofrer de remorso do comprador – certo de que, caso você tivesse pedido 7% ou 10%, seu chefe também teria aceitado, diz ela. Então, sempre peça por mais do que você realmente quer ou acha que vai conseguir. “Você não estará feliz se o se chefe aceitar a sua primeira oferta.”

3. Negociação é um jogo mental

“A pessoa que é percebida como quem tem menos a perder a desistir da negociação é a pessoa com a grande vantagem”, diz Lynchon em sua postagem no Linkedin. “Se você está negociando, ambas as partes têm um limite – uma posição. Caso esses limites não se encontrem, quem sinalizar que está disposto a sair da conversa sem nenhum acordo tem grande poder de barganha.”

Ela diz que se você agir como quem está preparado a sair da conversa se o seu objetivo não tiver sido alcançado, a pessoa que está negociando com você terá muito mais incentivos para aceitar suas condições ou se esforçar em estratégias para solucionar o problema de maneira que vocês dois saiam ganhando. Entretanto, nunca faça ameaças – especialmente se elas forem vazias. Avante, mas caminhe com cuidado.