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Como fazer um teste A/B: checklist para organizar essa tarefa

Quando profissionais de marketing criam landing pages, escrevem e-mails ou desenham botões de call-to-action, pode ser tentador usar a intuição para prever o que fará as pessoas clicarem e converterem mais.

Interessado em aprender sobre teste A/B mas está naquela correria? Aperte o play e ouça o artigo na íntegra!

Mas basear as decisões de marketing apenas no “feeling” pode ser muito prejudicial para os resultados. Ao invés de confiar em suposições para tomar essas decisões, é muito melhor executar testes de otimização da taxa de conversão (CRO) – um dos mais conhecidos é o teste A/B.

O teste A/B é valioso porque diferentes públicos se comportam de maneiras diferentes. Algo que funciona para uma empresa pode não funcionar necessariamente para outra.

Na verdade, os especialistas em CRO odeiam o termo “melhores práticas” porque talvez não seja a melhor prática para você.

Mas esses testes também podem ser complexos. Se você não for cuidadoso, pode fazer suposições incorretas sobre o que as pessoas gostam e o que as fazem clicar – decisões que poderiam facilmente desajustar outras partes da sua estratégia.

Continue lendo para aprender o que é teste A/B, ferramentas úteis e como fazer o seu teste para tomar as melhores decisões com base nos seus resultados.

O que é o teste A/B?

Um dos tipos mais fáceis (e mais comuns) de testes de CRO é chamado teste A/B.

Também conhecido como teste de divisão, o teste A/B retém parte do seu público para testar diversas variações de uma campanha ou projeto.

Em outras palavras, você está observando como uma versão de um conteúdo de marketing se comporta ao lado de outra ou um botão de call-to-action (CTA) verde versus um botão vermelho, para ver qual apresenta melhor desempenho.

Para executar um teste A/B, você precisa criar duas versões diferentes de uma parte do conteúdo, com alterações em uma única variável. Em seguida, você mostrará essas duas versões para dois públicos-alvo de tamanho semelhante e analisará qual deles teve melhor desempenho.

Por exemplo, digamos que você queira ver se a movimentação de um determinado botão de call-to-action para o topo da sua página inicial, em vez de mantê-lo na barra lateral, vai melhorar sua taxa de conversão.

Para fazer um teste A/B com essa alteração, você criaria outra página da web alternativa que refletisse a alteração da veiculação de CTA. O design existente – ou o “controle” – é a versão A. A versão B é o “desafiador”.

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Fonte: ConversionXL

Em seguida, você testa essas duas versões mostrando cada uma delas para uma porcentagem pré-determinada de visitantes do site.

A seguir temos uma lista de recomendações de ferramentas para teste A/B e na sequência vamos ver como configurar esse tipo de teste.

Ferramentas para testes A/B

  1. Google Analytics Experiments
  2. Convert Experiment
  3. A/Bingo
  4. Five Second Test
  5. Maxymiser

Como realizar testes A/B

1. Escolha uma variável para testar

Ao otimizar suas páginas da web e e-mails, você pode descobrir que existem muitas variáveis ​​para testar.

Mas, para avaliar a eficácia de uma mudança, você deverá isolar uma “variável independente” e medir seu desempenho. Caso contrário, você não pode ter certeza de qual delas foi responsável por alterações no desempenho.

Você pode testar mais de uma variável para uma única página da web ou e-mail. Apenas tenha certeza de que você está testando uma de cada vez.

Veja os vários elementos em seus recursos de marketing e suas possíveis alternativas de design, redação e layout. Outras coisas que você pode testar incluem linhas de assunto de e-mail, nomes de remetentes e maneiras diferentes de personalizar seus e-mails.

Lembre-se de que até mesmo alterações simples, como a alteração da imagem em seu e-mail ou as palavras no botão de call-to-action, podem gerar grandes melhorias. Na verdade, esses tipos de mudanças são geralmente mais fáceis de medir do que as maiores.

2. Identifique seu objetivo

Embora você avalie um número de métricas para cada teste, escolha uma métrica principal para se concentrar – antes de executar o teste. Na verdade, faça isso antes mesmo de configurar a segunda variação. Esta é sua “variável dependente”.

Pense em onde você deseja que essa variável esteja no final do teste de divisão. Você pode declarar uma hipótese oficial e examinar seus resultados com base nessa previsão.

Se você esperar para pensar em quais métricas são importantes para você, quais são suas metas e como as alterações propostas podem afetar o comportamento do usuário, talvez não seja possível configurar o teste da maneira mais eficaz.

3. Crie um ‘controle’ e um ‘desafiante’

Agora você tem sua variável independente, sua variável dependente e seu resultado desejado. Use essas informações para configurar a versão inalterada do que você está testando como seu “controle”.

Se você está testando uma página da web, esta é a página como ela já existe. Se você está testando uma landing page, este seria o design que você usaria normalmente.

A partir daí, crie uma variação ou um “desafiante”: o site, a landing page ou o e-mail que você testará contra seu “controle”.

Por exemplo, se você estiver se perguntando se incluir um depoimento em uma landing page faria diferença, configure sua página de controle sem nenhum depoimento. Em seguida, crie sua variação com um depoimento.

4. Divida seus grupos iguais e aleatoriamente

Para testes em que você tem mais controle sobre o público – como com os e-mails – é necessário testar com dois ou mais públicos-alvo iguais para obter resultados conclusivos.

Como você faz isso irá variar dependendo da ferramenta de teste A/B que você usa.

O plano Enterprise da HubSpot inclui uma ferramenta para condução de teste A/B em um e-mail, por exemplo, que já divide automaticamente o tráfego para as variações, de modo que cada uma receba uma amostra aleatória de visitantes.

Outras ferramentas, como o RD Station Marketing, da Resultados Digitais, também possui uma solução de teste A/B para disparo de e-mails.

5. Determine o tamanho da amostra (se aplicável)

O modo como você determina o tamanho da amostra também varia dependendo da ferramenta de teste A/B, bem como do tipo de teste A/B que você está executando.

Se você fizer um teste A/B de e-mail, provavelmente você deseja enviar um teste A/B para uma parte minimamente relevante da sua lista para obter resultados estatisticamente significativos.

Eventualmente, você escolherá um vencedor e enviará a variação vencedora para o resto da lista.

6. Decida quão significativos seus resultados precisam ser

Depois de escolher sua métrica principal, pense em como seus resultados devem ser significativos para justificar a escolha de uma variação sobre a outra.

O significado estatístico é uma parte super importante do processo de teste A/B, que é muitas vezes mal compreendido.

Quanto maior a porcentagem do seu nível de confiança, mais certeza você terá sobre seus resultados. Na maioria dos casos, você precisará de um nível de confiança de no mínimo 95% – de preferência até mesmo 98% – especialmente se for um experimento demorado para configurar.

No entanto, às vezes, faz sentido usar uma taxa de confiança menor se você não precisar que o teste seja tão rigoroso.

Um exemplo em que se poderia sentir mais segurança em reduzir o limite de confiança é um experimento que provavelmente vai melhorar a taxa de conversão em 10% ou mais, como uma seção redesenhada.

A conclusão aqui é que quanto mais radical a mudança, menos científico é preciso ser no processo. Quanto mais específica for a alteração (cor do botão, tamanho, etc.), mais científico devemos ser, porque é menos provável que a alteração tenha um impacto grande e perceptível na taxa de conversão.

7. Verifique se você está executando apenas um teste por vez em qualquer campanha

Testar mais de uma coisa para uma única campanha – mesmo que não seja exatamente o mesmo ativo – pode complicar seus resultados.

Por exemplo, se você fizer um teste A/B para uma campanha de e-mail direcionada para uma landing page ao mesmo tempo em que testa essa landing page, como saber qual alteração causou o aumento de leads?

Teste A/B: case Vooozer

Por Albert Hayfaz

Uma parte importante da estratégia de conteúdo do Vooozer é o envio de newsletters. Essa prática mantém nossa base informada sobre os novos materiais e gera um fluxo de audiência relevante para o nosso blog.

Por isso, sempre que possível executamos testes A/B com nossas newsletters. O teste mais recente foi em relação ao assunto de e-mail das newsletters, com o objetivo de aumentar as visitas ao no blog.

Definimos que a variável dependente, aquela que queríamos melhorar, seria o CTR. Ou seja, a [quantidade de cliques nos conteúdos] dividida pela [quantidade de e-mails enviados].

A ideia era descobrir se poderíamos ter melhores resultados trocando o assunto das newsletters, que normalmente começavam com “[Newsletter]”. A variável independente, portanto, foi o assunto do e-mail.

Nosso padrão era “[Newsletter]” e na sequência 3 palavras-chave relacionadas aos artigos sendo divulgados. Por exemplo:

  • [Newsletter] Storytelling, Mobile first, Conversão e mais 🔊

Começar o assunto com “[Newsletter]” era o controle e definimos como desafiante a palavra “Conteúdos”. Assim, para o exemplo acima, o assunto desafiante seria:

  • [Conteúdos] Storytelling, Mobile first, Conversão e mais 🔊

Fizemos alguns disparos para um número controlado de destinatários, sempre nessa linha de “Newsletter” vs “Conteúdos”, pois um único disparo não traria tanta validade aos resultados.

Após alguns disparos, a surpresa! Embora o desafiante tivesse tido um pouco menos de porcentagem de abertura que o controle, as taxas de cliques foram 19% superiores!

Ou seja, menos pessoas abriam o e-mail desafiante, mas mais pessoas clicavam nos conteúdos do e-mail.

No resultado geral dos testes, o desafiante obteve um CTR que foi 18,8% superior ao controle, como você pode ver na tabela a seguir:

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É difícil interpretar ou realmente entender essa variação. Afinal, todo o corpo do e-mail, inclusive os conteúdos sendo divulgados, eram sempre iguais nos dois casos.

Mas, se tivesse que chutar, eu diria que as pessoas tendem a abrir newsletters por obrigação, sem um intuito tão forte de consumir os materiais.

Ao passo que a palavra “conteúdos”, nada sexy mas ligada a consumo e aprendizado, pode acabar disparando diferentes gatilhos na mente das pessoas, resultando em mais cliques.

Acontece que um dos pontos fascinantes sobre os testes A/B é justamente isso: você não precisa saber explicar a variação dos indicadores para poder escolher a melhor opção e passar a gerar ainda mais resultados em suas ações.

Agora você está pronto para conduzir seus testes A/B e analisar os resultados.

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6 melhores landing pages com taxa de conversão de 40% a 90% – de acordo com especialistas em CRO

A busca pela primeira posição nos resultados de pesquisa do Google norteiam grande parte das estratégias de marketing digital. Entretanto, mais do que aumentar o tráfego do seu site, você deseja converter usuários em leads e em clientes, correto? Para te ajudar a ampliar seus resultados de conversão, destacamos neste artigo 6 exemplos que apresentam as melhores landing pages, com taxas de conversão de leads que chegam a até 90% (um caso impressionante de conversão).

Quer conhecer as melhores landing pages e entender os motivos de sucesso, mas está sem tempo para ler? Aperte o play e ouça o artigo!

Uma landing page pode alavancar ou destruir a sua campanha. Isso dependerá de como ela foi construída por sua equipe e o que ela oferece ao seu usuário.

As landing pages são oportunidades perfeitas para entregar ao seu público conteúdos ou serviços que eles desejam, mas se você apresentar a oferta errada ou desenvolver uma página de destino da maneira incorreta, terá jogado fora a oportunidade de converter um usuário e todo o seu trabalho de atração de tráfego terá sido em vão.

Você precisa estabelecer instantaneamente sua autoridade e apresentar um chamado realmente sólido à ação de maneira impactante e convincente para gerar seus leads. Tudo isso depende de como o layout da landing page foi construído.

Para te ajudar, reunimos alguns modelos gratuitos de páginas de destino. Faça agora o download de template de landing pages e comece a usá-los em seu negócio.

Otimizar a taxa de conversão, ou CRO, passa por diversos processos. A seguir, reunimos alguns deles relacionados à landing pages, mas você pode ter acesso a um guia completo sobre o que é otimização da conversão e como essa prática pode aumentar o seu retorno sobre investimento, o ROI.

Abaixo separamos o que consideramos as melhores landing pages hoje apresentadas pelo mercado e descrevemos requisitos importantes que elas atendem e que você pode também atender com a sua página. Então, continue lendo e confira 6 exemplos de landing pages realmente relevantes.

6 melhores landing pages, suas taxas de conversão e como são construídas.

1. Uber

A Uber é a maior empresa de transporte do mundo, sem ter nenhum carro. Como ela consegue? Captando motoristas. A landing page abaixo é uma das portas de entrada.

Entre os principais destaques da página estão:

  • Página limpa, sem muitos elementos gráficos e em tons mais claros. O botão do CTA (Call to action)se destaca com a cor verde.
  • Destaque para as principais vantagens do serviço.
  • Novamente o formulário é direto e simples.
  • O título é persuasivo, curto e direto.

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2. Airbnb

Você já deve ter ouvido falar do Airbnb. Assim como a Uber ele é um serviço que conecta pessoas. Ele permite que você encontre hospedagens em todos os países do mundo, sem exatamente ter um hotel como negócio.

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O grande chamariz é a estimativa de quanto o usuário poderia receber sendo um anfitrião. Para isso o site não pede nenhuma informação, o valor é baseado na localização do usuário.

Dessa forma o Airbnb diminui a resistência do usuário mostrando de imediato o grande benefício que ele terá ao participar de seu negócio. Neste caso: ganhar dinheiro (quem não quer isso não é mesmo?).

Na segunda metade de página de destino a empresa apresenta outras vantagens e destaca valores como segurança e respostas a perguntas frequentes.

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A grande jogada dessa página é ir direto às principais dores de seus usuários e resolvê-las. Essa deve ser a grande preocupação de todos os tipos de negócios.

3. Infográfico Pluga | 58% de taxa de conversão

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A Pluga é um software de automação de ferramentas web. A média de conversão das landing pages do sistema é de 50%, o que já é uma ótima taxa, entretanto, a página de destino apresentada acima se destaca com uma taxa de conversão de 58%.

A landing page é construída pensando nos principais tópicos citados ao analisar as melhores landing pages.

4. Tabela Descubra o Mundo | 42% de taxa de conversão

A Descubra O Mundo é uma agência de intercâmbio online. Suas páginas de destino oferecem materiais ricos e apresentam uma média de 42% de taxa de conversão.

Este é o caso de uma de suas melhores landing pages, que oferece uma tabela de melhores escolas para fazer intercâmbio.

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A página de destino oferece:

Formulário destacado.

Sem distrações, com apenas uma ação possível na sua página.

 

Apresentação dos tópicos abordados no material.

Alinhamento com a persona a qual a empresa atende.

 

5. Guia / Ebook de fotografia | 88,72% de taxa de conversão

A página oferece um guia de fotografia da vida selvagem com foco em atingir outros fotógrafos. O guia foi baixado várias centenas de vezes e a landing page atraiu uma taxa de conversão impressionante, atingindo 88,72%.

Sua página apresenta:

  • Fundo limpo e simples
  • Cores brilhantes em pontos específicos
  • Botão de CTA
  • Ênfase no ganho do usuário
  • Citações de testemunho
  • Um único campo a ser preenchido

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6. Ebook do Instituto da Cerveja | taxa de conversão de 71%

O ebook é o formato mais oferecido pelas melhores landing pages e foi a escolha do Instituto da Cerveja.

Com a estratégia, a página de destino conquistou uma taxa de conversão de 71%.

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A página segue as diretrizes das melhores landing pages, com um layout clean e informações que apresentam o material. Um destaque especial vai para o formulário, que mantém o padrão simples, mas apresenta a opção de um botão social, “preencher com Facebook”.

Sem o trabalho de preencher suas informações o usuário pode se sentir mais motivado a fazer o download do material.

Como construir melhores landing pages

O primeiro passo para você aprender a como aumentar a taxa de conversão de sua página é se inspirar em como as melhores landing pages são construídas. Alguns passos são obrigatórios e por isso separamos abaixo uma listinha do que não pode faltar em sua página de destino.

Se você já tem uma landing page, mas deseja otimizá-la ou se está pensando em iniciar uma estratégia que envolva as páginas de destino, fique atento no checklist abaixo sobre a anatomia de uma landing page.

Propósito

Antes de pensarmos sobre os elementos da anatomia de uma landing page, devemos entender qual o propósito ou objetivo dessa landing page.

Cores

Acredite, usar cores erradas pode atrapalhar a experiência do usuário e diminuir a conversão da sua landing page.

Títulos e Subtítulos

Você precisa conquistar o seu visitante no primeiro momento em que ele visita a sua página. Afinal, a primeira impressão é a que fica.

Descrição e Benefícios

A parte da descrição e benefícios servem como uma ferramenta a mais de convencimento para o usuário realizar a ação desejada, ou seja, converter!

Imagens e Vídeos

Imagens ou vídeos são ferramentas poderosas para engajar o visitante e ilustrar o conteúdo da sua página.

Formulários e CTAs

Essa é uma parte essencial da anatomia da landing page, pois é onde de fato o usuário irá realizar a ação que sua empresa deseja.

Depoimentos

Um aspecto que pode ser realmente um diferencial de uma landing page é a aprovação social. Muitas pessoas possuem dúvidas e questionamentos em relação à qualidade do produto ou então do conteúdo, por isso, a opinião de outros usuários que já tiveram contato com o material oferecido pode ser o empurrãozinho que faltava para a conversão desse contato.

Se você realmente estiver interessado em ter resultados como os apresentados nos exemplos acima, sugerimos que você acesse agora o ebook completo com 30 dicas para aumentar as conversões de suas páginas hoje! Um conteúdo exclusivo da Supersonic, com dicas práticas para você colher resultados de conversão como as melhores landing pages do mercado.

Você também pode ter acesso ao case de sucesso, Como criamos um novo site para a Rock Content que aumentou as conversões em mais de 150%.

Este conteúdo foi escrito pela Supersonic, uma empresa de consultoria completa que pode implementar essas e muitas outras técnicas de otimização de conversão para melhorar os seus resultados e vendas da sua empresa.

GUIA em 3 etapas para gerenciamento de leads

Quando se trata do funil de marketing e vendas, gerar novos leads e convertê-los em clientes são duas prioridades óbvias na lista de uma empresa. Muitas empresas, no entanto, encontram-se perdidas quando se trata do processo de gerenciamento de leads, os detalhes minuciosos que acontecem entre um lead entrar no sistema e fazer uma venda.

Quer saber como fazer gerenciamento de leads mas falta tempo para ler? Aperte o play e ouça o artigo!

Muitos leads são perdidos pelas equipes de marketing que simplesmente não sabem o que fazer com eles ou equipes de vendas que não coletam todas as informações necessárias do marketing quando recebem um lead.

É por isso que é importante enfatizar a necessidade de um processo de gerenciamento de leads bem desenvolvido. Você precisa ir mais longe no funil do que seus concorrentes para fazer o trabalho básico de preencher a lacuna entre marketing e vendas.

Como um exemplo de como é um processo de gerenciamento de leads, aqui está um panorama, dividido em três fases principais, para gerenciar seus próprios leads de marketing.

3 fases do gerenciamento de leads

Fase #1 – O processo de Marketing

É aí que tudo começa. Um lead é gerado e entra no sistema. Essencialmente, eles são colocados no radar da equipe e com o máximo de informações possível.

  1. Um lead vê sua mensagem nas mídias sociais, um anúncio pago, através de redes, ou o encontra organicamente – para simplificar, através de um ativo no topo do funil de marketing.
  1. Eles são atraídos por um material atrativo ou uma oferta para se inscrever em seu blog.
  1. O lead preenche um formulário em uma landing page para receber uma de suas ofertas, tornando-se um MQL (lead qualificado para marketing).
  1. Um novo nome é então adicionado ao banco de dados! A partir daqui, primeiro é necessário pesquisar, verificar e determinar se o lead é um bom perfil para a empresa e se a sua empresa também é para eles. O relacionamento deve ser mutuamente benéfico. Uma vez que isso tenha sido determinado, é possível “enriquecer” o registro com dados adicionais.
  1. Com base nos dados de entrada e/ou registrados, o lead é segmentado e inserido em um dos fluxos de trabalho para iniciar o processo de nutrição.
  1. As pontuações (lead score) são atualizadas automaticamente e acionam (por meio do fluxo de trabalho) um membro da equipe para entregar o conteúdo personalizado e outras oportunidades para o lead sob medida para o que você sabe sobre ele.

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Metodologia Inbound Marketing | Fonte: Hubspot.

Fase #2 – O processo de Vendas

Uma transição suave do marketing para as vendas está relacionado a um bom feedback. Os objetivos deste estágio de gerenciamento de leads são documentar toda a comunicação enquanto se aproxima um acordo, indo para o fundo do funil.

  1. Os leads que chegam diretamente dos formulários de contato, ou aqueles que solicitam uma consulta de fundo de funil, imediatamente passam pela fase de qualificação. Em outras palavras, eles são avaliados pela equipe de marketing para se tornarem leads qualificados de vendas (sales-qualified lead).
  1. Os formulários de fundo de funil costumam incluir uma oferta para uma sessão de consulta e funcionam como um período de qualificação.
  1. Em seguida, a equipe de marketing entrega os leads qualificados para a equipe de Atendimento ao Cliente para uma consulta na fase de descoberta.
  1. Antes da consulta, um questionário preparatório para o lead qualificado ajuda a sua estratégia a ser executada mais suavemente.
  1. Uma avaliação é realizada com base nas respostas do questionário e informações adicionais em tempo real são coletadas do lead.
  1. Os leads qualificados que passaram por essa discussão apropriada com a equipe de Atendimento ao Cliente são agendados para uma reunião de recursos e recomendações. É aqui que você executa o seu discurso (pitch) de vendas!
  1. Os produtos e serviços podem ser apresentados por um protocolo padrão. Uma análise estratégica personalizada é realizada, na qual são combinadas as ofertas da empresa com as metas do lead.
  1. Acordos gerais são feitos e o lead passa para a fase de proposta. Uma proposta simples descrevendo seus produtos e/ou serviços acordados é entregue.
  1. Se o lead fizer uma contraproposta para a oferta de alguma forma, ele entra na fase de negociações.
  1. Quando se chega a um conjunto de termos satisfatórios para ambas as partes, o lead assina a proposta, que serve como um acordo oficial. O lead foi convertido em cliente e está pronto para começar a trabalhar com a sua empresa!

Fase #3 – Remarketing

Essa fase do gerenciamento de leads pode ser resumida de forma bastante sucinta.

Os clientes existentes continuam a ser alimentados paralelamente com novos leads qualificados para marketing.

O ciclo de educação e revenda continua quando eles saem pela parte inferior do funil de vendas e (esperamos que!) entrem novamente.

[EXTRA] Software de gerenciamento de leads

De acordo com um estudo da Aberdeen, 71% das melhores empresas pesquisadas afirmaram ter utilizado a tecnologia de gerenciamento de leads.

As ferramentas automatizadas de gerenciamento de leads ajudam as empresas a monitorar o comportamento do cliente em potencial e participar de interações individualizadas e em tempo hábil, com maior probabilidade de gerar receita.

Uma das maiores razões pelas quais as empresas aproveitam o poder da tecnologia para gerenciar leads é o volume grande. Gerenciar milhares ou até milhões de leads de uma só vez é uma tarefa imensa para quase qualquer organização.

A melhor solução são as regras de automação orientadas por software capazes de processar leads na velocidade da luz, ao mesmo tempo em que introduzem as melhores práticas para garantir que as oportunidades prontas para compra sejam rapidamente identificadas e enviadas para as vendas.

A automatização do gerenciamento de leads pode fornecer oportunidades para a medição e a experimentação.

Por exemplo, você descobriu que agregar um conjunto de posts de blog e relacioná-los com webinars ao vivo ou gravados é eficaz e agora monitora as conversões e os principais indicadores de desempenho.

A nutrição de leads permite concentrar seus esforços em maximizar verdadeiramente seu marketing de engajamento para conversões otimizadas, em vez de lutar apenas para conseguir algo junto da ‘base de contatos’.

Um software de automação também melhora a qualidade dos dados do cliente, removendo os duplicados ou mesclando dados de clientes de fontes diferentes.

Essa funcionalidade importante fornece às vendas uma lista limpa e atualizada com a qual você pode trabalhar para ajudar você a conquistar mais negócios, com mais rapidez.

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Fonte: Hubspot.

As melhores soluções são fáceis de usar e incorporam todos os aspectos do marketing de entrada, incluindo:

  • Sistema de gerenciamento de conteúdo do site;
  • Criação e promoção de conteúdo (blogs, mídias sociais);
  • Conversão de leads (landing pages, formulários e calls-to-action);
  • Nutrição de leads (campanhas de gotejamento, conteúdo personalizado);
  • Automação de marketing (e-mail marketing, segmentação de lista, pontuação de leads, fluxos de trabalho de gerenciamento de leads);
  • Integração com software de CRM (transferência bidirecional de dados de leads, KPIs e comunicações);
  • Integração de aplicativos corporativos (aplicativos de atendimento ao cliente, sistemas de business intelligence).

E assim você tem um panorama nos componentes de um processo de gerenciamento de leads da vida real.

A abordagem de cada empresa será indubitavelmente diferente, mas esperamos que você encontre, pelo menos, uma referência útil para a estrutura do seu processo.

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MQL e SQL: como qualificar um lead de marketing ou vendas

Você provavelmente já ouviu falar, mas pode estar um pouco confuso sobre o que é MQL e SQL, estou certo? Se esse é realmente o seu caso, você chegou ao local certo. Neste artigo pretendemos te ajudar a compreender melhor o que significam essas siglas e como aplicá-las em seu negócio.

Quer ficar por dentro do que é MQL e SQL mas está sem tempo para ler? Aperta o play e ouça o artigo!

Se você tem um negócio há um certo tempo, deve ter notado que o ato de vender tem sido alterado. Os consumidores estão ficando mais exigentes a cada dia. Quer seu negócio seja B2B ou B2C, e mesmo que você esteja apenas começando, provavelmente já sentiu que as estratégias que funcionavam antigamente não trazem mais as mesmas respostas.

O que você pode não ter considerado é a necessidade dos processos de vendas acompanharem as mudanças no comportamento do consumidor e do fluxo de vendas.

Com um funil de compras mais extenso do topo até o fundo, e situações mais complexas, é essencial que todas as peças do processo de vendas tenham seus conceitos e nomes bem identificados.

Nesta postagem, detalharemos as principais diferenças entre um Marketing Qualified Lead (MQLs) e um Sales Qualified Lead (SQLs). O que é cada um desses dois termos e os conceitos importantes da nova realidade de vendas.

Junto com isso, mostraremos algumas maneiras de saber quando um lead qualificado dá o salto no funil a ponto de estar pronto para a venda, bem como destacamos algumas dicas para que esse processo seja ainda mais rápido.

Sugerimos que, dentro desse assunto, você aprofunde seu conhecimento com o artigo; “Aprenda como qualificar leads com dicas incríveis que funcionam”.

O que é um Marketing Qualified Lead (MQL) ou lead qualificado de marketing?

Vamos começar com uma definição simples.

Marketing Qualified Lead (MQL), ou lead qualificado de marketing, é um lead com maior probabilidade de se tornar um cliente em comparação aos outros leads. Essa métrica é baseada em análises de inteligência de leads feita pela equipe de marketing.

Em termos mais simples, qualquer lead que demonstra um certo nível de interesse ou envolvimento com sua marca, alerta a equipe de marketing de que o lead pode se tornar um cliente.

Qual o nível de interesse ou engajamento ideal, você pergunta? Isso depende das suas métricas.

A mensuração do nível de qualidade dos leads pode ser feita por meio do Lead Scoring ou mesmo durante o processo de prospecção. Isso ajudará você a determinar aqueles que provavelmente irão passar pelo funil. Infelizmente, não existe uma receita de bolo para todas as empresas.

Uma pessoa que entrou em seu funil através do preenchimento de um formulário, de um webinar ou de outros meios, pode não estar interessada em realizar uma compra. Esse tipo de lead são o que alguns chamam de “suspeitos” e precisam ser eliminados antes de desperdiçar uma chamada de vendas.

Os prospects, por outro lado, são leads que estão genuinamente procurando uma solução como a que você oferece. Eles devem ser medidos, qualificados e enviados para a equipe de vendas no momento certo – assim que um MQL atinge os critérios, ele se torna um SQL.

Existem algumas maneiras básicas para você julgar um lead e entender se ele tem “maior probabilidade de se tornar um cliente”. Você pode medi-lo manualmente ou utilizando o Lead Scoring (ou pontuação de lead).

  • Manualmente: alguma informação prévia, uma conversa por e-mail ou por telefone, te fez acreditar que aquele lead é qualificado para marketing.
  • Automaticamente: o Lead Scoring automático é feito através de um cadastro automático do marketing em um ferramenta de automação, que relaciona alguns aspectos do comportamento, ou de dados, do lead, com a ideia de sua empresa do que é um lead qualificado.

No Lead Scoring automático, você pode cadastrar no software de automação que gerentes e diretores, empresas com mais de x funcionários, negócios do segmento y e z, devem receber uma pontuação mais alta.

Essas informações são coletadas a partir do preenchimento dos formulários presentes nas landing pages. Além disso, você também pode cadastrar um fluxo sobre o comportamento do lead com o material que você envia.

Por exemplo, quando o usuário clica em um e-mail de case da empresa ou baixa uma planilha que é muito relacionada ao core business, isso atribui uma pontuação mais alta ao lead, que vai ser considerado qualificado para a equipe de vendas.

Leia também: Receita de bolo para otimização de landing page focada em conversão

O objetivo: descobrir quem está realmente interessado em comprar

O objetivo do estágio MQL de seu funil de vendas é identificar os dois tipos de MQLs. Não se preocupe, vamos explicar.

Existem dois tipos básicos de leads em qualquer funil.

  • Aqueles que podem e querem comprar (depois de alguma pesquisa e serem apresentados à sua solução)
  • Aqueles que não pretendem comprar nada

O seu propósito neste momento deve ser diferenciar aqueles que poderiam estar prontos para a venda em breve e aqueles que estão ocupando o tempo da sua equipe de vendas.

O que é um SQL, Sales Qualified Lead ou lead qualificado para vendas?

MQL e SQL não são, definitivamente, a mesma coisa. Um lead qualificado de vendas, SQL, não deve ser confundido com um lead qualificado de marketing, MQL.

Essa definição envolve o entendimento da terminologia, mas também (talvez tão importante) os indicadores dentro de seu próprio processo que alertam sua equipe para clientes em potencial que estão se movendo pelo funil.

Mais do que entender os termos como prospects, clientes em potencial, MQL e SQL, você precisa entender como sua empresa determina e segmenta os leads em seu processo de vendas, caso contrário, você acabará perdendo possíveis clientes. Esse é um dos processos mais importantes para entender o que é um SQL.

Sem uma série de eventos claros que alertem sua equipe de marketing e, em seguida, os representantes de vendas de quando um lead está pronto para receber um contato comercial e realizar uma transação, você estará lançando leads que não estão prontos à equipe de vendas e perdendo aqueles que estavam prontos antes.

Definição de leads qualificados para vendas

Sales Qualified Lead (SQL): um cliente em potencial que foi pesquisado e examinado – primeiro pelo departamento de marketing de uma organização e depois por sua equipe de vendas – e está pronto para a próxima etapa do processo de vendas.

Essencialmente, isso é alguém que veio até você por meios orgânicos ou de divulgação e manifestou interesse em seus produtos em algum grau.

Depois de expressarem interesse suficiente, eles são exibidos ou passados do marketing para a equipe de vendas que, em seguida, irá criar uma relação com esse contato.

O processo geral deve ser semelhante em qualquer organização com uma equipe de vendas e marketing.

É importante que você entenda as principais coisas que precisam acontecer antes que um MQL se torne um SQL:

  • Uma chamada com uma isca foi enviada
  • Ele foi considerado um prospect genuíno
  • Esse lead foi educado
  • O contato acabou “levantando a mão”, estando pronto para uma conversa

O processo MQL pode levar algum tempo, mas quando a equipe de vendas entra em ação, as coisas tendem a acelerar.

É esse ritmo mais rápido que exige a necessidade de um ótimo sistema de identificação de quando um lead atinge esse patamar e está pronto para a equipe de vendas.

MQL e SQL quais suas diferenças básicas?

Obviamente, existem algumas diferenças entre o SQL e MQL.

Que tal um exemplo?

Se uma pessoa faz toda a conversa, é uma palestra. Você está ensinando uma audiência. Dando uma grande imagem de um mundo que pode ser criado com as coisas que você vende.

O marketing é mais parecido com uma grande conferência e quando seus “alunos” começam a levantar as mãos, você começa a conversar.

Lembre-se: vendas (especialmente com itens de ticket mais altos) sempre envolvem uma conversa.

A maior diferença e indicador que o seu MQL pode estar pronto para a venda, se tornando o SQL, é a sua vontade de transformar a palestra em uma conversa. Então, se por um lado o lead qualificado para o marketing ainda está ouvindo a palestra e realmente analisando se ela é relevante para o seu negócio, por outro, um lead que está pronto para se tornar um SQL quer participar da conversa. Ele está pronto para dialogar e não quer mais só ouvir.

Observe que o marketing e suas ações também envolvem interações. Mídias sociais, formulários de adesão, respostas por e-mail são todos tipos de comunicação que podem acontecer durante a fase de marketing. Estas ações são o que chamamos de engajamento.

A maior diferença entre o engajamento no funil de marketing e um lead à procura de conversa é com o que, como ou com quem eles interagem. Mais uma vez, isso pode diferir de uma empresa para outra.

Alguns exemplos podem auxiliar a compreensão:

  • Registro ou participação em um webinar: se ele estiver em um conteúdo mais amplo provavelmente não se moverá de MQL para SQL. Entretanto, se o webinar explicar X maneiras que o produto Y pode melhorar a produtividade na sua empresa, e isso estiver ligado ao core business do produto ou serviço que sua empresa entrega, o lead pode estar próximo da conversão.
  • Resposta por email: se você enviar um recurso (como o link da página de preços ou de um case de sucesso) por e-mail e o lead responder com algumas perguntas, ele pode estar pronto para receber uma chamada de vendas.
  • Preenchendo um Formulário de Contato: ter maneiras dos visitantes entrarem em contato com sua empresa pelo site pode ser uma maneira fácil de identificar aqueles que estão mais adiantados no processo de vendas. Se o lead, por exemplo, converter em uma página “fale com um de nossos consultores”, ele está próximo a se tornar um cliente.

Quando um lead qualificado de marketing (MQL) se torna um lead qualificado para vendas (SQL)?

A ponte entre marketing e vendas é crítica.

Com isso dito, aqui estão alguns indicadores e recursos para ajudá-lo a identificar o momento-chave em que um MQL deve passar para a prontidão das vendas.

Lead Scoring

É preciso que você esteja trabalhando com um bom software de CRM.

Um bom software incluirá algum tipo de capacidade de pontuação. O objetivo de colocar um valor (uma pontuação) em cada lead é identificar quando ele atinge um determinado nível (com base em dados de pesquisas e dados anteriores), ideal para ser encaminhado para as vendas.

Imagine que você tem uma empresa de consultoria financeira para pequenas empresas e desenvolve uma landing page para disponibilizar o uso gratuito do seu software por 15 dias. Em troca, você solicita algumas informações que devem ser preenchidas em um formulário.

Você concorda que, um estudante de administração curioso, não é um lead tão qualificado quanto um gerente financeiro de uma empresa? Nesses casos é fundamental que você coloque no formulário questões relacionadas à atividade profissional desse contato. Dessa forma, por meio de um cadastro de fluxo, você poderá atribuir pontos diferentes a seus leads, por exemplo:

  • Se o lead se cadastra como gerente ou diretor, ele recebe uma pontuação B (mais importante)
  • Se ele se cadastra como estudante, recebe uma pontuação D (menos importante)

A definição das características que irão qualificar um lead, são diferentes de empresa para empresa e devem estar relacionadas à sua persona.

Talvez, neste momento, seja necessário que você aprenda um pouco mais sobre a pontuação de leads, por isso indicamos que leia o artigo; “O que é Lead Scoring e como aplicar para otimizar vendas?”

Como mencionamos, o comportamento do consumidor está mudando e os funis de vendas estão se tornando cada vez mais complexos.

Em vez de enviar de dois a três e-mails para seus leads e depois encerrar a comunicação, é necessário um método mais sofisticado de identificar onde seus leads estão no processo de decisão de compra.

Vender cedo demais (ou tarde demais) faz toda a diferença na sua taxa de conversão.

O funil real se parece mais com um tornado, onde os leads giram e vagarosamente vão até o fundo através do conteúdo relevante e da interação. Para que você possa compreender de maneira mais ampla este conceito, indicamos a leitura de Seria a morte das etapas do funil de vendas? [novo modelo]”, no qual questionamos o formato de funil e trazemos o formato de círculo para discussão.

O elo perdido na maioria das empresas

Muitas empresas simplesmente enviam cegamente o lead do marketing para vendas quando ele atinge o pré-requisito estabelecido no CRM. Isso é provavelmente um erro.

Em seu pipeline de vendas, o ponto entre o MQL e o SQL é onde a maior parte do dinheiro vaza.

A solução é uma etapa interdepartamental em que um representante de vendas tem a chance de interagir diretamente com o lead (preferencialmente via telefone).

A equipe de marketing deve estar fortemente envolvida, já que a conversa incluirá muitos dados perspicazes que podem ser usados ​​para:

  • Melhor pontuação de leads futuros
  • Eliminar leads que não estão dispostos a comprar
  • Criar um conteúdo melhor que melhore os leads para a equipe de vendas

Esta etapa é um reconhecimento de que um lead atingiu o nível de pontuação de SQL.

O que precisa ser abordado na chamada?

Boa pergunta.

Primeiro, não é uma chamada de vendas. É uma chamada para determinar uma das três coisas:

  • O lead está pronto para uma demonstração ou chamada de vendas
  • O lead precisa de mais nutrição no funil
  • O lead não é realmente qualificado

Transição bem-sucedida entre MQL e SQL

Depois que o lead é “considerado pronto” pelo pessoal de marketing e pela equipe de vendas, ele é oficialmente transferido para um SQL.

O mais comum é que uma chamada de vendas já tenha sido agendada e o lead esteja mais animado para falar sobre o produto do que nunca. E toda a equipe ficará animada à medida que sua taxa de conversão aumentar ao longo do tempo.

O lead é um SQL, e agora?

Converter um MQL para um SQL não significa negócio fechado. Significa apenas que sua equipe de vendas irá atuar para converter um lead que já está muito próximo de se transformar em cliente, mas que ainda não se transformou.

Veja algumas dicas para garantir que a porcentagem máxima de SQL entre na pasta de contratos assinados:

  • Preparação: desde que o lead tenha passado por um funil de marketing, você tem um arsenal de informações sobre ele. Veja os recursos que ele baixou, o caminho que ele percorreu e até mesmo o envolvimento que tiveram com esses recursos. Se você procurar insights, essa informação começará a contar uma história com a qual você pode trabalhar em sua ligação.
  • Procure entender: tenha em mente que você está tentando resolver um problema. Esta é uma mentalidade diferente do que apenas vender um produto. É uma conversa, certo? Então estabeleça um diálogo. A palestra acabou, agora você está procurando um parceiro de longo prazo.
  • Continue sua história: um grande erro que muitos cometem é ter esse belo processo de marketing e encerrar abruptamente essa comunicação com um processo de venda final curto e amargo. Faça das suas vendas uma parte do processo fluído e próximo estabelecido enquanto o contato era um MQL.

A chave para ter um ótimo processo é a capacidade de definir a diferença entre os MQL e SQL, enquanto manipula a transferência do lead da equipe de marketing para a equipe de vendas.

Você sabe que está fazendo isso bem quando os leads andam no processo sem sentirem nenhuma mudança de tratamento. Isso levará a construção de uma ótima ponte entre suas equipes.

Se você tem uma falha de união entre vendas e marketing, os leads vão sentir esses problemas, mesmo que por telefone. A maior falha, em muitas organizações, é a que existe na passagem de um lead de uma equipe para a outra. Então muita atenção nesse processo.  

Agora que você já sabe o que é um SQL e MQL, bem como aprendeu como transacionar seus leads pelos departamentos, é hora de colocar as dicas em prática e aumentar suas vendas. Boa sorte!

Esse post foi escrito pela  LAHAR, um software de automação de marketing robusto com essas e muitas outras funcionalidades.

Etapas funil de vendas

Seria a morte das etapas do funil de vendas? [novo modelo]

Você está procurando um modelo que apresente as etapas do funil de vendas e que possa ser usado para aumentar sua taxa de conversão? Neste artigo, vou te orientar nas diferentes etapas do funil de vendas e compartilhar 13 maneiras de aumentar sua taxa de conversão por meio de estratégias para fazer o cliente caminhar por todos os estágios do funil.

Sem tempo ou disposição para ler? Aperte o play e ouça o artigo!

Antes de nos aprofundarmos nas dicas que te ajudarão a aumentar a taxa de conversão da sua estratégia, é importante que estejamos na mesma página sobre o que é um funil de vendas e o que você deseja otimizar nos diferentes estágios do funil de vendas.

Seria a morte do funil de vendas? Um novo percurso.

Por definição, um funil de vendas é uma ferramenta que te ajuda a visualizar onde seus clientes em potencial estão dentro de uma jornada do consumidor.

Um funil de vendas é amplo na parte superior, pois os clientes em potencial dos mais variados níveis de interesse são atraídos. Eventualmente, os mais engajados são canalizados para a parte inferior do funil para serem transformados em vendas reais.

 

etapas funil de vendas

Enquanto na maioria das apresentações de funil de vendas você verá um gráfico semelhante ao acima, algumas linhas de pesquisa já apresentam o funil (que não seria mais um funil, não é mesmo?) em formato de círculo, como apresentado abaixo:

ETAPAS FUNIL DE VENDAS

Segundo essa metodologia, os clientes em potencial se deslocam do lado de fora do círculo para o seu interior à medida que se tornam mais familiarizados com o seu negócio.

São 5 etapas no funil de vendas apresentado, e em tradução livre, você pode entendê-las, de fora para dentro, do azul escuro ao vermelho como:

  • Atraia a Comunidade (Attract the Community)
  • Engaje a multidão (Engage the Crowd)
  • Eduque seu lead (Educate the Committed)
  • Converta clientes (Convert the Customers)
  • Fidelize seu público (Remember the Crore)

Seus objetivos também mudam à medida que o cliente se movimenta pelas etapas do funil de vendas.

  • Primeiro, você deve atrair o público que não está familiarizado com o seu negócio.
  • Então, envolva aqueles que agora sabem que você existe.
  • Em seguida, eduque os interessados em fazer uma compra.
  • Agora, converta clientes que estão prontos para comprar.
  • Por fim, lembre-se de seus principais fãs que já fizeram uma compra.

Muitas vezes, as empresas tentam converter um prospect logo no primeiro contato. Dentro da lógica do funil de vendas, essa não é a melhor tática.

Em vez disso, pense em mover seu cliente pelo funil com uma série de pequenas ações que resultam em pequenas conversões. Isso acabará resultando em uma venda.

5 etapas do funil de vendas

#1 Atraia a Comunidade

Você já parou para pensar em quantas pessoas que adorariam comprar o que você está vendendo não têm ideia de que sua empresa existe?

Esse é um princípio básico: se eu não sei sobre a sua existência, eu não posso comprar de você.

As táticas mais comuns para atrair novos prospects são:

Inicie um Blog

Escreva algo de valor relacionado ao seu produto, indústria ou às dores do seu público.

Você já deve estar cansado de ouvir sobre as vantagens do marketing de conteúdo, não é mesmo?  Pois agora é hora de parar de só ouvir e iniciar sua produção de conteúdo com o objetivo de atrair e converter clientes.

Para iniciar sua estratégia de conteúdo, sugerimos que leia o material exclusivo do Vooozer, “Como escrever um artigo para blog perfeito? Narrando-o! Entenda como”.

As publicações de artigos em seu blog também ajudarão seu site a ser encontrado nos motores de busca. Dessa forma, quando seus clientes em potencial utilizarem plataformas de pesquisa como o Google para sanar dúvidas, eles poderão encontrar seus artigos e poderão acessar seu site ao invés do site de seus concorrentes.

Se seu objetivo é rankear seu conteúdo nas primeiras posições de resultados no Google, busque pelas melhores ferramentas de SEO para blog e otimize sua plataforma e seu conteúdo.

Redes Sociais

Os consumidores contam hoje com suas redes sociais para encontrar informações, referências e avaliações sobre serviços, produtos e marcas.

Eles esperam que uma empresa esteja disponível para perguntas no Facebook e no Twitter. Eles procuram por tutoriais e instruções no Pinterest e no YouTube. Eles querem um vislumbre dos bastidores do seu negócio no Instagram. A prova social cria confiança e ajuda a aumentar as conversões.

Atenda seus clientes desenvolvendo uma presença ativa nas redes sociais que fazem mais sentido para sua empresa. Isso também ajudará seu rankeamento nos mecanismos de busca.

Invista em mídia paga

Campanhas CPC, ou custo por clique, permitem que você veicule anúncios em plataformas diversas e pague apenas quando um usuário clicar em sua publicidade.

Você deve usar campanhas de CPC para direcionar tráfego para seu site ou para landing pages nas quais tentará capturar o endereço de e-mail do seu possível cliente.


#2 Envolva a multidão

Após apresentar a sua empresa para o público, você pode começar a buscar um envolvimento entre a sua marca e o potencial cliente. Incentive esse prospect a se relacionar com você, mesmo sem uma efetiva compra.

A melhor maneira de fazer isso é oferecer um ímã que ajude a resolver possíveis problemas desses usuários, em troca de seu endereço de e-mail. Você pode por exemplo, oferecer um e-book ou audiobook com informações valiosas em troca do endereço de e-mail do usuário.

Algumas estratégias são fundamentais nessa segunda etapa, entre elas:

Landing Page

Uma landing page é uma página em seu site com conteúdo que trata de um problema específico e oferece uma chamada à ação, ou call to action, o CTA.

Seu objetivo é capturar as informações de contato de seu possível cliente ou fazer uma venda.

Envie seu tráfego para uma landing page e você poderá aumentar sua taxa de conversão.

Já parou para pensar em como calcular a taxa de conversão de seu site? Sugerimos que leia também esse artigo e descubra como esse dado pode interferir em sua estratégia.

Call to Action

Para cada página do seu site, pergunte a si mesmo: oque eu desejo que esse leitor faça?

  • Eles precisam ligar para marcar uma consulta?
  • Preencher um formulário de contato?
  • Baixar um e-book ou outro material rico?
  • Assistir a um vídeo?

Não deixe que seu prospect entre em seu site e saia sem ter realizado nenhuma ação. Decida a ação que você deseja que seu cliente realize e adicione uma frase de chamariz clara, incentivando que esse usuário se envolva com o material proposto.

Formulários

Os formulários de contato ou os formulários de comentários muitas vezes são ignorados como oportunidades para adicionar inscritos à sua lista de e-mails.

Inclua uma opção para o visitante escolher receber seu boletim informativo por e-mail.

#3 Eduque seu lead

Agora que o usuário converteu em uma landing page, interagiu com um CTA ou respondeu a um formulário, você tem o lead em suas mãos e é hora de nutri-lo.

Eduque seu lead sobre seu produto ou serviço. Seu cliente em potencial tem dúvidas. Seu trabalho é respondê-las.

Leia também: Como gerar leads qualificados e aumentar vendas em 7 passos

Você pode educar seu cliente em potencial usando os seguintes métodos:

E-mail marketing

Você pode começar a educar prospects sobre sua empresa usando uma simples estratégia de e-mail marketing.

Utilize um software de automação de marketing para criar um fluxo de nutrição e tenha em mente o local em que o lead converte. Se ele converte em uma etapa mais do fundo do funil (ou do centro do círculo), como por exemplo um e-book sobre como automatizar o marketing, no caso de uma empresa de automação de marketing, você pode ir direto ao assunto e falar da sua empresa e das vantagens da contratação.

Entretanto, se o lead converteu em uma landing page de topo, fazendo o download, por exemplo, de um e-book “10 estratégias de marketing digital tendências de 2018”, o ideal é que você vá avançando o lead pelas etapas de forma gradual, enviando mais conteúdo sobre o assunto até que ele esteja pronto para receber um e-mail mais de fundo de funil.

#4 Converta clientes

Nesta etapa do funil de vendas você deve dar oportunidades claras de compra aos seus leads.

Algumas estratégias podem te ajudar:

Conteúdo direcionado

Muitas plataformas de comércio eletrônico, por exemplo, se integram aos softwares de e-mail marketing para que você possa enviar promoções via e-mail para clientes atuais e potenciais.

Use essa integração para configurar a automação de e-mail marketing oferecendo produtos e ofertas especiais a clientes que chegaram até essa etapa do funil de vendas.

Você pode oferecer frete grátis para clientes que abandonaram o carrinho de compras sem comprar ou dar um desconto aos clientes que visualizaram um determinado produto várias vezes, mas não finalizaram a transação.

Se seu negócio for B2B, você pode aplicar a mesma lógica. Por exemplo, direcionando uma comunicação específica para leads que visitaram uma página mas não cumpriram a ação desejada, ou enviando um conteúdo complementar para usuários que baixaram um determinado material.

#5 Fidelize seu público

É mais fácil vender para um cliente existente do que conquistar um novo. Você investiu muita energia e dinheiro na conquista de um cliente – não o deixe de lado agora!

Lembre-se daqueles que já fizeram uma compra oferecendo:

Referências

Pergunte aos seus clientes se eles conhecem alguém que se beneficiaria com seu produto ou serviço. Ofereça um desconto em sua próxima compra se ele indicar um cliente em potencial que se tornar um cliente real, por exemplo.

Upsells e vendas cruzadas

Incentive o cliente a comprar itens, pacotes ou complementos do produto ou serviço já comprado durante e após a venda. Você pode fazer isso durante o processo de check-out ou como um e-mail de acompanhamento um tempo após a contratação de um serviço inicial.

Lembretes

Dê aos seus clientes uma ajuda, lembrando-os de datas importantes relacionadas ao seu produto ou serviço, como por exemplo Dia das Mães, Dia dos Namorados ou férias escolares.

Gratidão

Mais importante, não se esqueça de simplesmente agradecer!

Envie, por exemplo, um e-mail de feliz aniversário a seus clientes e ofereça um cupom ou brinde para comemorar essa data. Pode ser tanto algo simples como uma ideia mais elaborada.

Gostou das nossas dicas para aplicar na prática ações para cada etapa do funil de vendas? Quer desenvolver estratégias para aumentar o engajamento de seu público e consequentemente aumentar conversões e vendas? Conheça a metodologia do Vooozer!

Além de publicar posts em áudio facilmente através da nossa plataforma e serviço de narração, você pode usar nosso player para capturar leads e aumentar suas vendas. Funcionalidade importante e que contribui para o sucesso da sua estratégia e gestão de conteúdo digital.

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