Velocidade do carregamento do site

6 dicas para melhorar a velocidade de carregamento de um site

A velocidade de carregamento do site é uma prioridade para a experiência do usuário e é também uma das centenas de fatores de classificação de SEO.

Não deixe de se desenvolver profissionalmente porque está sem tempo para ler. Aperte o play acima e ouça o artigo na íntegra!

A verdade é que hoje em dia as pessoas não têm paciência para esperar mais de cinco segundos para que uma página seja carregada. Se o seu site não estiver carregando rápido o suficiente, você perderá clientes em potencial.

Com mais de 50% do tráfego proveniente de dispositivos móveis, todos esperam que um site seja carregado quase que instantaneamente. Com isso em mente, neste artigo, mostrarei como você pode conseguir melhorar a velocidade do carregamento do site, aproveitando as funcionalidades da ferramenta Google PageSpeed ​​Insights, para teste de performance de site.

Google PageSpeed Insights: como analisar a velocidade do carregamento do site

 

A ferramenta do Google pontua sua página de acordo com a velocidade de carregamento do site de sua empresa. Com um máximo de 100 pontos, quanto maior a pontuação que você receber, melhor terá sido a análise de velocidade do carregamento.

Para fazer a análise você deve inserir a URL do site que deseja avaliar no espaço indicado.

Velocidade do carregamento do site

Como resultado, a ferramenta apresenta a pontuação para a velocidade do carregamento do site em desktop e em plataformas mobile, bem como destaca:

  • Distribuições de carregamento de página
  • Estatísticas da página
  • Sugestões de otimização

É importante entender que a ferramenta Google PageSpeed ​​é apenas uma diretriz para as melhores práticas de desempenho da Web.

Ela fornece recomendações para otimizar seu site em relação a velocidade de carregamento. Já a obtenção de resultados favoráveis, dependerá de como o ambiente do seu servidor está configurado e como você implementará as sugestões apontadas.

6 dicas (práticas) para melhorar a velocidade do carregamento do site

 

Embora algumas das etapas sugeridas pelo Google PageSpeed ​​Insights exijam conhecimento técnico, outras não. Algumas otimizações podem ser realizadas usando quase qualquer sistema de gerenciamento de conteúdo.

Abaixo, selecionamos algumas das otimizações mais importantes para alcançar o objetivo de pontuação 100%.

#1 Otimize suas imagens

A otimização de imagens por meio da redução do tamanho do arquivo é um dos primeiros e mais importantes passos para melhorar a velocidade do carregamento do site.

Se o tamanho de suas imagens é um problema, você pode realizar duas ações significativas:

  • Comprimir todas as imagens usando ferramentas como Compressor.io e TinyPNG. Essas ferramentas são gratuitas e podem reduzir o tamanho do arquivo de imagem em mais de 80% em alguns casos, sem diminuir a qualidade da imagem.
  • Reduzir o tamanho das imagens para dimensões mínimas sem diminuir a qualidade da imagem. Por exemplo, se você quiser ter uma imagem a 150 x 150 pixels em seu site, esse é exatamente o tamanho que a imagem deveria ter em seu servidor.

Observação: você nunca deve ter imagens maiores do que as que deseja renderizar nem reduzir seu tamanho usando tags CSS ou HTML.

Se você já tem um site repleto de imagens, o trabalho pode ser um pouco chato, mas necessário. Você deverá:

  • Fazer o download de cada uma das suas imagens;
  • Compactar e redimensionar manualmente cada uma delas;
  • Depois de otimizar essas imagens, é melhor criar o hábito de otimizar todas as novas imagens que você envia para o seu servidor;
  • Cada nova imagem deve ser compactada e redimensionada.

Nem sempre você precisará fazer esse passo a passo cansativo. O Google oferece a opção de baixar suas imagens já otimizadas, permitindo que você simplesmente envie-as para o seu servidor.

Você também pode usar algumas ferramentas pagas que permitem otimizar todas as imagens em massa. Entretanto, como as medidas de imagens de capa e da caixa de texto de cada layout são diferentes, a otimização em massa pode, em alguns casos, não se adequar ao layout proposto.

#2 Minimize o CSS e o JavaScript

O Google também pode apontar a necessidade de diminuir seus arquivos JavaScript e CSS.

O processo reduz os tamanhos de seus arquivos, eliminando espaços em branco desnecessários, caracteres e comentários de seus arquivos CSS e JavaScript.

Alguns programadores deixam muitos espaços e comentários durante a codificação. Estes elementos podem até dobrar o tamanho dos seus arquivos CSS e JavaScript.

Para corrigir esse problema, você pode instalar ferramentas como o Gulpjs, que cria automaticamente um novo arquivo CSS e remove todos os espaços. Ele também cria um novo arquivo CSS automaticamente para todas as novas alterações que você fizer.

Se você estiver usando o WordPress, recomendo que você instale um dos melhores plugins do WordPress: Autoptimize.


#3 Aproveite o cache do navegador

Para muitos operadores de sites, o uso do cache do navegador é a parte mais desafiadora.

Para corrigir esse problema, você pode mover todos os arquivos estáticos do seu site para uma rede de entrega de conteúdo (CDN).

Uma CDN é uma rede de servidores localizados em várias partes do mundo. Eles são capazes de armazenar em cache a versão estática de sites, como imagens, CSS e arquivos JavaScript.

A CDN armazena cópias do conteúdo de seu site em seus servidores e, quando alguém acessa seu site, o conteúdo estático é carregado a partir do servidor mais próximo.

Por exemplo, se o servidor principal do seu site for de São Paulo, sem um CDN, um visitante de Amsterdã teria que esperar o servidor carregar o site todo do Brasil. Com um CDN, seu site é carregado de um local mais próximo para o usuário. Neste caso, um lugar mais próximo de Amsterdã. Portanto, o site carregará mais rápido.

Abaixo algumas dicas gerais sobre o cache no navegador:

  • Mova todas as imagens, JavaScript e arquivos CSS para o CDN e mantenha apenas o arquivo HTML em seu servidor principal.
  • Hospede suas imagens em um CDN .
  • Corrija possíveis problemas dos scripts de mídia social substituindo os contadores fornecidos por eles, por algumas imagens estáticas hospedadas no CDN.
  • Em vez de ter scripts de terceiros que tentam acessar dados do Twitter, Facebook ou Google Plus para obter a contagem de seguidores, hospede-os em seu servidor e resolva o problema.
  • Identifique e resolva problemas com o script do Google Analytics. Você também pode hospedar o código JavaScript do Google Analytics em seu servidor sem precisar carregá-lo dos servidores do Google em todas as visitas.

Se seu objetivo é alcançar uma nota 100 do Google PageSpeed ​​Insights, a eliminação de todos os scripts de terceiros é um dos passos que te ajudarão a alcançar sua meta, melhorando enormemente a velocidade geral de carregamento do site.

#4 Elimine recursos de bloqueio de renderização

A eliminação do bloqueio de renderização é uma das partes mais complicadas da melhoria da velocidade de carregamento da página, pois exige mais conhecimento técnico.

Se você estiver usando o WordPress, o plugin Autopmize sugerido acima deve ajudá-lo nessa tarefa.

#5 Ative a compactação

A implementação da ativação da compactação pode ser feita simplesmente nas configurações do seu servidor. Se você não for muito técnico, peça à equipe de suporte técnico para ativar a compactação GZIP para o seu servidor.

#6 Otimize a experiência mobile

A experiência mobile está relacionada à construção de uma versão móvel responsiva do site e que atenda a todos os diferentes tipos de resoluções, usando fontes corretas e tendo um bom sistema de navegação.

Você pode testar a aparência do seu site em diferentes versões para dispositivos móveis usando o Google Chrome. Clique no menu no lado superior direito e, em seguida, em “Mais ferramentas – Ferramentas do desenvolvedor”. No lado esquerdo, você pode selecionar para ver como seu site se parece em diferentes resoluções para dispositivos móveis.

Conclusões para ampliar a velocidade do carregamento do site

Acima listamos as etapas mais importantes para você conseguir uma pontuação de 100/100 na ferramenta do Google que analisa a velocidade do carregamento do site.

Depois de 6 etapas sugeridas, você precisa se concentrar em 3 ações principais para melhorar a velocidade do carregamento do site, são elas:

  • Use uma CDN (rede de entrega de conteúdo).
  • Corrija os problemas de bloqueio de renderização. (Evite ter JavaScript no corpo da codificação. Seu código JavaScript deve ser colocado na parte inferior dos arquivos.)
  • Otimize o tamanho das imagens e comprima-as.

Sua equipe já realizou um projeto desse tipo para o seu site? Se sim, quais foram seus resultados? Deixe suas experiências nos nossos comentários.

Quer melhorar a experiência dos seus visitantes ainda mais? Confira a metodologia do Vooozer, que utiliza posts em áudio para aumentar o engajamento, a captura de leads e as vendas da sua empresa.

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Otimização de sites SEO

Otimização de sites: SEO focado nos 5 principais fatores de ranqueamento

Existe basicamente um objetivo com a otimização de sites SEO: melhorar o posicionamento, ou rankeamento, de um conteúdo ou uma página nos mecanismos de pesquisa, como o Google.

Entretanto, quais são os fatores que merecem mais atenção dentro da estratégia de otimização de sites SEO? O que realmente interfere para um site ocupar as primeiras posições como resultados de pesquisa no Google?

Muita correria? Preguiça de ler? Aperte o play e ouça o artigo!

A segunda edição da pesquisa Ranking Factors SEMrush Study destacou 5 principais fatores de ranqueamento:

  • visitas diretas ao site,
  • tempo de permanência no site,
  • páginas por sessão,
  • taxa de rejeição,
  • total de domínios de referência (na verdade, 5 fatores ficaram empatados no 5 º lugar, mas falaremos mais sobre isso adiante).

Otimização de sites SEO

Fonte: SEMrush

Neste artigo iremos aprofundar o entendimento sobre cada um dos 5 principais fatores de rankeamento e dedicaremos parte do conteúdo às dicas sobre como melhorá-los a fim de ampliar seus resultados.

Quais são os 5 principais fatores de rankeamento e como ampliar sua relevância

Para que você entenda melhor como foi construída a pesquisa do SEMrush, reunimos uma breve explicação da metodologia. Essa compreensão é fundamental para que você também entenda como os resultados foram colhidos.

A segunda edição da pesquisa Ranking Factors SEMrush Study divulgou e reuniu os resultados de um estudo, em larga escala, sobre fatores de classificação que examinou as 100 melhores posições para 600.000 palavras-chave.

As palavras-chave foram agrupadas por volume de pesquisa nas seguintes categorias:

  • Muito alta: 10.001 buscas mensais ou mais.
  • Alta: 1.001 a 10.000 pesquisas mensais.
  • Média: 101 a 1.000 pesquisas mensais.
  • Baixa: 1 a 100 pesquisas mensais.

O SEMrush analisou os fatores na página, referindo-se a domínios e dados de tráfego. A partir disso compilou suas descobertas para ver quais fatores de classificação pareciam ser os mais importantes.

Ao todo, 17 fatores foram destacados, mas para que você realmente possa iniciar seu processo de otimização de sites SEO, priorizando suas ações, selecionamos as 5 primeiras colocadas.

Abaixo apresentamos uma explicação sobre como elas interferem no rankeamento do site. Além disso, destacamos como você pode ampliar seus resultados positivos, aplicando táticas práticas e simples em cada um dos fatores.

Conheças os 5 principais fatores de rankeamento segundo a pesquisa do SEMrush:

1. Visitas diretas ao site

Há muitas maneiras de atrair visitantes para o seu site: pesquisa orgânica, pesquisa paga, redes sociais, visitas diretas, domínios de referência, e-mails etc.

O estudo do SEMrush revelou que o número de visitas diretas é o fator de maior influência para a definição da ordem de rankeamento dos sites nas plataformas de pesquisa. Ou seja, quando muitos usuários acessam um site diretamente (digitando o endereço do domínio na barra de navegação) isso representa, para o Google, que o domínio tem alta autoridade e valor.

Como veremos a seguir, outros sinais de comportamento do usuário, como tempo de permanência no site, páginas por sessão e taxa de rejeição, também estão entre os  principais fatores que influenciam as classificações nos mecanismos de busca, uma vez que indicam ao Google a qualidade e relevância do site para os usuários.

Como ampliar os resultados das visitas diretas ao site?

Como visto, há uma forte conexão entre o número de visitas diretas e a posição da página na SERP (termo técnico para representar as páginas que exibem os resultados em uma busca).

Isso pode indicar que o Google prioriza domínios com mais autoridade. Isso também significa que as técnicas para rankear organicamente não são a única coisa em que você deve se concentrar.

Visitas diretas são alimentadas pelo reconhecimento de sua marca, por isso, construir uma imagem de marca forte deve ser parte essencial de sua estratégia de promoção.

2. Tempo de permanência no site

O segundo fator mais relevante para o rankeamento de uma página está relacionado ao tempo em que os usuários permanecem no site. Isso quer dizer que, quanto mais tempo os usuários gastam no site em geral, melhor é sua colocação no page rank.

Como ampliar o tempo de permanência dos usuários no site?

Separamos 4 otimizações de sites SEO para você ampliar suas chances de manter os usuários que entram em seu site mais tempo por lá.

É importante entender que essas atitudes também têm a tendência de aumentar o número de páginas por sessão e diminuir a taxa de rejeição de seu site, são elas:

  • Realize testes de performance em seu site e otimize o seu desempenho para melhorar os tempos de carregamento.
  • Forneça sugestões de conteúdo para manter as pessoas lendo.
  • Use pop-ups de intenção de saída para dissuadir os visitantes de sair.
  • Faça uso inteligente de links internos.

Você também pode aumentar o tempo de permanência em sua página oferecendo tipos de conteúdo variados, como Posts em Áudio. A Rock Content conseguiu  aumentar em 10% o tempo médio na página de blog posts por meio da inserção de áudio posts nos conteúdos oferecidos.

Essas são algumas das ações estratégicas para a otimização de sites SEO que afetam de maneira global os principais fatores de rankeamento.

3. Páginas por Sessão

De acordo com a pesquisa do SEMrush, um usuário tende a navegar por três a três páginas e meia por site, por visita.

De acordo com os resultados da pesquisa, quanto mais bem colocada está uma página, maior a chance dela ter uma taxa de páginas por sessão maior.

7 dicas para ampliar o número de páginas por sessão de cada usuário em seu site

Algumas atitudes relacionadas à otimização de sites SEO podem ajudar você a ampliar o número de páginas por sessão de seus usuários. Essas também são estratégias para ampliar o entendimento do Google sobre sua relevância e, assim, ampliar suas chances de alcançar uma melhor posição no ranking da ferramenta de pesquisa.

Abaixo separamos 7 otimizações de sites SEO para você colocar em prática:

  • Corresponda às expectativas dos visitantes.
  • Ofereça aos visitantes coisas mais relevantes para clicarem.
  • Use um bom plugin para SEO.
  • Insira links relevantes em locais corretos.
  • Interlink seus posts.
  • Use sua barra lateral para apresentar conteúdos populares.
  • Crie um menu de categoria atraente.


4. Taxa de rejeição

A taxa de rejeição corresponde ao número de visitantes que deixam o site depois de visualizar apenas uma página.

A pesquisa revelou que quanto melhor a posição de uma página, menor é a taxa de rejeição, ou seja, o contrário potencialmente é uma verdade: quanto menor sua taxa de rejeição, combinada com os demais fatores apresentados, maiores são suas chances de estar nas primeiras colocações de resultados de pesquisa.

Uma alta taxa de rejeição pode indicar que o conteúdo da página é irrelevante, o que é ruim para os usuários e para a pesquisa.

Um fator é interessante nesse ponto: observe que os usuários (você inclusive) tendem a confiar mais em resultados que estão nas primeiras colocações da pesquisa do que nas páginas de classificação mais baixas.

8 otimizações de site SEO para diminuir a taxa de rejeição de seu site

  • Otimize o tempo de carregamento da página.
  • Torne seu conteúdo mais acessível com formatação inteligente.
  • Use widgets da barra lateral para estimular novas ações.
  • Analise sua taxa de rejeição no contexto mais amplo do seu site em geral. Isso permite que você verifique com mais precisão se o problema está em uma página específica, um tipo de página ou no site como um todo.
  • Além de considerações técnicas, como tempos de carregamento da página ou práticas de formatação, um dos maiores fatores que contribuem para as altas taxas de rejeição é a relevância – ou irrelevância – de seu conteúdo.
  • Inclua um único e claro call to action e amplie o engajamento digital de seu usuário com sua página.
  • Use uma estrutura lógica de links internos .
  • Otimize seu site para dispositivos mobile.

5. Total de domínios de referência

Tráfego por referência é o segmento de tráfego que chega ao seu site por outra origem, como um link em outro domínio. Quanto maior a posição no ranking, a tendência é que ele apresente mais domínios de referência.

Exceto pelos fatores relacionados aos textos âncora, todos os fatores de backlink dividem o 5º lugar no quadro de fatores com maior importância para rankeamento, sendo eles: total de domínios de referência, total de backlinks, total de IPs de referência e total de follow-backlink.

Conforme confirmado pelo Google, um forte portfólio de backlinks é crucial para os rankings de sites. Todas as métricas do portfólio de backlinks estão interconectadas.

Como ampliar a relevância dos domínios de referência ?

Abaixo selecionamos 3 ações de otimização de sites SEO para você ampliar a relevância dos domínios de referência em sua estratégia:

  • Amplie sua estratégia de guest posts, trocando conteúdo com sites relevantes para sua persona.
  • Insira as relações públicas em suas táticas.
  • Encontre backlinks relevantes e referencie as páginas de origem. Com essa estratégia você pode incentivar o outro canal a também linkar para o seu site.

Se você quiser se aprofundar ainda mais no entendimento sobre otimização de sites SEO, sugerimos que também leia o artigo exclusivo do Vooozer; “9 ferramentas de SEO para blog que você deve testar”.

A estratégia de Posts em Áudio é das mais simples e fáceis de se aplicar para melhorar o engajamento dos seus visitantes e SEO. Para se informar mais a respeito, solicite uma consultoria gratuita de Audio Marketing do Vooozer e descubra como podemos potencializar sua estratégia de Marketing de Conteúdo, assim como fizemos para a Rock Content.

 

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O que é Black Hat SEO? E porque você deve evitá-lo

No mundo do SEO temos políticas claras a seguir. Regras são estabelecidas para fornecer um ambiente útil, relevante, seguro e para garantir a qualidade da experiência do usuário.

Que tal ouvir a narração deste artigo ao invés de ler? Aperte o play acima e aproveite essa comodidade.

A classificação alta exige acompanhar as tendências de SEO atuais e em constante mudança e ajustar constantemente sua abordagem para adequar-se a qualquer nova atualização de algoritmo.

Por outro lado, há pessoas (spammers) que tentam superar os mecanismos de busca e trazer tráfego orgânico para seus sites sem seguir regras, mas quebrando-as. O que é chamado de Black Hat SEO – um lado negro do SEO.

Se você está curioso para saber o que é Black Hat SEO e quais são as práticas mais comuns usadas para manipular o Google hoje, continue lendo, vou revelá-las neste artigo!

O que é o Black Hat SEO?

Black hat SEO é uma prática contra as diretrizes dos mecanismos de pesquisa, usada para obter uma classificação mais alta nos resultados de busca.

Essas táticas antiéticas não resolvem para o pesquisador e, geralmente, terminam em uma penalidade dos mecanismos de pesquisa. As técnicas do black hat SEO incluem o uso de keyword, camuflagem e o uso de redes de links privados.

A exibição nos resultados de pesquisa é vital para o crescimento dos negócios, mas há uma maneira certa e uma errada de fazer a otimização nos mecanismos de pesquisa.

A arte escura do black hat SEO é o caminho errado.

O black hat SEO joga com algoritmos do motor de busca, ao invés dar ao usuário um resultado útil para o que ele busca, usando táticas obscuras para chegar até você.

O uso sustentado de técnicas de SEO em black hat pode prejudicar sua presença nos mecanismos de busca, em vez de melhorá-la.

Se você é novo no mundo da pesquisa, o objetivo dos mecanismos de pesquisa, como o Google, é fornecer os melhores resultados quando alguém conclui uma busca.

Eles querem que as pessoas tenham uma ótima experiência e garantam que os resultados fornecidos não incluam spam. Eles fazem isso automaticamente por meio de algoritmos ou ações manuais que visam reconhecer e penalizar os envolvidos no SEO de black hat.

Os algoritmos de mecanismos de pesquisa ficaram mais sofisticados ao longo do tempo, e é por isso que você deve evitar o black hat SEO a todo custo.

O white hat SEO é um método muito melhor de se fazer otimização para mecanismos de busca. É uma abordagem mais ética que obedece aos termos e diretrizes definidos pelos mecanismos de pesquisa. A técnica consiste em criar tipos de conteúdo de qualidade e uma melhor experiência geral do usuário para as pessoas que visitam seu site.

Leia também: Como aumentar as visitas de um blog e site com tráfego orgânico?

Técnicas Black Hat no SEO (que você deve evitar!)

Agora que você entende o que é black hat SEO, vamos adiante no tema.

As seguintes táticas de SEO são consideradas de black hat e não devem ser exercitadas se você quiser ficar longe de problemas com o Google e outros mecanismos de busca:

1. Repetição de palavras-chave

A repetição de palavras-chave se refere à prática de preencher seu conteúdo com palavras-chave irrelevantes na tentativa de manipular onde a página é classificada nas páginas de resultados de pesquisa.

Adicionar incontáveis variações de palavras-chave onde elas não adicionam valor cria uma experiência ruim para os usuários. Isso também pode fazer com que sua página seja classificada para consultas irrelevantes.

O Google explica a repetição de palavras-chave como:

  • Listas de números de telefone sem valor agregado substancial;
  • Blocos de texto listando cidades e estados em que uma página da web está tentando classificar;
  • Repetir as mesmas palavras ou frases com tanta frequência que não soa natural.

Veja um exemplo de repetição de palavra-chave para um site que vende software de outbound marketing:

“Estamos no negócio de venda de software de outbound marketing. O software de outbound marketing é o que vendemos. Se você está pensando em comprar um software de outbound marketing, entre em contato com um de nossos consultores de software de outbound marketing.”

Eu acho que você vai concordar: isso soa como um disco quebrado. É fácil identificar e o Google poderá dizer que o conteúdo não é natural.

Você já deve ter ouvido a piada “um copywriter SEO entra em um bar, grill, pub, casa pública, irlandês, bartender, bebidas, cerveja, vinho, licor…”. Esta piada é sobre repetição de palavras-chave e é outro exemplo perfeito da prática. As palavras são todas semelhantes umas às outras, mas não têm valor, pois nem mesmo encadeiam uma frase.

Você pode fazer pesquisa de palavras-chave para descobrir o que as pessoas estão procurando, mas o uso excessivo dessas palavras-chave em seu conteúdo não é uma boa ideia.

Em vez de preencher seu conteúdo com palavras-chave irrelevantes, concentre-se na criação de conteúdo útil que se concentre em tópicos sobre palavras-chave.

2. Camuflagem

A camuflagem envolve a exibição de uma parte do conteúdo para os usuários e uma parte diferente do conteúdo para os mecanismos de pesquisa.

Sites que praticam black hat SEO farão isso para tornar o conteúdo classificado para uma variedade de termos irrelevantes para seu conteúdo.

Os sites de spam geralmente fazem isso para tentar evitar que um bot de mecanismo de pesquisa descubra o conteúdo de spam que eles veiculam para os usuários.

Adaptar seu conteúdo a diferentes grupos de usuários é aceitável. Por exemplo, você pode reduzir o tamanho do seu site quando alguém acessa a partir de um dispositivo móvel. Você também pode alterar o idioma de uma página com base no país de onde alguém está acessando.

Uma editora como a Forbes ou a Inc. pode alterar os anúncios exibidos em uma página para financiar seu conteúdo. Esses exemplos são completamente aceitáveis. Contanto que você não esteja apenas alterando o conteúdo exibido para os rastreadores do mecanismo de pesquisa.

Embora não exista uma regra rígida e rápida para determinar o que é aceitável e o que não é, meu melhor conselho é você se perguntar: o que eu pretendo resolver para o usuário? Você deve tratar os robôs do mecanismo de pesquisa que rastreiam seu site da mesma forma que qualquer outro usuário.

Leia mais sobre produção de conteúdo digital e descubra o que os profissionais de Marketing de Conteúdo estão negligenciando – e talvez você também.

3. Redirecionamentos sorrateiros

O redirecionamento envolve o envio de alguém para uma URL diferente daquela em que eles inicialmente clicaram.

No black hat SEO usa-se redirecionamentos fora do propósito para o qual são destinados. Na mesma linha da camuflagem, isso pode incluir o redirecionamento de um rastreador do mecanismo de pesquisa para uma página e todos os outros usuários para outra página.

Outro exemplo é redirecionar uma página com alta autoridade com muitos backlinks para outra página irrelevante, apenas para aumentar sua posição nos resultados de pesquisa.

Um redirecionamento 301 passa a maior parte da autoridade de uma página para outra. Isso significa que alguém praticando black hat SEO pode usar redirecionamentos apenas com o propósito de manipular os resultados da pesquisa.

Redirecionamentos só devem ser usados ​​para o propósito que eles foram projetados. Isso pode acontecer no caso de você alterar o domínio do site ou consolidar duas partes do conteúdo.

Também é aceitável usar o JavaScript para redirecionar usuários em algumas ocasiões. Tomemos por exemplo, o LinkedIn redirecionando você para o perfil completo de alguém quando você está logado, ao invés de mostrar a versão pública de um perfil de usuário quando você está desconectado.

Redirecionamentos sorrateiros, portanto, devem ser evitados. Eles violam as diretrizes dos mecanismos de pesquisa, como o Google e o Yandex.


4. Conteúdo de baixa qualidade

A má qualidade do conteúdo que não tem valor para o pesquisador também é uma prática comum no black hat SEO. Isso inclui conteúdo extraído de outro site por um bot ou por uma pessoa.

Em um ponto, os mecanismos de pesquisa, como o Google, não eram bons para reconhecer o conteúdo que havia sido copiado de outros sites. A atualização do Google Panda em 2011 resolveu esse problema.

Muitos sites com conteúdo duplicado tiveram um sucesso instantâneo nos rankings de busca. Desde então, o Google ficou muito melhor em reconhecer conteúdo duplicado e de baixa qualidade.

Adicionar palavras-chave invisíveis ao seu conteúdo também é uma prática proibida. Alguns sites que usam o black hat SEO usam isso fazendo com que o texto seja da mesma cor do plano de fundo da página.

Isso significa que a página pode aparecer nos resultados de pesquisa para essas palavras-chave invisíveis, mesmo que não haja conteúdo visível sobre elas na página.

Quando um usuário clica no resultado pensando que será sobre o tópico que pesquisou, ele não encontra o conteúdo que procurava, pois as palavras-chave são invisíveis. Se você é útil para o usuário, não é necessário ocultar o conteúdo do seu site.

A “isca e troca” é outro meio de induzir os motores de busca. Isso envolve a criação de conteúdo em torno de um tópico para o qual você deseja classificar.

Depois que a página estiver classificando os resultados para esse tópico, o conteúdo será trocado por outra coisa. Isso cria uma experiência negativa para os usuários, pois o conteúdo clicado para ver não existe mais.

Essas práticas enganam os usuários e os mecanismos de pesquisa e não são uma boa maneira de fazer SEO.

Escrever conteúdo original de qualidade é uma parte importante do white hat SEO. Não só é necessário evitar uma penalidade dos mecanismos de pesquisa, como também consolidar o seu site à parte. Criar conteúdo de alta qualidade cria confiança com seu público-alvo e transforma visitantes em clientes.

Leia mais: 6 dicas de como criar conteúdo para blogs e validá-los.

5. Links Pagos

Mecanismos de busca como o Google proíbem estritamente a compra e venda de links. Eles afirmam em seu site que “quaisquer links destinados a manipular o PageRank ou a classificação de um site nos resultados de pesquisa do Google podem ser considerados parte de um esquema de links e uma violação das Diretrizes para webmasters do Google“.

Isso inclui o envio de produtos gratuitos a sites em troca de links. Se você não tem certeza do que é uma troca aceitável, Matt Cutts, o ex-chefe da equipe de spam do Google, recomenda observar as diretrizes da FTC.

Você deve evitar o pagamento de qualquer outro site para vincular ao seu conteúdo. O Google pede que os usuários informem sobre instâncias de pessoas comprando ou vendendo links. Eles afirmam que vão penalizar tanto o comprador quanto o vendedor de links quando a prática for detectada.

Se você está lendo isto tendo comprado links sem perceber que esta é uma tática de black hat SEO, você deve removê-los o mais rápido possível.

Você também pode usar a ferramenta de rejeição de links, se não conseguir que os webmasters removam os links. Isso informa o Google para desconsiderar os links pagos ao calcular seu PageRank.

6. Forjar dados estruturados/rich snippets

Os dados estruturados também são conhecidos como rich snippets e schema. Eles permitem que você altere a forma como seu conteúdo é exibido nas páginas de resultados do mecanismo de pesquisa.

Isso faz com que seu conteúdo se destaque dos concorrentes e também lhe dá mais espaço nas páginas de resultados. Você pode adicionar dados estruturados a uma página exibindo um podcast, receita, livro entre outros produtos e serviços.

Comentários são provavelmente um dos tipos mais populares de dados estruturados.

Black hat SEO envolve o fornecimento de informações imprecisas em dados estruturados para enganar os motores de busca e usuários.

Por exemplo, alguém que pratica black hat SEO pode conceder a si mesmo cinco estrelas de um site de avaliações falso e adicionar dados estruturados para que eles se destaquem nas páginas de resultados de pesquisa.

Essa é uma prática muito arriscada, pois os mecanismos de pesquisa, como o Google, incentivam os usuários a denunciar sites que usem dados estruturados de maneira inadequada.

tecnicas-black-hat-seo-avaliacoes

Isso não deve impedir a marcação de informações verdadeiras e precisas em suas páginas da internet. Na verdade, eu recomendo adicionar dados estruturados do jeito white hat.

Você não precisa se preocupar com nada se fornecer informações verdadeiras que sejam úteis para os usuários. O Google documentou as regras sobre como adicionar dados estruturados em sites e também disponibilizou uma ferramenta útil para testar seus dados estruturados.

7. Spam nos comentários de blogs

Como o nome sugere, esta técnica envolve incluir um link para o seu site nos comentários de blogs. Essa prática acontece com menos frequência hoje em dia, já que os mecanismos de busca como o Google atualizaram seu algoritmo para descontar quaisquer links nos comentários de blogs.

A maioria dos blogs com autoridade agora cria links nos comentários do blog como nofollow por padrão. Isso significa que os mecanismos de pesquisa, como o Google, não seguem o link nem o link transmite nenhuma autoridade.

Apesar do declínio no número de pessoas envolvidas na prática, comentar em blogs com links para o seu site, é uma maneira de obter links para o seu site fazendo spam e é altamente recomendável evitar a prática.

Se você possui uma publicação, um fórum ou uma comunidade que permite comentários, precisa ter cuidado para garantir que sua seção de comentários não seja spam nem de bots e nem de pessoas.

Os mecanismos de pesquisa, como o Google, rebaixarão ou removerão completamente dos resultados da pesquisa as páginas que contêm spam.

O uso de ferramentas antispam, como a ferramenta gratuita reCAPTCHA do Google, é uma forma de reduzir o risco de conteúdo gerado pelo usuário de spam.

Como relatar o Black Hat SEO

Há dois motivos pelos quais você pode denunciar o black hat SEO:

  1. Seu site foi atacado por meio de um hack malicioso, vírus ou campanha de SEO negativa de links com spam.
  1. Você vê resultados da web com spam em uma palavra-chave competitiva em que seu site está classificado.

Você pode enviar um relatório de spam através das Ferramentas do Google para webmasters. Mas, por favor, use esta ferramenta com discrição. Spam não significa posições de pesquisa acima das suas! Reportar falsamente spam na web também pode ser considerado um black hat SEO.

No caso do seu site ter sido atacado por meio de um hack, vírus ou malware mal-intencionado, solicite uma revisão de malware depois de remover o código malicioso.

Caso o seu site seja alvo de uma campanha SEO negativa de links com spam, use a ferramenta Rejeitar links nas Ferramentas do Google para webmasters. E também tente entrar em contato com os webmasters que apontam esses links para seu website para removê-los.

Você está tentando construir um negócio duradouro?

Se sua resposta for sim, você deve evitar o Black Hat SEO a todo custo. Em vez disso, você deve procurar meios alternativos de melhorar seus rankings nos mecanismos de busca. Use ferramentas de SEO no seu blog ou seu site para impulsionar o tráfego e otimizar as conversões.

Não há dúvidas, depois de entender o que é black hat SEO, que ele é arriscado para as empresas e que não vale a pena participar. Que tal conhecer novas possibilidades?

Através de conteúdos em áudio, por exemplo, você pode aumentar o engajamento dos visitantes, o Tempo Médio na Página e assim melhorar o seu SEO e rankeamento nos mecanismos de busca. Solicite uma consultoria gratuita de Audio Marketing do Vooozer e descubra como potencializar sua estratégia de Marketing de Conteúdo.

Teste de performance de site

O que é teste de performance de site? 7 ferramentas práticas

Você desenvolveu todo um planejamento estratégico de marketing digital para aumentar a geração de tráfego no seu site, criou estratégias para calcular a taxa de conversão, aprendeu técnicas para criar conteúdos para blog, construiu uma estratégia de geração de leads, ou seja, fez todo o dever de casa para conquistar clientes utilizando as plataformas digitais, correto? Não.

Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir esse conteúdo!

Se você não estiver atento à performance do seu site, todo esse trabalho pode ser em vão. Por isso, desenvolvemos este texto com dicas gerais sobre a importância do teste de performance de site.

 

Por que investir tempo em testes de performance em sites?

 

Uma pesquisa recente realizada pela Akamai, juntamente com a Forrester Consulting, concluiu que 40% dos consumidores não esperam mais do que 3 segundos pelo carregamento de uma página em um site.

Além disso, 51% apontam que a principal causa para abandonarem um carrinho de compras é a lentidão do sistema do site. Um atraso de 2 segundos no tempo de carregamento durante uma transação, resulta em taxas de abandono de até 87%.

Dados como estes são um alerta para empresas de todos os setores, para a importância de se realizar o teste de performance de site.

 

O que é um teste de performance de site?

 

Um teste de performance de site pode ser usado para ver como um software ou um site pode lidar com o tráfego do usuário. Ao colocar uma demanda simulada em um aplicativo ou site, é possível analisar os pontos de interrupção e avaliar o comportamento esperado.

Especificamente, o teste de performance de site é usado para medir a capacidade de:

 

  • Resposta: quanto tempo o servidor demora pra responder às interações do usuário com o site.
  • Estabilidade: se o site se mantém estável e acessível 24 horas por dia.
  • Escalabilidade: se o site aguenta receber mais usuários de forma repentina sem sair do ar.
  • Confiabilidade: se o site é seguro e passa confiança ao usuário.
  • Velocidade: quanto tempo o site demora para carregar as informações por completo para o usuário.

Assim como uma mudança de código de uma equipe que está continuamente integrando novos recursos e correções de bugs pode afetar a aparência e a função de um aplicativo em diferentes navegadores e dispositivos, ele também pode afetar a rapidez com que o aplicativo ou site é carregado.

É por isso que os testes de performance de site são tão cruciais para uma estratégia de controle de qualidade completa – verificar o desempenho de uma aplicação e garantir que os clientes estejam experimentando uma navegação aceitável é fundamental para um software ou um site de alta qualidade.

 

Teste de carga versus teste de estresse

 

Quando pensamos em testes de desempenho, normalmente podemos separar os métodos em duas categorias – teste de carga e teste de estresse.

O teste de carga analisa as condições normais do seu aplicativo ou site, respondendo a perguntas como:

  • com que rapidez ele é carregado quando um usuário visita seu site?
  • com que rapidez carregará quando 15 pessoas estiverem no seu site de uma só vez?

O teste de carga é usado para garantir que o software funcione conforme o esperado em circunstâncias normais.

Leia também: Como aumentar as visitas de um blog e site com tráfego orgânico?

Alternativamente, temos testes de estresse. O teste de estresse desafia os limites de seu site para ver quanto de tráfego é necessário para diminuir o desempenho ou o interromper completamente.

Ao simular 10.000 usuários, por exemplo, um site provavelmente terá um desempenho diferente sob essa pressão do que no uso diário. Embora o teste de estresse abranja ambientes de testes improváveis é importante analisar riscos e pontos de ruptura.

Além disso, muitas empresas B2C e sites de comércio eletrônico online se resguardam ao fazer testes de estresse antes de eventos onde o tráfego intenso é esperado, como a Black Friday, por exemplo.

Se você não fizer testes de estresse nessas situações, apenas alguns minutos de inatividade poderão resultar em milhares de reais em vendas perdidas em um momento crítico para o sucesso da empresa.

Embora o monitoramento de desempenho tenha um objetivo semelhante ao teste de desempenho – para garantir que o site esteja funcionando sob as condições de tráfego esperadas – ele é executado de maneira totalmente diferente.

Em vez de simular o comportamento do usuário, uma ferramenta de monitoramento de desempenho é configurada para observar o aplicativo ou site, medir o tempo de resposta e enviar alertas se o site ficar inativo.

Isso é importante pelas mesmas razões que o teste de performance de site é importante.

Embora você queira testar o desempenho de seu site antes que os usuários encontrem um problema, você também quer saber se e quando seus usuários encontram um problema para que você possa corrigi-lo imediatamente antes que o tempo de inatividade afete sua reputação ou receita.

 

O que acontece quando você negligencia o teste de performance de site

 

Embora algumas organizações demorem a adotar uma estratégia completa de testes de performance de site, elas logo perceberão que não ter uma estratégia impactará negativamente suas metas de longo prazo.

À medida que testemunhamos um aumento no uso de dispositivos móveis, percebemos também que os consumidores têm menos probabilidade de usar sites e aplicativos que não atendem às suas altas expectativas e fiquem mais propensos a deixar seu site e comprar de sites concorrentes mais rápidos.

Por sua vez, por meio de testes regulares de carga e estresse, e correções devidas, os usuários ficarão mais propensos a permanecer em seu site desde a primeira vez que acessarem a página inicial até a finalização da compra.

Além disso, ao estabelecer a confiança como um site totalmente funcional, é mais provável que eles voltem.

 

7 ferramentas de teste de performance de site

 

Agora que você entendeu a importância do teste de performance de site, é hora de conhecer algumas ferramentas que irão te ajudar a realizar tais análises, identificando quais são os pontos de melhorias emergenciais e preventivas.

O teste de performance de site não está completo sem a ajuda de algumas ferramentas, sejam elas de código aberto, pagas ou uma combinação de ambas.

Separamos 7 opções de ferramentas para testes de carga, testes de estresse e monitoramento de sites.

 

  1. Google PageSpeed –  Como o próprio nome diz, a ferramenta faz parte do portfólio de serviços do Google e possibilita que você faça uma análise bem completa do seu site. É possível descobrir elementos em sua página que estão deixando-a lenta, por exemplo, além de oferecer sugestões para melhorar a navegabilidade e a experiência do usuário como um todo.
  2. GTMetrix –  A ferramenta faz uma análise com pontuação para a velocidade de carregamento, além de apresentar um relatório detalhado com pontos de melhorias estruturais. Análises para CSS, JavaScript, conteúdo e até de servidor. Todas assinaladas com índices de prioridade.
  3. JMeter – O Apache JMeter é uma ferramenta de código aberto para teste de carga e desempenho de medição. Como um aplicativo puramente baseado em Java, ele é usado para gravar, criar, monitorar e depurar aplicativos, servidores e redes diferentes. As pessoas preferem o JMeter por causa de sua instalação amigável e GUI, estrutura multi-threading e resultados visuais.
  4. Gatling – Gatling é outra ferramenta de software livre para testes de desempenho em aplicativos da Web e baseada em Scala, Akka e Netty. Ele é usado para ajudar a prever e detectar problemas com recursos que permitem automatizar testes, registrar testes, editar cenários, analisar afunilamentos e compartilhar resultados.
  5. Fiddler – O Fiddler é uma ferramenta gratuita de proxy de depuração usada para monitorar o tráfego. Ele pode ser usado em qualquer navegador, sistema ou plataforma e permite que você veja o peso total da página, isole gargalos, registre o tráfego e solucione problemas.
  6. WebLoad – O WebLoad tem uma versão gratuita e uma versão paga. Semelhante ao Neoload, a versão gratuita oferece 50 usuários virtuais. Além disso, o Load Generation Console simula grandes cargas de usuários em uma nuvem local, o painel de análise fornece modelos de relatórios compartilháveis ​​e integra-se a outros softwares de código aberto, como Selenium e Jenkins.
  7. LoadComplete – O LoadComplete é usado como uma ferramenta de área de trabalho para teste de performance de site, de carga e de estresse sem a necessidade de programação avançada ou habilidades de automação. Ele inclui recursos como gravação e reprodução, bem como programação visual e permite que você gere carga a partir de VMs, computadores locais e da nuvem para uma estratégia abrangente de teste e monitoramento de desempenho.

 

E aí, entendeu a importância do teste de performance de site para o seu negócio? Se ainda ficou com alguma dúvida, deixe sua pergunta nos comentários.

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ferramentas de seo para blog

9 ferramentas de SEO para blog que você deve testar

Como você pode trabalhar de maneira mais inteligente e rápida com o SEO?

É incrível a diferença que uma boa ferramenta pode fazer em nossa vida e também no trabalho. Imagine o tempo extra que você ganha ao executar suas tarefas de forma mais eficiente, garantindo também o bom gerenciamento dos resultados.

Sem tempo para ler? Quer descansar a vista? Então aperte o play abaixo e ouça esse artigo na íntegra:

E tudo começa com a escolha das ferramentas certas.

Selecionamos para esta lista 9 dicas de ferramentas de SEO para blogs. Essas ferramentas são rápidas, gratuitas e fáceis de usar. Esperamos que você encontre boas opções para começar a testar hoje!

 

9 ferramentas gratuitas e fáceis de SEO

 

1. Google PageSpeed ​​Insights

Verifica a velocidade e a usabilidade do seu site em vários dispositivos.

Insira uma URL e a ferramenta testará o tempo de carregamento e o desempenho para computadores e dispositivos móveis. Além de identificar oportunidades de melhoria (e dar um tapinha nas costas para quem está fazendo tudo certinho).

Os resultados para dispositivos móveis também contam com uma pontuação de experiência do usuário, classificando áreas como: pontos de toque e tamanhos de fonte.

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Dica bônus:

Além da ferramenta do Google, existem outras opções de ferramentas online que oferecem ótimas análises para o seu site. São elas:

  • O GT Metrix fornece um relatório fantástico e mais completo sobre insights para melhorar velocidade de carregamento de sites.
  • O Dareboost traz além de tudo melhores práticas de desenvolvimento para melhorar a estrutura do seu site.

 

2. SEMrush

Outra ferramenta de SEO para blog é o SEMrush.

O SEMRush é uma ferramenta premium que permite que os profissionais de marketing pesquisem as palavras-chave de um concorrente em resultados orgânicos (resultados normais exibidos na pesquisa) e pagos.

Usando a interface gratuita, você pode inserir o endereço do seu website ou do seu concorrente e obter uma boa visão geral do tráfego para o site, palavras-chave nas quais o site está classificado e muito mais. Isso é ótimo para análise e criação de novas estratégias que o destaquem dos seus concorrentes.

Pierre VeyratA ferramenta é cheia de funcionalidades e quem explica mais sobre ela e dá as dicas para aproveitar cada dado é o Pierre Veyrat, especialista em SEO.

A principal vantagem do Semrush é seu banco de dados de posicionamento de palavras-chaves. Todo mês, eu faço uma extração de todas as palavras-chaves posicionadas pelo site dos meus clientes.

Ao consolidar esses dados dentro de uma tabela Excel, você consegue criar tabelas dinâmicas onde será capaz de analisar mês a mês a evolução do posicionamento das palavras-chaves para cada página do seu site. Depois, basta você extrair também os dados do Google Analytics para poder cruzar os dados de tráfego com os dados de posicionamento das palavras-chaves.

Ao proporcionar a exportação de grandes quantidades de palavras-chaves, o Semrush permite que você faça qualquer tipo de análise aprofundada. Você pode:

  • Criar um dashboard com a evolução da quantidade de palavras-chaves indexadas em cada posição, mensalmente.
  • Todo início de mês, analisar quais palavras-chaves com mais de 250 buscas mensais ganharam mais de 3 posições e estão atualmente no top 10 (para identificar as fontes de crescimento).
  • Analisar quais palavras-chaves com mais de 250 buscas mensais perderam mais de 3 posições e estavam no top 10 o mês anterior.
  • Analisar a quantidade de palavras-chaves posicionadas pelos conteúdos em posições superiores a 10, para identificar quais posts precisam ser otimizados em prioridade de forma a atingir a primeira página.
  • Identificar se algum post importante perdeu palavras-chaves específicas, para re-otimizar o conteúdo de acordo com as quedas identificadas previamente.

 

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O Semrush proporciona ainda uma forma fácil e rápida de mergulhar no mundo de palavras-chaves do seu negócio.

 

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Para isso, basta identificar os grandes players do seu mercado e extrair todas as palavras-chaves posicionados por eles.

Depois, você pode analisar os concorrentes desses grandes players para identificar todos os principais players do mercado com o relatório de concorrentes do Semrush.

 

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Outro relatório interessante é a análise de backlinks onde é possível identificar:

  • Quantos backlinks o site tem de cada domínio (e a autoridade dos domínios)
  • Os textos âncoras usados nos backlinks

 

backlinks-analise

 

3. Planejador de palavras-chave do Google

Saiba o que as pessoas pesquisam.

Insira uma palavra-chave ou grupo de palavras-chave na ferramenta e o Google retornará com todos os tipos de estatísticas úteis para orientar sua estratégia de palavras-chave como:

  • Volume de pesquisa mensal;
  • Concorrência;
  • Até mesmo termos sugeridos que você talvez não tenha considerado.

A base de qualquer campanha de marketing em mecanismos de busca é encontrar as palavras corretas. E uma pesquisa criteriosa pode trazer ótimos tópicos para criar conteúdos em seu blog.

Você pode encontrar o Planejador de palavras-chave fazendo login no Google AdWords → Ferramentas → Planejador de palavras-chave.

palavras-chave-Google-Adwords

O Planejador de Palavras-chave fornece grande parte das funcionalidades da antiga Ferramenta de Palavras-chave. O foco, no entanto, está na geração de anúncios via Google AdWords e não na simples pesquisa de palavras-chave orgânica.

Alternativa: Keywordtool.io

No Keywordtool são mais de 700 ideias de palavras-chave baseadas em uma única palavra-chave. Insira a palavra-chave e a ferramenta fornece um grande número de variações de palavras-chave long tail, organizadas em ordem alfabética.

 

4. Moz Local Listing Score

Veja como está a presença online da sua empresa física.

O Moz processa dados de mais de 15 fontes diferentes – incluindo o Google, o Foursquare e o Facebook – para avaliar como seu negócio físico está no meio online. Os resultados vêm completos com uma lista de correções necessárias do que está inconsistente ou incompleto sobre a sua empresa.

É uma ferramenta muito usada em SEO para ver a autoridade de um site, que é uma métrica super importante. Quanto maior for a autoridade de um site, mais fácil seus conteúdos e páginas vão rankear no Google.

O Moz analisa basicamente alguns fatores para chegar a esse número de autoridade, sendo que o principal fator analisado é quantidade (e a qualidade) de backlinks que determinado site tem.


 

5. Open Site Explorer

Análise abrangente de links.

A versão gratuita do Open Site Explorer oferece uma visão rápida de uma ampla gama de links, incluindo uma visão dos links mais importantes e de suas páginas mais linkadas.

Neste etapa de análise de links, o Moz (que citamos no item 4) possui um plugin gratuito que pode ser instalado no Chrome. Assim quando você pesquisa algum termo, o plugin mostra rapidamente qual é a autoridade das páginas, quantos backlinks o site tem etc.

 

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6. Schema Creator

Personaliza a forma como os resultados da sua pesquisa aparecem.

Crie um código personalizado para que seus comentários, eventos, organizações e classificações sejam exibidos da maneira desejada nas páginas de pesquisa. Depois de criar seu código no Schema, copie e cole no seu website ou experimente o plugin gratuito do WordPress para uma implementação ainda mais fácil.

Veja um exemplo do Schema em ação:

ferramentas-seo-blog-schema

 

7. SERPs Rank Checker

Veja onde seu site está classificado para determinados termos nas páginas de resultado de buscas (SERPs). Você pode executar o Rank Checker de duas maneiras:

– Insira sua palavra-chave e seu site e veja onde você está.

– Deixe o campo de site em branco para visualizar a lista de resultados de uma palavra-chave.

 

8. Find Broken Links

Descubra erros no seu site.

O relatório de links da Ninja Internet Marketers examina todo o seu site e destaca vários insights sobre links, incluindo os links internos e externos que precisam ser corrigidos.

 

9. Copyscape

Verifica se há conteúdo duplicado em seu blog.

Insira uma URL para um blog ou site e o Copyscape informa onde mais esse conteúdo existe online. Você pode encontrar resultados para os quais precisará fazer um acompanhamento para ajudar a colocar seu SEO em ordem.

  • Yoast SEO: é um plugin WordPress. Com ele, você tem um conjunto de ferramentas sólidas que ajudam a melhorar o desempenho nos resultados das pesquisas.
  • Tiny PNG: é um site que compacta imagens automaticamente. Imagens menos pesadas favorecem o tempo de carregamento das páginas.
  • Redirection 301: é uma instrução para o servidor que informa que a autoridade do endereço 1 será remetida agora para o endereço 2.
  • AMP: Accelerated Mobile Pages. É uma iniciativa do Google em parceria com outros publishers para criar estruturas de carregamento rápido de conteúdos em dispositivos móveis.

Reunir uma lista de ferramentas de SEO para blog é uma tarefa extensa. Existem centenas por aí! Essas são apenas algumas das opções que existem na web que você pode usar em poucos minutos para obter insights incríveis.

Quais ferramentas de SEO são as suas favoritas? Você prefere ferramentas da web como essas ou plugins e planilhas? Conta pra gente sua opinião nos comentários.

Leia também: Conheça os melhores plugins WordPress indispensáveis em 2018.

 

Os serviços do Vooozer ajudam a área de Vendas das empresas a capturar mais leads e aumentar as vendas. Os posts em áudio facilitam a vida do usuário, além de auxiliar no marketing de conteúdo com engajamento dos leitores e melhor ranqueamento no Google.