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Passo a passo: como fazer um podcast de sucesso

Então você quer saber como fazer um Podcast?

Então, estamos aqui para ajudá-lo ao longo do caminho.

Neste artigo, vamos orientá-lo em todas as etapas do lançamento do seu programa, desde o planejamento até a publicação. No final, você saberá exatamente como fazer um podcast e, com sorte, estará motivado para fazer isso o quanto antes!

Já que você planeja fazer um podcast, aperte o play acima para ouvir o artigo e se habituar mais com conteúdos em áudio.

Criar um podcast é uma estratégia que complementa muito bem a estratégia de Audio Marketing. Você pode pensar nos dois como ferramentas-chave para sua estratégia de marketing de conteúdo.

Então vamos começar!

Como criar um Podcast

  1. Planeje seu podcast, do ouvinte, ao problema, à solução única.
  2. Nomeie seu podcast – e não demore para fazer isso!
  3. Planeje episódios iniciais para ter uma ideia de seu tópico e sua longevidade.
  4. Escolha um formato que equilibre qualidade e sustentabilidade.
  5. Escolha o seu equipamento e use-o para gravar seu show.
  6. Produza seu programa de maneira sustentável.
  7. Publique seu podcast no iTunes ou em outros lugares.
  8. Pense nos próximos passos, novos objetivos que você quer alcançar.

Simples assim!

Cada etapa relaciona-se com um tópico abaixo, portanto, leia os detalhes completos. Nós realmente esperamos que este guia lhe dê as habilidades e a inspiração para começar.

Planejando seu podcast

Há duas grandes perguntas que você precisa se fazer aqui e elas estão juntas.

Passo 1: Sobre o que é seu podcast?

Então, primeiro, por que você quer fazer um podcast? Você é freelancer? Um negócio? Ou um gerente de marketing?

Nesse caso, você pode ter identificado o podcast como uma ótima maneira de criar autoridade e fornecer a seus clientes e público-alvo conteúdo valioso e divertido.

Ou você está olhando para o podcast de uma perspectiva de hobby? Isso pode significar que você criará um programa em seu tempo livre. E o assunto será algo pelo qual você é apaixonado.

Em ambos os casos, você pode identificar seu “porquê” aqui. É importante ter isso em mente para que você possa se manter motivado, mesmo quando estiver encontrando dificuldades para se apresentar.

E quanto ao seu “quem”?

Passo 2: Para quem é seu podcast?

Se você está fazendo isso do ponto de vista comercial e é, por exemplo, um personal trainer que quer fazer um podcast de saúde e fitness: então seu público-alvo pode ser pessoas interessadas em alimentação saudável, perda de peso, exercício ou musculação.

Muitas pessoas inteligentes falam sobre a criação de personas de ouvintes. É uma boa ideia esboçar exatamente quem você gostaria que ouvisse seu conteúdo. Essa persona é algo para se ter em mente toda vez que você planeja um episódio: “João, nosso ouvinte persona, seria assim? Isso está focado no que ele gosta, no que ele está interessado?”

Essa persona e essas perguntas ajudam você a manter seu programa focado e no caminho certo. E ambos criam um conteúdo mais envolvente.

Então, nós sabemos quem você quer alcançar e como você os alcança? Você precisa dar às pessoas uma razão para ouvir. Isso significa criar um conteúdo do qual elas tiram algo quando ouvem.

Passo 3: Dê-lhes uma razão para escutar

Se você está fornecendo informações que ajudarão alguém a perder peso (no caso do nosso personal trainer), ou fazendo uma entrevista realmente divertida com um de seus autores favoritos, você está fornecendo valor para seu ouvinte.

Não apenas você deu a eles uma razão para ouvir, você lhes deu um motivo para voltar mais vezes. É importante pensar sobre isso nos estágios de criação do seu plano editorial. Você pode escrever de 10 a 15 episódios em potencial que você acha que seu público-alvo adoraria ouvir?

Precisa de mais ajuda de como fazer um podcast para planejar seu programa e garantir que ele tenha a melhor chance de decolar? Tem mais ajuda nos próximos tópicos.

Nomeando seu podcast

Passo 4: Nomeando o podcast

Há três campos principais quando se trata de nomear seu programa.

O nome inteligent

Você pode pensar em um nome realmente inteligente para o seu show. Mas lembre-se de que as pessoas precisam encontrá-lo quando estão pesquisando informações sobre seu tópico.

Se você tiver um nome inteligente para o seu programa, tente incorporar uma descrição no título. Não há sentido em publicar um ótimo tipo de conteúdo se ninguém conseguir encontrá-lo.

Por exemplo, um podcast com o nome “Caminho para Maior Resistência”. É provável que caia na categoria “nome inteligente”, mesmo que não seja tão esperto… Então, para dar um pouco de descrição, também pode-se usar um slogan: O Guia do Líder Incomum – para complementar.

O nome descritivo

A escolha pesquisável (mas alguns podem dizer chata) é simplesmente chamar seu programa da busca do que seu público-alvo está procurando.

Se o nosso personal trainer chamou seu show de “The Fitness Podcast”, então não há absolutamente nenhuma dúvida sobre o que o programa é. É uma boa ideia, embora possivelmente reduz o quão memorável é, só um pouquinho.

Evite ser muito longo e prolixo, se você seguir esse caminho. Lembre-se de que você precisará dizer muito o nome do podcast ao gravar seus episódios, por isso certifique-se de que consegue falá-lo naturalmente.

Usando seu próprio nome

Essa opção é praticamente um não-não, a menos que você já tenha uma audiência. Se alguém começou o “Show do Carlos Lima” que fala sobre escalada, as pessoas apenas pensariam “quem é Carlos Lima?”

E passariam para o próximo podcast. Novamente, você pode incorporar isso ao nome do seu programa junto com algo descritivo (“Escalada, com Carlos Lima”). Mas evite nomear o programa depois de você sem nenhum outro detalhe.

Planejando seus episódios

Passo 5: Quanto tempo deve ter o episódio de um podcast?

A duração do podcast depende apenas do conteúdo. Não reduza o conteúdo ou faça um trabalho sucinto!

Quanto tempo você precisa para passar a mensagem?

Se você perguntasse à maioria dos ouvintes de podcasts, um episódio “curto” provavelmente seria menos de 15 minutos. E um episódio “longo” provavelmente seria mais de uma hora.

Muitos irão referenciar o tempo médio de deslocamento (dito em cerca de 20 minutos) como um bom tempo. Mas qualquer coisa entre 20 e 45 minutos parece estar dentro do “ponto ideal” para uma duração de episódio.

Não se preocupe muito com esses números, no final das contas, a duração de seus episódios deve ser decidida por duas coisas:

  1. Seu conteúdo
  2. Seu público

Se você tem 50 minutos de conteúdo valioso e relevante, por que reduzi-lo a 20? Da mesma forma, se você disse tudo em 10 minutos, por que usar 30?

Em casos extremos, digamos que você faz uma entrevista e é uma conversa fantástica do começo ao fim, mas dura duas horas. Você sempre pode cortá-lo ao meio e criar dois episódios.

Com o tempo, seus ouvintes dirão se eles acham que seus episódios são muito curtos ou longos demais. Tente realizar pesquisas com seu público uma vez por ano para coletar dados como esse e você pode ajustar de acordo.

Não tome grandes decisões com base em um ou dois comentários. Só opte por mudar as coisas quando tiver a certeza de que é algo que irá beneficiar a maioria dos seus ouvintes. Lembre-se, muitas vezes é a minoria que fala mais alto!

Leia também: 11 técnicas infalíveis de como fazer storytelling.

Passo 6: Com qual frequência devo divulgar novos episódios?

As pessoas se planejam em horas do dia e dias da semana. Um podcast semanal explora isso, o que é uma coisa poderosa.

Assim como a duração dos episódios, o seu conteúdo ditará a frequência. Dito isso, há um bom argumento para lançar um episódio semanal, se puder.

Quando você chega a um ponto em que os ouvintes sabem o dia da semana em que seu programa é lançado, você sabe que está causando um impacto neles.

Esse impacto ainda é possível se você fizer um show quinzenal ou até mensal, mas as pessoas planejam suas vidas em torno da hora do dia e do dia da semana. Essas são as duas rotinas na vanguarda de nossas vidas e explorá-las pode ser uma coisa poderosa.

Passo 7: Títulos de episódios

Assim como escolher um nome para o seu podcast, é importante escolher títulos bons, pesquisáveis ​​e descritivos para os seus episódios.

O maior erro quando se trata de nomear seus episódios é chamá-los de “Episódio 1”, “Episódio 2” e assim por diante. Ninguém vai saber o que esperar ao ouvi-los.

O ponto principal de um podcast é que as pessoas o escutem, então dê a eles um motivo para clicar em um de seus episódios.

Deixe claro para as pessoas o que elas conseguirão ao ouvir seu programa. Se você olhar em qualquer diretório de podcasts, verá programas com títulos como “Como …”, “Cinco dicas para …” etc. Eles são populares porque funcionam. Você só precisa se certificar de que você está entregando no episódio o que você prometeu no título.

Leia mais sobre podcast de marketing digital e inspire-se em 6 exemplos excelentes do cenário atual que tem estratégias bem-sucedidas.  


Formato do podcast

Passo 8: Formato do podcast

Em seguida, em como fazer um podcast, precisamos dar uma olhada no formato dos seus episódios. Existem algumas opções diferentes disponíveis para você aqui e a beleza disso é: é o seu programa. Isso significa que você pode experimentar cada um desses formatos e, na verdade, nunca precisa ficar apenas com um.

Você pode se sentir confortável com um determinado formato e se adaptar a um ritmo ou talvez prefira uma abordagem de “mista”. É totalmente com você. Então, quais são os tipos comuns de formatos de show de podcast?

O programa solo

Também conhecido como o monólogo.

Benefícios: você não precisa depender de mais ninguém para gravar seus episódios e está construindo uma reputação de autoridade em seu assunto. O podcast também é exclusivamente seu, para que você possa fazer chamadas de patrocínio e monetização. E você não precisa dividir os lucros com ninguém.

Desafios: talvez o estilo de programa mais intimidante para o podcaster iniciante. Um dos maiores desafios da exposição individual é superar a sensação de que você está “falando sozinho” e percebendo que, na verdade, está falando com o ouvinte.

O programa em dupla

Apresentando ao lado de um amigo ou colega.

Benefícios: uma ótima maneira de contornar o ‘mic fright’ ou medo de gravar sozinho é conversar no programa com outra pessoa. Se você encontrar o co-anfitrião certo, você tem alguém para rebater ou debater. Alguns podcasts em dupla têm uma ótima química entre os apresentadores. Isso pode criar uma ótima experiência de audição.

Desafios: você não precisa apenas reservar um tempo para gravar, mas esse tempo também deve ser adequado para seu co-anfitrião. Há também a questão da propriedade: de quem é o podcast, você divide qualquer receita futura 50/50? E o que acontece se o seu co-anfitrião perder interesse ou ficar indisponível no futuro?

O programa de entrevista

‘Empréstimo’ de conhecimento ou valor de entretenimento de outros.

Benefícios: conversando com seus heróis. Fazer um programa de entrevistas lhe dá a oportunidade de conversar com alguém que você sempre admirou. Além disso, seus convidados terão seu próprio público, que poderá ouvir a entrevista e acabar assinando seu programa. Se feito corretamente, você pode realmente crescer seu público dessa maneira.

Desafios: a entrevista é uma habilidade que você precisará aperfeiçoar durante a prática. Portanto, não vá diretamente para os líderes da sua área. Você precisará encontrar e abordar constantemente possíveis convidados, agendar entrevistas e confiar nos outros para aparecer (pessoalmente ou digitalmente).

Gravando e editando o podcast

Então, depois de fazer o trabalho de base e planejar o seu programa, é hora de começar a gravar seu primeiro episódio.

Passo 9: Equipamento e gravação

O mínimo que você precisa para gravar um podcast é um computador com microfone embutido e acesso à Internet. Como regra geral, porém, quanto mais limitados e mais baratos forem o seu setup e equipamentos, mais limitada será a qualidade do som do seu programa.

Dito isto, configurações simples de microfone USB podem dar ótimos resultados se você escolher o microfone certo. Além disso, é muito melhor você começar e ver se você gosta disso antes de gastar grandes quantias de dinheiro em equipamentos de áudio.

Com isso em mente, um microfone headset simples como o Senheisser PC8 pode ser um ponto de partida perfeito.

Há um benefício em manter as coisas simples, pois é muito fácil de gravar. Isso significa que você poderá manter o programa regularmente nos primeiros dias e realmente dar a si mesmo a chance de formar seguidores leais.

Se você quiser dar um passo adiante, você pode procurar um microfone USB melhor. Algo como o Samson Q2U um microfone de qualidade acessível para começar e vem em apenas cerca de 50 dólares.

Se você está planejando fazer muitas entrevistas pessoais, o Rode Smartlav + é uma ótima ferramenta.

A partir daí, você pode atualizar para um microfone USB ainda melhor (como o Rode Procaster) ou talvez atualizar sua configuração com um gravador digital (usando o Zoom H5), ou até mesmo um mixer (Yamaha MG10).

Tenha cuidado de não complicar demais as coisas, no entanto. Mais complicações significam mais coisas que podem quebrar.

Quando você conectar seu microfone USB ao seu computador, você precisará de algum software para gravar e editar o áudio. A boa notícia é que isso não custa nada.

Há um ótimo programa gratuito chamado Audacity, que será adequado para todas as suas necessidades de podcasting.

Outra opção é o Adobe Audition, que está disponível por meio de uma assinatura paga.

Passo 10: Edição

Então, você já tem o Audacity para gravar e essa também é a plataforma perfeita para produção.

Se você estiver disposto a gastar um pouco de dinheiro para economizar tempo, sempre poderá terceirizar sua edição e contratar alguém para fazer isso por você.

Se você é um usuário de Mac, provavelmente terá o GarageBand instalado por padrão em sua máquina. Este é um software de áudio popular também entre os podcasters, embora versões recentes tenham realmente reduzido os recursos oferecidos. Hoje em dia, é recomendável que até os usuários de Mac usem o Audacity.

Publicando o podcast

Passo 11: Publicando o podcast

Hospedagem de Mídia

Quando se trata de levar o seu podcast para todo mundo ouvir, você precisa de um host de mídia. Hosts de mídia são serviços que armazenam áudio e permitem que seus ouvintes escutem, baixem e assinem seu podcast.

Você precisa se inscrever em um serviço de hospedagem de mídia para hospedar seus arquivos de áudio. Você também pode criar um site configurado para entregá-los ou colocá-los em seu site já existente.

Depois de criar seu programa em seu host de mídia escolhido, você pode enviá-lo para ser listado em vários diretórios, onde os ouvintes podem descobrir, assinar e fazer o download.

Algumas  das principais opções são:

Divulgando o podcast

Passo 12: Divulgando o podcast

Depois que seu podcast for lançado no mundo, você continuará pensando em promover e construir sua base de ouvintes. Isso realmente ajudará você a ganhar visibilidade e autoridade necessárias para aumentar constantemente o impacto do seu programa em seu nicho!

Use suas redes sociais para divulgar seu novo trabalho. Peça a amigos com influência para falar do seu podcast, pois no início (e sempre!) as indicações são bem vindas. Sem contar que vem de fontes com credibilidade.

Para facilitar a rotina e aumentar suas chances de sucesso, crie um checklist com suas iniciativas de divulgação e execute-as no lançamento de cada novo episódio. Com o passar do tempo, avalie os resultados de cada iniciativa, retire as que não valem a pena e teste novas possibilidades.

Gostou do nosso passo a paso de como fazer um podcast? Pensa em começar um? Sobre qual tema você falaria? Conte pra gente nos comentários.

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O que é Black Hat SEO? E porque você deve evitá-lo

No mundo do SEO temos políticas claras a seguir. Regras são estabelecidas para fornecer um ambiente útil, relevante, seguro e para garantir a qualidade da experiência do usuário.

Que tal ouvir a narração deste artigo ao invés de ler? Aperte o play acima e aproveite essa comodidade.

A classificação alta exige acompanhar as tendências de SEO atuais e em constante mudança e ajustar constantemente sua abordagem para adequar-se a qualquer nova atualização de algoritmo.

Por outro lado, há pessoas (spammers) que tentam superar os mecanismos de busca e trazer tráfego orgânico para seus sites sem seguir regras, mas quebrando-as. O que é chamado de Black Hat SEO – um lado negro do SEO.

Se você está curioso para saber o que é Black Hat SEO e quais são as práticas mais comuns usadas para manipular o Google hoje, continue lendo, vou revelá-las neste artigo!

O que é o Black Hat SEO?

Black hat SEO é uma prática contra as diretrizes dos mecanismos de pesquisa, usada para obter uma classificação mais alta nos resultados de busca.

Essas táticas antiéticas não resolvem para o pesquisador e, geralmente, terminam em uma penalidade dos mecanismos de pesquisa. As técnicas do black hat SEO incluem o uso de keyword, camuflagem e o uso de redes de links privados.

A exibição nos resultados de pesquisa é vital para o crescimento dos negócios, mas há uma maneira certa e uma errada de fazer a otimização nos mecanismos de pesquisa.

A arte escura do black hat SEO é o caminho errado.

O black hat SEO joga com algoritmos do motor de busca, ao invés dar ao usuário um resultado útil para o que ele busca, usando táticas obscuras para chegar até você.

O uso sustentado de técnicas de SEO em black hat pode prejudicar sua presença nos mecanismos de busca, em vez de melhorá-la.

Se você é novo no mundo da pesquisa, o objetivo dos mecanismos de pesquisa, como o Google, é fornecer os melhores resultados quando alguém conclui uma busca.

Eles querem que as pessoas tenham uma ótima experiência e garantam que os resultados fornecidos não incluam spam. Eles fazem isso automaticamente por meio de algoritmos ou ações manuais que visam reconhecer e penalizar os envolvidos no SEO de black hat.

Os algoritmos de mecanismos de pesquisa ficaram mais sofisticados ao longo do tempo, e é por isso que você deve evitar o black hat SEO a todo custo.

O white hat SEO é um método muito melhor de se fazer otimização para mecanismos de busca. É uma abordagem mais ética que obedece aos termos e diretrizes definidos pelos mecanismos de pesquisa. A técnica consiste em criar tipos de conteúdo de qualidade e uma melhor experiência geral do usuário para as pessoas que visitam seu site.

Leia também: Como aumentar as visitas de um blog e site com tráfego orgânico?

Técnicas Black Hat no SEO (que você deve evitar!)

Agora que você entende o que é black hat SEO, vamos adiante no tema.

As seguintes táticas de SEO são consideradas de black hat e não devem ser exercitadas se você quiser ficar longe de problemas com o Google e outros mecanismos de busca:

1. Repetição de palavras-chave

A repetição de palavras-chave se refere à prática de preencher seu conteúdo com palavras-chave irrelevantes na tentativa de manipular onde a página é classificada nas páginas de resultados de pesquisa.

Adicionar incontáveis variações de palavras-chave onde elas não adicionam valor cria uma experiência ruim para os usuários. Isso também pode fazer com que sua página seja classificada para consultas irrelevantes.

O Google explica a repetição de palavras-chave como:

  • Listas de números de telefone sem valor agregado substancial;
  • Blocos de texto listando cidades e estados em que uma página da web está tentando classificar;
  • Repetir as mesmas palavras ou frases com tanta frequência que não soa natural.

Veja um exemplo de repetição de palavra-chave para um site que vende software de outbound marketing:

“Estamos no negócio de venda de software de outbound marketing. O software de outbound marketing é o que vendemos. Se você está pensando em comprar um software de outbound marketing, entre em contato com um de nossos consultores de software de outbound marketing.”

Eu acho que você vai concordar: isso soa como um disco quebrado. É fácil identificar e o Google poderá dizer que o conteúdo não é natural.

Você já deve ter ouvido a piada “um copywriter SEO entra em um bar, grill, pub, casa pública, irlandês, bartender, bebidas, cerveja, vinho, licor…”. Esta piada é sobre repetição de palavras-chave e é outro exemplo perfeito da prática. As palavras são todas semelhantes umas às outras, mas não têm valor, pois nem mesmo encadeiam uma frase.

Você pode fazer pesquisa de palavras-chave para descobrir o que as pessoas estão procurando, mas o uso excessivo dessas palavras-chave em seu conteúdo não é uma boa ideia.

Em vez de preencher seu conteúdo com palavras-chave irrelevantes, concentre-se na criação de conteúdo útil que se concentre em tópicos sobre palavras-chave.

2. Camuflagem

A camuflagem envolve a exibição de uma parte do conteúdo para os usuários e uma parte diferente do conteúdo para os mecanismos de pesquisa.

Sites que praticam black hat SEO farão isso para tornar o conteúdo classificado para uma variedade de termos irrelevantes para seu conteúdo.

Os sites de spam geralmente fazem isso para tentar evitar que um bot de mecanismo de pesquisa descubra o conteúdo de spam que eles veiculam para os usuários.

Adaptar seu conteúdo a diferentes grupos de usuários é aceitável. Por exemplo, você pode reduzir o tamanho do seu site quando alguém acessa a partir de um dispositivo móvel. Você também pode alterar o idioma de uma página com base no país de onde alguém está acessando.

Uma editora como a Forbes ou a Inc. pode alterar os anúncios exibidos em uma página para financiar seu conteúdo. Esses exemplos são completamente aceitáveis. Contanto que você não esteja apenas alterando o conteúdo exibido para os rastreadores do mecanismo de pesquisa.

Embora não exista uma regra rígida e rápida para determinar o que é aceitável e o que não é, meu melhor conselho é você se perguntar: o que eu pretendo resolver para o usuário? Você deve tratar os robôs do mecanismo de pesquisa que rastreiam seu site da mesma forma que qualquer outro usuário.

Leia mais sobre produção de conteúdo digital e descubra o que os profissionais de Marketing de Conteúdo estão negligenciando – e talvez você também.

3. Redirecionamentos sorrateiros

O redirecionamento envolve o envio de alguém para uma URL diferente daquela em que eles inicialmente clicaram.

No black hat SEO usa-se redirecionamentos fora do propósito para o qual são destinados. Na mesma linha da camuflagem, isso pode incluir o redirecionamento de um rastreador do mecanismo de pesquisa para uma página e todos os outros usuários para outra página.

Outro exemplo é redirecionar uma página com alta autoridade com muitos backlinks para outra página irrelevante, apenas para aumentar sua posição nos resultados de pesquisa.

Um redirecionamento 301 passa a maior parte da autoridade de uma página para outra. Isso significa que alguém praticando black hat SEO pode usar redirecionamentos apenas com o propósito de manipular os resultados da pesquisa.

Redirecionamentos só devem ser usados ​​para o propósito que eles foram projetados. Isso pode acontecer no caso de você alterar o domínio do site ou consolidar duas partes do conteúdo.

Também é aceitável usar o JavaScript para redirecionar usuários em algumas ocasiões. Tomemos por exemplo, o LinkedIn redirecionando você para o perfil completo de alguém quando você está logado, ao invés de mostrar a versão pública de um perfil de usuário quando você está desconectado.

Redirecionamentos sorrateiros, portanto, devem ser evitados. Eles violam as diretrizes dos mecanismos de pesquisa, como o Google e o Yandex.


4. Conteúdo de baixa qualidade

A má qualidade do conteúdo que não tem valor para o pesquisador também é uma prática comum no black hat SEO. Isso inclui conteúdo extraído de outro site por um bot ou por uma pessoa.

Em um ponto, os mecanismos de pesquisa, como o Google, não eram bons para reconhecer o conteúdo que havia sido copiado de outros sites. A atualização do Google Panda em 2011 resolveu esse problema.

Muitos sites com conteúdo duplicado tiveram um sucesso instantâneo nos rankings de busca. Desde então, o Google ficou muito melhor em reconhecer conteúdo duplicado e de baixa qualidade.

Adicionar palavras-chave invisíveis ao seu conteúdo também é uma prática proibida. Alguns sites que usam o black hat SEO usam isso fazendo com que o texto seja da mesma cor do plano de fundo da página.

Isso significa que a página pode aparecer nos resultados de pesquisa para essas palavras-chave invisíveis, mesmo que não haja conteúdo visível sobre elas na página.

Quando um usuário clica no resultado pensando que será sobre o tópico que pesquisou, ele não encontra o conteúdo que procurava, pois as palavras-chave são invisíveis. Se você é útil para o usuário, não é necessário ocultar o conteúdo do seu site.

A “isca e troca” é outro meio de induzir os motores de busca. Isso envolve a criação de conteúdo em torno de um tópico para o qual você deseja classificar.

Depois que a página estiver classificando os resultados para esse tópico, o conteúdo será trocado por outra coisa. Isso cria uma experiência negativa para os usuários, pois o conteúdo clicado para ver não existe mais.

Essas práticas enganam os usuários e os mecanismos de pesquisa e não são uma boa maneira de fazer SEO.

Escrever conteúdo original de qualidade é uma parte importante do white hat SEO. Não só é necessário evitar uma penalidade dos mecanismos de pesquisa, como também consolidar o seu site à parte. Criar conteúdo de alta qualidade cria confiança com seu público-alvo e transforma visitantes em clientes.

Leia mais: 6 dicas de como criar conteúdo para blogs e validá-los.

5. Links Pagos

Mecanismos de busca como o Google proíbem estritamente a compra e venda de links. Eles afirmam em seu site que “quaisquer links destinados a manipular o PageRank ou a classificação de um site nos resultados de pesquisa do Google podem ser considerados parte de um esquema de links e uma violação das Diretrizes para webmasters do Google“.

Isso inclui o envio de produtos gratuitos a sites em troca de links. Se você não tem certeza do que é uma troca aceitável, Matt Cutts, o ex-chefe da equipe de spam do Google, recomenda observar as diretrizes da FTC.

Você deve evitar o pagamento de qualquer outro site para vincular ao seu conteúdo. O Google pede que os usuários informem sobre instâncias de pessoas comprando ou vendendo links. Eles afirmam que vão penalizar tanto o comprador quanto o vendedor de links quando a prática for detectada.

Se você está lendo isto tendo comprado links sem perceber que esta é uma tática de black hat SEO, você deve removê-los o mais rápido possível.

Você também pode usar a ferramenta de rejeição de links, se não conseguir que os webmasters removam os links. Isso informa o Google para desconsiderar os links pagos ao calcular seu PageRank.

6. Forjar dados estruturados/rich snippets

Os dados estruturados também são conhecidos como rich snippets e schema. Eles permitem que você altere a forma como seu conteúdo é exibido nas páginas de resultados do mecanismo de pesquisa.

Isso faz com que seu conteúdo se destaque dos concorrentes e também lhe dá mais espaço nas páginas de resultados. Você pode adicionar dados estruturados a uma página exibindo um podcast, receita, livro entre outros produtos e serviços.

Comentários são provavelmente um dos tipos mais populares de dados estruturados.

Black hat SEO envolve o fornecimento de informações imprecisas em dados estruturados para enganar os motores de busca e usuários.

Por exemplo, alguém que pratica black hat SEO pode conceder a si mesmo cinco estrelas de um site de avaliações falso e adicionar dados estruturados para que eles se destaquem nas páginas de resultados de pesquisa.

Essa é uma prática muito arriscada, pois os mecanismos de pesquisa, como o Google, incentivam os usuários a denunciar sites que usem dados estruturados de maneira inadequada.

tecnicas-black-hat-seo-avaliacoes

Isso não deve impedir a marcação de informações verdadeiras e precisas em suas páginas da internet. Na verdade, eu recomendo adicionar dados estruturados do jeito white hat.

Você não precisa se preocupar com nada se fornecer informações verdadeiras que sejam úteis para os usuários. O Google documentou as regras sobre como adicionar dados estruturados em sites e também disponibilizou uma ferramenta útil para testar seus dados estruturados.

7. Spam nos comentários de blogs

Como o nome sugere, esta técnica envolve incluir um link para o seu site nos comentários de blogs. Essa prática acontece com menos frequência hoje em dia, já que os mecanismos de busca como o Google atualizaram seu algoritmo para descontar quaisquer links nos comentários de blogs.

A maioria dos blogs com autoridade agora cria links nos comentários do blog como nofollow por padrão. Isso significa que os mecanismos de pesquisa, como o Google, não seguem o link nem o link transmite nenhuma autoridade.

Apesar do declínio no número de pessoas envolvidas na prática, comentar em blogs com links para o seu site, é uma maneira de obter links para o seu site fazendo spam e é altamente recomendável evitar a prática.

Se você possui uma publicação, um fórum ou uma comunidade que permite comentários, precisa ter cuidado para garantir que sua seção de comentários não seja spam nem de bots e nem de pessoas.

Os mecanismos de pesquisa, como o Google, rebaixarão ou removerão completamente dos resultados da pesquisa as páginas que contêm spam.

O uso de ferramentas antispam, como a ferramenta gratuita reCAPTCHA do Google, é uma forma de reduzir o risco de conteúdo gerado pelo usuário de spam.

Como relatar o Black Hat SEO

Há dois motivos pelos quais você pode denunciar o black hat SEO:

  1. Seu site foi atacado por meio de um hack malicioso, vírus ou campanha de SEO negativa de links com spam.
  1. Você vê resultados da web com spam em uma palavra-chave competitiva em que seu site está classificado.

Você pode enviar um relatório de spam através das Ferramentas do Google para webmasters. Mas, por favor, use esta ferramenta com discrição. Spam não significa posições de pesquisa acima das suas! Reportar falsamente spam na web também pode ser considerado um black hat SEO.

No caso do seu site ter sido atacado por meio de um hack, vírus ou malware mal-intencionado, solicite uma revisão de malware depois de remover o código malicioso.

Caso o seu site seja alvo de uma campanha SEO negativa de links com spam, use a ferramenta Rejeitar links nas Ferramentas do Google para webmasters. E também tente entrar em contato com os webmasters que apontam esses links para seu website para removê-los.

Você está tentando construir um negócio duradouro?

Se sua resposta for sim, você deve evitar o Black Hat SEO a todo custo. Em vez disso, você deve procurar meios alternativos de melhorar seus rankings nos mecanismos de busca. Use ferramentas de SEO no seu blog ou seu site para impulsionar o tráfego e otimizar as conversões.

Não há dúvidas, depois de entender o que é black hat SEO, que ele é arriscado para as empresas e que não vale a pena participar. Que tal conhecer novas possibilidades?

Através de conteúdos em áudio, por exemplo, você pode aumentar o engajamento dos visitantes, o Tempo Médio na Página e assim melhorar o seu SEO e rankeamento nos mecanismos de busca. Solicite uma consultoria gratuita de Audio Marketing do Vooozer e descubra como potencializar sua estratégia de Marketing de Conteúdo.

nutricao-de-leads

7 táticas de nutrição de leads que você não está fazendo

À medida que as empresas adotam o inbound marketing como uma maneira de gerar mais leads, a importância de ter uma estratégia eficiente de nutrição de leads se torna muito clara.

Nós narramos este artigo para você não precisar ler. É só apertar o play acima e aproveitar essa comodidade!

Na maioria dos casos, apenas uma porcentagem relativamente pequena de seus inbound leads estará pronta para fazer uma compra imediata, deixando mais de 90% de seus inbound leads na tabela.

A implementação de uma estratégia eficaz de nutrição de leads pode ter um impacto positivo enorme nos resultados da sua estratégia de inbound marketing.

Uma pesquisa conduzida pela Forrester mostrou que os profissionais de marketing veem um aumento médio de 20% nas oportunidades de vendas, a partir de leads nutridos versus não nutridos.

Além disso, a pesquisa também revela que as empresas que se destacam em nutrir leads geram 50% mais vendas a um custo 33% menor.

Apesar dos claros benefícios da nutrição de leads, um estudo da MarketingSherpa indica que apenas 36% dos profissionais de marketing nutrem ativamente seus leads de vendas.

Sem dúvida, isso significa que há uma enorme oportunidade para os profissionais de marketing experientes, como você, implementarem estratégias eficazes de nutrição de leads e obterem uma vantagem sobre sua concorrência.

Então você provavelmente está se perguntando:

  • Quais táticas de nutrição de leads funcionam melhor?
  • O que os profissionais de marketing super bem sucedidos fazem de maneira diferente?
  • Ou como eu começo a nutrição de leads?

Nutrir leads é, naturalmente, apenas um componente que entra na execução de uma estratégia de inbound marketing.

Se você quiser saber o que os profissionais de inbound marketing bem-sucedidos estão fazendo de forma diferente para atrair tráfego, converter leads e fechar clientes, continue lendo este post.

Então vamos ao que interessa? Compilamos na lista abaixo sete táticas surpreendentemente eficazes de nutrição de leads que você não está fazendo e deve começar já a colocar em prática.

7 táticas de nutrição de leads para começar hoje

1) Conteúdo direcionado – leads gerados com conteúdo direcionado produzem um aumento nas oportunidades de vendas de mais de 20%.

Quando se trata de nutrir, um tamanho certamente não serve para todos. Como a pesquisa prova, estimular estrategicamente seus leads usando conteúdo direcionado pode melhorar significativamente os resultados de sua estratégia de inbound marketing.

Usar conteúdo direcionado para nutrir leads pode parecer óbvio, mas é algo com o qual os profissionais de marketing estão lutando.

Uma pesquisa da Forrester Research informou que 33% dos profissionais de marketing B2B citam “entrega direcionada de conteúdo” (ou seja, entregar o conteúdo certo, para as pessoas certas, no momento certo) como seu maior desafio de liderança.

Existem alguns pré-requisitos para o uso de conteúdo direcionado para nutrição de leads.

Primeiro de tudo, você precisa entender cada uma das suas buyers personas.

Naturalmente, você precisa criar uma variedade de tipos de conteúdos direcionados para nutrir cada uma com base em seus interesses, metas, objetivos e gatilhos de marketing.

Por fim, você precisa ter uma plataforma de automação de marketing pronta para ajudá-lo a identificar e segmentar suas buyer personas exclusivas para dimensionar sua estratégia de inbound marketing.

2) Nutrição de leads multicanal – Quatro em cada cinco profissionais de marketing dizem que suas taxas de abertura de e-mail não excedem 20%. É hora de pensar além da caixa de entrada.

No passado, a maioria das estratégias de nutrição de leads envolvia a criação de uma campanha de e-mail simples enviada a e-mails genéricos para uma lista de possíveis clientes. Atualmente, as estratégias de nutrição de leads apenas por e-mail têm alguns problemas inerentes.

Por um lado, quase quatro em cada cinco profissionais de marketing dizem que suas taxas de abertura de e-mail não excedem os 20% e 79% dos leads de marketing nunca se convertem em vendas. A falta de incentivo eficaz na nutrição de leads é a causa comum desse fraco desempenho.

Hoje, profissionais de marketing como você estão à procura de novas táticas e tecnologias de nutrição de leads que ultrapassem os limites do e-mail.

Com a ajuda de poderosas plataformas de automação de marketing, os profissionais de marketing experientes estão agora executando estratégias multicanal para nutrir seus leads.

A nutrição efetiva de leads multicanal envolve, mais comumente, uma combinação de:

  • automação de marketing,
  • email marketing,
  • mídias sociais,
  • retargeting pago,
  • conteúdo dinâmico de sites,
  • vendas diretas.

Como há tantas táticas envolvidas, para executar isso corretamente, você realmente precisa garantir que suas equipes de vendas e marketing estejam bem alinhadas e trabalhando de forma coesa.

3) Múltiplos toques: os clientes em potencial recebem, em média, 10 toques desde o momento em que entram no topo do funil até chegarem a ser um cliente real.

Embora a jornada de compra para cada produto e serviço possa ser bem diferente, a pesquisa do Relatório de Gerenciamento de Leads de Marketing indica que, em média, os prospects recebem dez toques de marketing desde a entrada no topo do funil até serem clientes fechados.

Curiosamente, outro estudo de pesquisa da Demand Gen sugere que 49% dos profissionais de marketing incluem menos de cinco toques em seus programas de nutrição de leads. Se você está nessa categoria, talvez seja hora de reformular um pouco seus esforços para nutrir seus leads.

Como você pode imaginar, as estratégias de nutrição de leads mais bem-sucedidas fornecem conteúdo que ajuda os prospects a progredir na jornada do compra, abordando questões e preocupações comuns.

Além das táticas de e-mail, considere como você pode usar uma mistura de tipos de conteúdo, como mídias sociais, postagens em blogs, whitepapers, calculadoras interativas ou até mesmo mala direta, para alimentar seus clientes em potencial.


4) Acompanhamento oportuno – As chances de um lead entrar no processo de compra ou de se tornar qualificado, são 21 vezes maiores quando contatadas em cinco minutos, contra 30 minutos depois que um inbound lead converte em seu site.

Os benefícios das chamadas de acompanhamento imediato parecem bastante evidentes, mas a maioria das organizações ainda não está agindo com muita rapidez.

Um artigo da Harvard Business Review destacou os tempos de resposta surpreendentemente lentos da maioria das empresas dos EUA. Aqui estão alguns pontos de referência do estudo que incluíram comentários de mais de 2.240 empresas dos EUA:

  • O tempo médio de resposta inicial das empresas B2B aos seus leads foi de 42 horas;
  • Apenas 37% das empresas responderam aos seus leads dentro de uma hora;
  • 24% das empresas levaram mais de 24 horas;
  • 23% das empresas nunca responderam nada.

A nutrição automatizada de leads pode ajudar você a alcançar grandes grupos de clientes em potencial, mas um e-mail de acompanhamento ou uma ligação telefônica ainda é a melhor maneira de converter inbound leads em oportunidades de vendas qualificadas.

Como vários estudos mostraram, as chances de converter um lead em uma oportunidade de vendas são exponencialmente maiores quando o lead é contatado imediatamente após uma conversão do site.

Quando você faz uma chamada oportuna e bem pesquisada para um inbound lead, é muito mais eficaz do que qualquer volume de chamadas frias.

Você sabe exatamente o que os prospects estão pesquisando com base em seu comportamento de navegação recente e também tem informações suficientes sobre ele para fazer uma pesquisa inicial sobre a organização para a qual elas trabalham e sua função específica na empresa.

5) E-mails personalizados – Os e-mails personalizados geram uma receita até 6 vezes maior por e-mail do que os e-mails não personalizados.

Várias pesquisas indicam que o e-mail marketing continua a ser a tática mais eficaz para nutrição de leads. A pesquisa também mostra consistentemente que os e-mails personalizados tendem a produzir resultados significativamente melhores do que os e-mails genéricos.

De fato, um estudo recente da Experian indicou que e-mails personalizados podem gerar até seis vezes mais receita por e-mail do que campanhas não personalizadas.

Existem várias maneiras de personalizar seus e-mails para melhorar sua estratégia de nutrição de leads. Você pode enviar e-mails acionados quando:

  • alguém baixa seu conteúdo;
  • clica em links em seus e-mails;
  • visita determinadas páginas em seu site;
  • quando eles demonstram um alto nível de engajamento.

Quando você combina o poder da personalização de marketing com os e-mails acionados por comportamento, pode entregar as mensagens de marketing certas às pessoas certas, nos momentos certos.

6) Pontuação de leads – 68% dos profissionais de marketing de sucesso citam a pontuação de leads com base no conteúdo e no engajamento como a tática mais eficaz para melhorar a contribuição da receita gerada pelos leads.

Como o Estudo de Eficácia de Marketing de Geração de Leads revelou, 68% dos profissionais de marketing de sucesso citam a pontuação de leads baseada em conteúdo e engajamento digital como a tática mais eficaz para melhorar a contribuição da receita proveniente da nutrição de leads.

Com uma pesquisa convincente como essa, você acharia que todos estariam adotando a pontuação de leads, mas um estudo recente da MarketingSherpa indica que apenas 21% dos profissionais de marketing B2B estão usando a pontuação de leads.

Para aqueles que são novos no conceito de pontuação de leads, é uma metodologia usada para classificar os prospects em relação a uma escala que representa o valor percebido que cada lead representa para a organização.

A pontuação de leads pode ser implementada na maioria das plataformas de automação de marketing, atribuindo valores numéricos a determinados comportamentos de navegação de sites, eventos de conversão ou até mesmo interações de mídia social.

A pontuação resultante é usada para determinar quais leads devem ser acompanhados diretamente por um representante de vendas ou quais leads precisam ser alimentados mais abaixo no funil.

Com base nessa pesquisa, pelo visto a pontuação de leads é uma tática eficaz de nutrição de leads que a maioria dos profissionais de marketing simplesmente ainda não está aproveitando.

7) Alinhamento de vendas e marketing – 89% das empresas que alinham seus esforços de incentivo de vendas e marketing relatam aumentos mensuráveis ​​no número de oportunidades de vendas geradas.

De acordo com um estudo da empresa de pesquisa de mercado CSO Insights, quando as vendas e o marketing compartilham a responsabilidade pela nutrição de leads, as empresas experimentam um aumento significativo nas taxas de conversão.

Como o Estudo de Otimização do Desempenho de Vendas revelou, 89% das empresas que alinharam as vendas e os esforços de geração de leads de marketing relataram aumentos mensuráveis ​​no número de leads que se voltaram para as oportunidades como resultado do estímulo contínuo.

Para que Vendas e Marketing contribuam para nutrição de leads, você precisa identificar quando os prospects devem ser transferidos entre as equipes à medida que elas progridem no funil.

Ao criar sua estratégia de nutrição de leads, pense em como usar acionadores de ação como pontuação de leads, exibição de uma página, inscrição em um fluxo conteúdo/evento ou contato de vendas para fazer a transição de automação para direcionar a divulgação cara-a-cara. Crie táticas que deixem claro para o lead que ele pode/vai lidar em algum momento com uma pessoa real!

As expectativas, responsabilidades e metas compartilhadas para essa colaboração entre vendas e marketing devem ser descritas em um contrato de nível de serviço. Isso ajudará as duas equipes a se responsabilizar pela conversão de leads e a incentivá-las a serem clientes pagantes.

Que tal reunir a sua equipe e começar a re-planejar o processo de nutrição de leads aplicando as dicas acima?

A metodologia do Vooozer é uma solução completa para engajar visitantes com conteúdos em áudio e transformar esses visitantes em leads através da captura de e-mail pelo formulário no player.

Depois você pode seguir seu processo de nutrição de leads, monitorando o consumo de conteúdo desses leads a fim de segmentá-los e abordá-los para venda no momento correto.

Entre em contato com a equipe do Vooozer e solicite uma consultoria gratuita de Audio Marketing para descobrir como podemos ajudar a ampliar o engajamento e a captação e nutrição de leads do seu blog.

dicas-marketing-digital

[Infográfico] 7 hacks com dicas de marketing digital em alta no Vale do Silício em 2018

Produzir conteúdo de qualidade é um desafio. Mas fazer com que os frutos de seu trabalho sejam vistos pelo máximo possível de pessoas é outro desafio tão grande quanto. E aprender dicas de marketing digital constantemente é fundamental para criar ações atualizadas.

Experimente ouvir o artigo ao invés de ler. Aperta o play acima!

E ainda que a internet ofereça uma série de ferramentas que facilitam o processo de conectar criadores, produtores e prestadores de serviço com seus públicos, é necessário ter o conhecimento adequado para extrair o máximo de potencial dessas ferramentas.

Ferramentas de busca, redes sociais, tipos de conteúdo: todas elas representam estratégias válidas de marketing digital para atrair clientes e ampliar o alcance da sua mensagem.

No entanto, tão importante quanto ter conhecimento dessas ferramentas é saber qual delas deve ser usada para cada caso. E, em seguida, saber também como usar a ferramenta indicada da melhor maneira possível.

Esse é o grande desafio dos profissionais de marketing digital.

E trata-se de um desafio importante: para se ter uma ideia, só em 2016 foram investidos quase US$ 180 bilhões em publicidade digital no mundo todo, de acordo com dados do Statista. E segundo a projeção do site, esse valor deve seguir crescendo cerca de 15% ao ano nos próximos anos.

Não à toa: o investimento em publicidade online vem se mostrando cada vez mais rentável, o que traz mais empresas para esse setor.

O ano de 2017, aliás, foi o primeiro no qual o valor gasto globalmente com publicidade digital ultrapassou o valor gasto em publicidade na TV. Atualizando os dados do Statista, o Recode afirma que foram mais de US$ 208 bilhões em publicidade na web, contra US$ 178 bilhões nas TVs.

E não para por aí: alavancado por eventos como eleições, jogos olímpicos e copas do mundo, o site considera que a publicidade online deve deixar para trás a TV em termos de gastos.

A expectativa é que em 2022, por exemplo, o setor receba um total de mais de US$ 340 bilhões em investimentos.

Marketing digital como estratégia

Tudo isso deixa claro que o marketing digital é uma área à qual qualquer empresa ou serviço deve prestar atenção.

Trata-se de um setor crucial na economia atual e justamente por conta de sua importância, há muitas empresas e startups investindo em maneiras de facilitar a vida de quem não tem muita familiaridade com o assunto mas precisa, por questões profissionais, envolver-se com ele.

A diversidade de empresas e soluções envolvidas na área é imensa. Há desde:

  • startups com soluções inovadoras (como a orquestração de webinars para gerar leads, por exemplo);
  • até gigantes da tecnologia como o Google, que dedicam uma quantidade considerável de recursos para ajudar negócios de qualquer porte a se comunicar melhor com seus clientes por meio das plataformas de busca da empresa.

Uma das particularidades desse setor que o torna tão complexo é o fato de que o mundo digital muda de maneira muito rápida.

A qualquer momento, um novo dispositivo ou inovação tecnológica pode trazer mudanças drásticas na maneira como profissionais de marketing digital devem trabalhar para obter os melhores resultados.

Um exemplo disso são as pesquisas por voz. Muito pouco expressivas há alguns anos, as buscas feitas apenas por comandos vocais a assistentes virtuais representam hoje uma fatia considerável do mercado.

E de acordo com a comScore, até 2020 metade das buscas será feita por voz. Isso tem impactos na maneira como a otimização para buscadores (ou SEO) deve ser pensada – e já há empresas criando ferramentas para ajudar nessa nova forma de otimização.

7 dicas de marketing digital usadas no Vale do Silício

São inúmeros os recursos disponíveis para quem atua com marketing digital. Aeparar os mais relevantes e importantes dentre eles pode ser uma tarefa desafiadora.

Por isso, o infográfico abaixo, produzido pela equipe do curso de marketing digital da Udacity, é um recurso bem interessante: ele elenca sete “hacks” com dicas de marketing digital que podem favorecer bastante qualquer pessoa que esteja buscando maneiras de atingir um público maior na rede.

Desde exemplos de empresas que se valeram de estratégias interessantes para otimizar a experiência dos usuários de seus serviços até truques que podem ser aplicados a plataformas já estabelecidas no mercado, as dicas de marketing digital do infográfico certamente contém algo que você poderá aproveitar.

O marketing digital é um setor desafiador, mas é também uma área repleta de potencial. E quanto melhor você souber administrar a sua presença na web, mais benefícios poderá colher para os seus serviços e produtos – quaisquer que eles sejam.

Confira abaixo as 7 dicas de dicas de marketing digital exportadas diretamente do Vale do Silício, nos EUA, o centro da inovação tecnológica atual:

 


converter-visitantes-em-leads

5 formas de converter mais visitantes em leads que você ainda não está usando em seu site

Você já sentiu como se estivesse participando de uma corrida armamentista de marketing digital?

Você sabe como funciona: uma tática nova legal começa a ganhar força com os primeiros usuários. Você pula na onda e vê como consegue converter mais visitantes em leads do que nunca no seu site. Parece que você fez um grande avanço!

Sem tempo ou disposição para ler? Aperte o play acima e ouça o artigo na íntegra!

Essa tática pode funcionar bem por alguns meses, mas logo você percebe que sua taxa de conversão diminuiu. Todos os outros estão se inscrevendo nas mesmas ferramentas que você e os visitantes do site se acostumaram com as mesmas táticas antigas.

Depois de tudo isso, você precisa reiniciar o processo e encontrar a nova tática que proporcionará um retorno de investimento (ROI) excepcional.

Por isso reunimos na lista abaixo 5 formas de converter mais visitantes em leads que você ainda não está usando em seu site.

Algumas dessas sugestões são conselhos de marketing digital atemporais: eles foram válidos nos últimos 15 anos e serão válidos por mais 15 anos. Em outros casos, são táticas que funcionam bem hoje, mas só podem ser válidas por mais 2 anos, talvez. Cabe a você decidir qual é qual!

Como converter visitantes em leads? 5 táticas de geração de leads

  1. Personas específicas do cliente
  2. Chatbots
  3. Conteúdo interativo
  4. Otimização de conversões
  5. Ofertas menores de conversão

Personas específicas do cliente

Você tem apenas 10 segundos para comunicar o valor do seu produto ao visitante típico de um site pela primeira vez, de acordo com o Nielsen Norman Group.

Uma maneira de despertar a curiosidade nos visitantes do seu site é dar uma pista de que você compreende seus problemas mais do que qualquer outra pessoa.

Você pode fazer isso criando uma extensa pesquisa com os clientes e, em seguida, usar esse conhecimento para projetar o design do site da sua marca e adaptá-lo para as personas específicas do cliente.

Ou você pode escolher um nicho e atrair um público menor. Melhor ainda, uma vez que estamos em 2018, você pode personalizar o conteúdo do site com base no fato de a pessoa ser um visitante recorrente ou ter vindo de uma fonte específica.

Você não precisa se direcionar a clientes com vários níveis de conhecimento de uma vez só. É possível escolher a direção que sua estratégia vai seguir. Você pode criar uma página específica por persona.

Por exemplo, supondo que sua empresa é um software de indicadores corporativos, é possível criar uma landing page que foca nos indicadores de RH, outra que foca nos indicadores financeiros, outra nos indicadores de marketing e assim por diante.

Concorda que cada página terá termos, informações e uma comunicação diferenciada? Use isso a seu favor!

Táticas usadas com sucesso

Converter visitantes em leads depende logicamente de duas coisas:

  • o tipo de pessoa que acessa seu site;
  • a qualidade/relevância das ofertas apresentadas.

Como profissionais de marketing, gastamos muito tempo criando grandes ofertas e gerando mais tráfego. É fácil se deixar levar pela quantidade de visitantes, mas é importante que eles sejam os visitantes certos para sua marca.

Se o seu público é um nicho muito pequeno, concentre-se em trazer apenas os visitantes mais relevantes para o seu site para alcançar uma taxa de conversão muito saudável que manterá as vendas fortes.

Apenas algumas centenas de visitas por mês podem resultar em ótimos leads. E você não vai gastar tempo no telefone com leads de baixa qualidade.

  • Invista um tempo para começar ou trabalhar no seu blog;
  • Certifique-se de oferecer tipos de conteúdo genuinamente úteis e exclusivos.

Estes são os melhores pontos de partida para qualquer empresa que pretenda ganhar leads e convertê-los através do marketing digital.

Chatbots

E se um cliente tiver uma dúvida enquanto está verificando seu produto? Ele poderia tentar encontrar uma página de FAQ, mas isso ainda poderia não resolver o problema. Ou podem enviar um e-mail a um vendedor, mas precisam esperar dias por uma resposta.

Em vez disso, os chatbots permitem que você responda rapidamente a perguntas comuns dos clientes e facilite o aprendizado sobre o produto.

Se o seu chatbot não puder ajudar, ele poderá passar a pergunta automaticamente para a equipe de vendas para que um ser humano real possa entrar na conversa. Você deve facilitar ao máximo a compra do seu produto!

Táticas usadas com sucesso

Você pode usar a regra de “três visitas” para transformar os visitantes do site/blog em leads qualificados para vendas.

O segredo: criar um chatbot no seu site/blog que só aparece para os visitantes que acessaram a página pelo menos três vezes.

Se eles estiverem realmente interessados, há uma boa chance de eles quererem saber mais sobre o seu produto ou serviço.

Então, o chatbot pergunta a eles: “Algum interesse em ver uma demonstração?” Se eles disserem sim, o bot mostra a eles um calendário de representantes de vendas e permitirá que façam uma demonstração.

Tudo acontece ali mesmo, no site/blog, em tempo real – sem necessidade de formulários de leads ou e-mails de acompanhamento.

Conteúdo Interativo

Os prospects estão esgotados de ver ofertas de e-books em todos os sites, muitos dos quais são de baixa qualidade ou quase ninguém tem tempo de ler.

Em vez disso, os principais profissionais de marketing digital estão usando ferramentas como quizzes e calculadoras para criar uma experiência personalizada para os visitantes do site.

Essas ferramentas fornecem um caminho mais rápido para o valor dos clientes em potencial e também pré-qualificam os leads com base nas suas respostas.

Você pode ajudar seus clientes a aprender como fazer um processo ou mesmo facilitá-lo. Foi o que fez a empresa Supersonic, especialista em otimização de conversão, ao criar uma uma calculadora de ROI que auxilia os usuários a calcular o retorno sobre investimento.

A calculadora faz automaticamente os cálculos que muitos não tem a expertise para fazer à mão. Além de facilitar um processo e poupar tempo de quem usa.

Táticas usadas com sucesso

Calculadoras interativas para os clientes servem como ferramenta de captura. Estes tipos de conteúdo performam muito melhor do que muitos e-books padrão. Este recursos interativos incluem conteúdos como:

  • Calculadoras de ROI;
  • Calculadoras personalizadas em geral;
  • Configurações de produto;
  • Testes de conhecimento;
  • Quizzes interativos;
  • Posts em áudio nos posts de blog.

É interessante incluir também um recurso “compartilhar seus resultados com um colega” nas redes sociais ou por e-mail, o que abre possibilidades para impactar mais pessoas e capturar mais leads.

Além disso, você pode coletar dados e informações adicionais sobre o cliente potencial com base nas informações que ele está inserindo nos conteúdos que você criar.


Otimização de conversões

Esta é provavelmente a estratégia mais direta. Crie uma caixa de ferramentas de diferentes táticas que você pode usar para obter mais desempenho das páginas de tráfego intenso existentes no seu site.

Cuidado: se uma página tem baixo desempenho, há muito o que você pode otimizar. Eventualmente, você pode precisar reconsiderar o conteúdo e o propósito da própria página. A otimização não pode resolver problemas como a falta de conhecimento sobre o cliente.

Táticas usadas com sucesso

Quando se trata de marketing de conteúdo, a maioria não vê os resultados mensuráveis ​​que eles esperavam. Isso se deve ao fato de que a maioria está gerando um conteúdo muito geral, o que é bom, mas não serve para gerar leads que tenham uma necessidade imediata e específica.

Em vez disso, é melhor que as empresas desenvolvam ativos que resolvam pontos problemáticos específicos.

Então, pegue um determinado ativo e desenvolva uma versão narrativa do que ele faz – seja em formato de texto em um post de blog, em uma nova página do site ou inove e desenvolva o material no formato de audiobook.

Por exemplo, se você tiver uma calculadora que ajuda seu público-alvo a avaliar e calcular algo relacionado a um ponto problemático específico, a versão narrativa poderia ser uma postagem no blog que explica como fazer uma avaliação e um cálculo. Ainda é possível completar o post acrescentando um recurso de áudio post, oferecendo outra forma de consumir o conteúdo.

Então, dentro desse post, você colocará um link para o seu material e diria algo como: “se você quiser que esse processo seja ainda mais fácil, faça o download da nossa calculadora XYZ – fizemos todo trabalho duro para você.”

A relevância entre essas duas peças será extremamente alta, criando altas taxas de cliques do seu blog para a landing page relacionada. Depois que essa estrutura estiver em vigor, você poderá executar o tráfego “frio” direcionado para a postagem do blog.

Para aqueles que não convertem na landing page, faça um remarketing da oferta da landing page (esse seria seu “tráfego quente”). Este pequeno pacote deve ser convertido a uma taxa muito mais alta do que marketing de conteúdo geral.

Ofertas menores de conversão

Os prospects podem não estar prontos para um e-book ou outra oferta que leve 20 minutos para ser analisada ou consumida. Ao mesmo tempo, você não deseja que eles visitem seu site uma vez e, em seguida, saiam sem um plano para revisar mais informações.

Você pode tentar ofertas de conversão menores e menos intimidadoras que envolvam clientes em potencial que ainda não tenham certeza se têm o problema que seu produto resolve.

Táticas usadas com sucesso

Nem todo mundo que visita um site vai comprar algo na primeira, segunda ou até na terceira vez. Você não pode atrair todos esses clientes com uma venda difícil, porque eles vão para outro lugar, mas você pode capturar um pequeno pedaço de informação.

Basta obter um endereço de e-mail para garantir que você permaneça na consciência desse cliente em potencial. Dessa forma, você pode segmentar os usuários com possíveis promoções ou outros produtos que possam convertê-los em clientes.

Uma ótima maneira de atrair os clientes a deixar um endereço de e-mail é oferecendo algum tipo de desconto ou a oportunidade de participar de uma competição. Seus clientes sentirão que estão recebendo algo de graça, enquanto você obtém endereços de e-mail valiosos.

Um exemplo que pode ser implementado é adicionar uma promoção do tipo “girar a roleta” a uma página específica na qual os visitantes precisavam deixar seu endereço de e-mail para ter a chance de ganhar um prêmio.

Isso dá a empresa a capacidade de segmentar novamente esses visitantes mais tarde e convertê-los em clientes.

Os próprios posts em áudio citados acima também são uma ótima oportunidade de conversão menor. A Resultados Digitais, por exemplo, publica posts em áudio em um player que solicita o e-mail do visitante antes de reproduzir o conteúdo.

Com essa estratégia, a Resultados Digitais aumentou a captura de leads mensal do seu blog em mais de 7%. Eles têm um artigo explicando sobre como fizeram isso e os resultados alcançados.

Leia mais: Posts em áudio: como usamos conteúdos narrados para melhorar o engajamento com o público.

Gostou das nossas dicas para converter visitantes em leads? Já usou algumas dessas estratégias? Compartilhe sua experiência com a gente nos comentários!

Engaje mais seus visitantes e aumente suas vendas capturando leads por meio de posts em áudio. A metodologia do Vooozer pode ser incorporada na sua estratégia de marketing para converter visitantes em leads, qualificá-los e aumentar o tempo médio no site.

Solicite uma consultoria gratuita de Audio Marketing e descubra como você pode alcançar mais resultados na sua estratégia de conteúdo e inbound.