Livros sobre Copywritting

10 livros sobre copywriting: os maiores clássicos e best-sellers da história

O universo que envolve o Inbound Marketing, Marketing de Conteúdo e as técnicas mais importantes de atração e conversão de usuários, é vasto. Existem muitos estilos e truques a serem estudados. Por isso, separamos 10 livros sobre copywriting para expandir o seu conhecimento no assunto. Essas obras são obrigatórias tanto para iniciantes como para profissionais experientes.

Aperte o play acima e ouça a lista completa de livros sobre copywriting!

À medida que você começa a ampliar seu conhecimento e a desenvolver suas habilidades de redação de marketing, provavelmente irá desejar se concentrar em habilidades muito específicas, como técnicas de copywriting, incluindo a narrativa e a persuasão.

Não importa qual seja o seu nicho, os livros nesta lista ajudarão você a ampliar seus resultados.

10 livros sobre copywriting para iniciantes e profissionais [obrigatórios]

1. As armas da persuasão de Robert B. Cialdini

De 1984, As armas da persuasão – Como influenciar e não se deixar influenciar de Robert B. Cialdini, mantém-se entre os principais títulos para profissionais de comunicação que se dedicam a escrever com o objetivo de convencer ou converter o leitor.

Este livro sobre copywriting apresenta o conceito dos 6 gatilhos mentais – ou seis princípios psicológicos básicos – que segundo o autor, governam o comportamento humano durante um processo de tomada de decisão, sendo eles; reciprocidade, compromisso e coerência, aprovação social, afeição, autoridade e escassez.

O objetivo do copywriting é persuadir por meio do conteúdo. Para isso, é preciso que o profissional que deseja levar o leitor a realizar uma ação, entenda como funciona o comportamento humano e o que estimula as ações das pessoas.

as armas da persuasão

O objetivo do livro é apresentar conceitos e técnicas de persuasão ao profissional que deseja levar os leitores a realizarem compras, doações, concessões, votos, permissões etc.

2. Marketing de Conteúdo Épico de Joe Pulizzi

Em seu livro Marketing de Conteúdo Épico, Joe Pulizzi dá destaque para a necessidade de produção de conteúdos que fujam da autopromoção de produtos e serviços.

Para o autor, o que falta para a maioria das marcas são histórias que envolvem seus clientes e os levam a realizarem uma ação desejada.

O autor propõe seis princípios-chave do marketing de conteúdo, que tornam o livro épico:

  • O conteúdo deve responder a uma necessidade
  • Comunicar de forma consistente
  • Encontrar sua voz única e humana
  • Expressar um ponto de vista
  • Não falar de vendas
  • Ser reconhecido como o melhor de seu nicho

marketing de conteúdo epico

3.Ogilvy on Advertising de David Ogilvy

David Ogilvy é fundador da lendária empresa de publicidade Ogilvy & Mather. Ele deixou em seu rastro um legado de campanhas publicitárias icônicas, incluindo o anúncio “The Man in the Hathaway Shirt” e o anúncio “A 60 milhas por hora” para a Rolls-Royce.

Em Ogilvy on Advertising, o autor compartilha tudo, desde como conseguir um emprego publicitário até técnicas de como escrever textos que as pessoas querem ler. Portanto, se você deseja ser um copywriter que escreve textos que realmente atraiam e convertam, esse deve ser um de seus livros de cabeceira.

 

Ogilvy on Advertising

4. The Adweek Copywriting Handbook de Joseph Sugarman

Entre os livros de copywriting obrigatórios, The Adweek Copywriting Handbook é um guia definitivo, com um passo a passo fácil e repleto de dicas úteis para ajudá-lo a motivar a persona de seu negócio por meio de textos atraentes e que realmente aumentam as taxas de conversão.

Nele, Sugarman ensina como escrever um texto forte que vende, sem deixar para trás o toque criativo – uma habilidade valiosa no mundo do Inbound Marketing.

 

The Adweek Copywriting Handbook

5. Everybody Writes: Your Go-To Guide to Creating Ridiculously Good Content de Ann Handley

Este é um dos livros mais falados atualmente e obrigatório na lista dos livros sobre copywriting. Em Everybody Writes, a autora deixa claro que seu sucesso dentro do universo do Inbound Marketing é amplamente determinado pela qualidade do conteúdo que você produz e nesse assunto Ann Handley tem autoridade suficiente para opinar.

Este livro ensinará você a como escrever um conteúdo valioso e confiável que realmente beneficie sua persona. Ele deve refletir sua personalidade, ao mesmo tempo em que mostra sua experiência.

Além das dicas que facilitam o processo de criação de conteúdo, Ann também inclui uma longa lista de recursos que você pode usar para levar sua mensagem a ainda mais pessoas. Além disso, seu senso de humor e referências à cultura pop criam páginas dignas de tweets e uma leitura realmente divertida.

Everybody Writes

6. The Copywriter’s Handbook: A Step-by-Step Guide to Writing Copy That Sells de Robert W. Bly

Este é um dos livros mais acessíveis e mais abrangentes para apresentar você aos fundamentos da redação.

Uma vez terminado, você terá os insights fundamentais de que precisa para escrever um artigo de blog memorável, criar uma manchete atraente, manter a atenção de seus assinantes de email marketing e lidar com qualquer tarefa de redação.

Em The Copywriter’s Handbook: A Step-by-Step Guide to Writing Copy That Sells, Bly não se aprofunda nos aspectos técnicos, mas fornece os fundamentos universais para ser um bom redator – incluindo listas de verificação e recursos para ajudar você a se manter no caminho certo.

the Copywriter’s Handbook
Ao longo da obra o autor destaca algumas boas práticas, como criar subtítulos certeiros e como tornar mais fácil a leitura.

7. Creating Fat Content: Boost Website Traffic with Visitor-Grabbing, Google-Loving Web Content de Dr. Andy Williams

Em Creating Fat Content, você vai aprender a dominar as principais técnicas da escrita que irão te ajudar a aumentar o tráfego de pesquisa orgânica e a obter um maior e melhor ROI.

Em vez de se ater à teoria, o Dr. Williams fornece muitos exemplos claros para você aprender e modelar sua escrita, até encontrar sua própria voz.

Creating Fat Content

8. The Ultimate Sales Letter: Attract New Customers. Boost your Sales de Dan Kennedy

Se há um homem com o qual você gostaria de aprender a escrever uma carta de vendas, é Dan Kennedy.

The Ultimate Sales Letter ensinará como escrever ótimas cartas de vendas, mas também ajudará a melhorar tremendamente suas campanhas de e-mail marketing e landing pages.
The Ultimate Sales Letter

O estilo simples de Kennedy também torna esse livro uma leitura divertida e a informação fácil de aplicar.

9. Breakthrough Copywriting: How To Generate Quick Cash With The Written Word de David Garfinkel

Este é um ótimo livro para aqueles que estão familiarizados com os fundamentos do copywriting e estão procurando refinar suas habilidades.

Em Breakthrough Copywriting, Garfinkel fornece segredos para explorar as emoções da sua persona compradora com algo que realmente seja relevante para ela e a convença a realizar uma ação de compra, por exemplo.

Breakthrough

10. Copywriting: Palavras Que Vendem Milhões de Gustavo Ferreira

Copywriting é a arte da comunicação persuasiva. O livro Copywriting: Palavras que vendem milhões, apresenta:

  • Princípios de marketing com 152 headlines altamente persuasivas
  • 7 cartas de vendas que venderam mais de 1 bilhão de dólares
  • 26 modelos para iniciar suas cartas de vendas
  • 7 passos de Gary Halbert para escrever textos vencedores
  • Roteiro de 52 passos para cartas e vídeos de vendas

Essas e muitas outras dicas, técnicas, exemplos e ferramentas de marketing digital têm o objetivo de desenvolver um texto de acordo com os princípios do copywriting e gerar resultados para seu negócio.

copywriting

Gostou da nossa seleção com livros de copywriting que todo profissional deve ler para se tornar um especialista ainda mais antenado com técnicas e novidades?

No Vooozer estamos sempre atentos às novidades do mercado e temos a missão de auxiliar você a aumentar o engajamento digital do seu público com o seu conteúdo.

Já pensou em desenvolver posts em áudio em sua estratégia de marketing de conteúdo?  Pelas nossas pesquisas, mais de 80% das pessoas não conseguem ler tudo o que gostaria na internet. Dessa forma, parte da estratégia de copywriting deve ser levar o conteúdo, em qualquer formato, ao usuário.

Se um texto é persuasivo ao ser lido, imagine ao ser escutado em uma narração com variações de tom e emoção.

Então, publicando uma versão em áudio junto aos seus textos – assim como a Resultados Digitais e a Rock Content já fazem – você irá engajar mais visitantes e gerar mais leads do que apenas publicando a versão em texto.


Etapas funil de vendas

Seria a morte das etapas do funil de vendas? [novo modelo]

Você está procurando um modelo que apresente as etapas do funil de vendas e que possa ser usado para aumentar sua taxa de conversão? Neste artigo, vou te orientar nas diferentes etapas do funil de vendas e compartilhar 13 maneiras de aumentar sua taxa de conversão por meio de estratégias para fazer o cliente caminhar por todos os estágios do funil.

Sem tempo ou disposição para ler? Aperte o play e ouça o artigo!

Antes de nos aprofundarmos nas dicas que te ajudarão a aumentar a taxa de conversão da sua estratégia, é importante que estejamos na mesma página sobre o que é um funil de vendas e o que você deseja otimizar nos diferentes estágios do funil de vendas.

Seria a morte do funil de vendas? Um novo percurso.

Por definição, um funil de vendas é uma ferramenta que te ajuda a visualizar onde seus clientes em potencial estão dentro de uma jornada do consumidor.

Um funil de vendas é amplo na parte superior, pois os clientes em potencial dos mais variados níveis de interesse são atraídos. Eventualmente, os mais engajados são canalizados para a parte inferior do funil para serem transformados em vendas reais.

 

etapas funil de vendas

Enquanto na maioria das apresentações de funil de vendas você verá um gráfico semelhante ao acima, algumas linhas de pesquisa já apresentam o funil (que não seria mais um funil, não é mesmo?) em formato de círculo, como apresentado abaixo:

ETAPAS FUNIL DE VENDAS

Segundo essa metodologia, os clientes em potencial se deslocam do lado de fora do círculo para o seu interior à medida que se tornam mais familiarizados com o seu negócio.

São 5 etapas no funil de vendas apresentado, e em tradução livre, você pode entendê-las, de fora para dentro, do azul escuro ao vermelho como:

  • Atraia a Comunidade (Attract the Community)
  • Engaje a multidão (Engage the Crowd)
  • Eduque seu lead (Educate the Committed)
  • Converta clientes (Convert the Customers)
  • Fidelize seu público (Remember the Crore)

Seus objetivos também mudam à medida que o cliente se movimenta pelas etapas do funil de vendas.

  • Primeiro, você deve atrair o público que não está familiarizado com o seu negócio.
  • Então, envolva aqueles que agora sabem que você existe.
  • Em seguida, eduque os interessados em fazer uma compra.
  • Agora, converta clientes que estão prontos para comprar.
  • Por fim, lembre-se de seus principais fãs que já fizeram uma compra.

Muitas vezes, as empresas tentam converter um prospect logo no primeiro contato. Dentro da lógica do funil de vendas, essa não é a melhor tática.

Em vez disso, pense em mover seu cliente pelo funil com uma série de pequenas ações que resultam em pequenas conversões. Isso acabará resultando em uma venda.

5 etapas do funil de vendas

#1 Atraia a Comunidade

Você já parou para pensar em quantas pessoas que adorariam comprar o que você está vendendo não têm ideia de que sua empresa existe?

Esse é um princípio básico: se eu não sei sobre a sua existência, eu não posso comprar de você.

As táticas mais comuns para atrair novos prospects são:

Inicie um Blog

Escreva algo de valor relacionado ao seu produto, indústria ou às dores do seu público.

Você já deve estar cansado de ouvir sobre as vantagens do marketing de conteúdo, não é mesmo?  Pois agora é hora de parar de só ouvir e iniciar sua produção de conteúdo com o objetivo de atrair e converter clientes.

Para iniciar sua estratégia de conteúdo, sugerimos que leia o material exclusivo do Vooozer, “Como escrever um artigo para blog perfeito? Narrando-o! Entenda como”.

As publicações de artigos em seu blog também ajudarão seu site a ser encontrado nos motores de busca. Dessa forma, quando seus clientes em potencial utilizarem plataformas de pesquisa como o Google para sanar dúvidas, eles poderão encontrar seus artigos e poderão acessar seu site ao invés do site de seus concorrentes.

Se seu objetivo é rankear seu conteúdo nas primeiras posições de resultados no Google, busque pelas melhores ferramentas de SEO para blog e otimize sua plataforma e seu conteúdo.

Redes Sociais

Os consumidores contam hoje com suas redes sociais para encontrar informações, referências e avaliações sobre serviços, produtos e marcas.

Eles esperam que uma empresa esteja disponível para perguntas no Facebook e no Twitter. Eles procuram por tutoriais e instruções no Pinterest e no YouTube. Eles querem um vislumbre dos bastidores do seu negócio no Instagram. A prova social cria confiança e ajuda a aumentar as conversões.

Atenda seus clientes desenvolvendo uma presença ativa nas redes sociais que fazem mais sentido para sua empresa. Isso também ajudará seu rankeamento nos mecanismos de busca.

Invista em mídia paga

Campanhas CPC, ou custo por clique, permitem que você veicule anúncios em plataformas diversas e pague apenas quando um usuário clicar em sua publicidade.

Você deve usar campanhas de CPC para direcionar tráfego para seu site ou para landing pages nas quais tentará capturar o endereço de e-mail do seu possível cliente.


#2 Envolva a multidão

Após apresentar a sua empresa para o público, você pode começar a buscar um envolvimento entre a sua marca e o potencial cliente. Incentive esse prospect a se relacionar com você, mesmo sem uma efetiva compra.

A melhor maneira de fazer isso é oferecer um ímã que ajude a resolver possíveis problemas desses usuários, em troca de seu endereço de e-mail. Você pode por exemplo, oferecer um e-book ou audiobook com informações valiosas em troca do endereço de e-mail do usuário.

Algumas estratégias são fundamentais nessa segunda etapa, entre elas:

Landing Page

Uma landing page é uma página em seu site com conteúdo que trata de um problema específico e oferece uma chamada à ação, ou call to action, o CTA.

Seu objetivo é capturar as informações de contato de seu possível cliente ou fazer uma venda.

Envie seu tráfego para uma landing page e você poderá aumentar sua taxa de conversão.

Já parou para pensar em como calcular a taxa de conversão de seu site? Sugerimos que leia também esse artigo e descubra como esse dado pode interferir em sua estratégia.

Call to Action

Para cada página do seu site, pergunte a si mesmo: oque eu desejo que esse leitor faça?

  • Eles precisam ligar para marcar uma consulta?
  • Preencher um formulário de contato?
  • Baixar um e-book ou outro material rico?
  • Assistir a um vídeo?

Não deixe que seu prospect entre em seu site e saia sem ter realizado nenhuma ação. Decida a ação que você deseja que seu cliente realize e adicione uma frase de chamariz clara, incentivando que esse usuário se envolva com o material proposto.

Formulários

Os formulários de contato ou os formulários de comentários muitas vezes são ignorados como oportunidades para adicionar inscritos à sua lista de e-mails.

Inclua uma opção para o visitante escolher receber seu boletim informativo por e-mail.

#3 Eduque seu lead

Agora que o usuário converteu em uma landing page, interagiu com um CTA ou respondeu a um formulário, você tem o lead em suas mãos e é hora de nutri-lo.

Eduque seu lead sobre seu produto ou serviço. Seu cliente em potencial tem dúvidas. Seu trabalho é respondê-las.

Leia também: Como gerar leads qualificados e aumentar vendas em 7 passos

Você pode educar seu cliente em potencial usando os seguintes métodos:

E-mail marketing

Você pode começar a educar prospects sobre sua empresa usando uma simples estratégia de e-mail marketing.

Utilize um software de automação de marketing para criar um fluxo de nutrição e tenha em mente o local em que o lead converte. Se ele converte em uma etapa mais do fundo do funil (ou do centro do círculo), como por exemplo um e-book sobre como automatizar o marketing, no caso de uma empresa de automação de marketing, você pode ir direto ao assunto e falar da sua empresa e das vantagens da contratação.

Entretanto, se o lead converteu em uma landing page de topo, fazendo o download, por exemplo, de um e-book “10 estratégias de marketing digital tendências de 2018”, o ideal é que você vá avançando o lead pelas etapas de forma gradual, enviando mais conteúdo sobre o assunto até que ele esteja pronto para receber um e-mail mais de fundo de funil.

#4 Converta clientes

Nesta etapa do funil de vendas você deve dar oportunidades claras de compra aos seus leads.

Algumas estratégias podem te ajudar:

Conteúdo direcionado

Muitas plataformas de comércio eletrônico, por exemplo, se integram aos softwares de e-mail marketing para que você possa enviar promoções via e-mail para clientes atuais e potenciais.

Use essa integração para configurar a automação de e-mail marketing oferecendo produtos e ofertas especiais a clientes que chegaram até essa etapa do funil de vendas.

Você pode oferecer frete grátis para clientes que abandonaram o carrinho de compras sem comprar ou dar um desconto aos clientes que visualizaram um determinado produto várias vezes, mas não finalizaram a transação.

Se seu negócio for B2B, você pode aplicar a mesma lógica. Por exemplo, direcionando uma comunicação específica para leads que visitaram uma página mas não cumpriram a ação desejada, ou enviando um conteúdo complementar para usuários que baixaram um determinado material.

#5 Fidelize seu público

É mais fácil vender para um cliente existente do que conquistar um novo. Você investiu muita energia e dinheiro na conquista de um cliente – não o deixe de lado agora!

Lembre-se daqueles que já fizeram uma compra oferecendo:

Referências

Pergunte aos seus clientes se eles conhecem alguém que se beneficiaria com seu produto ou serviço. Ofereça um desconto em sua próxima compra se ele indicar um cliente em potencial que se tornar um cliente real, por exemplo.

Upsells e vendas cruzadas

Incentive o cliente a comprar itens, pacotes ou complementos do produto ou serviço já comprado durante e após a venda. Você pode fazer isso durante o processo de check-out ou como um e-mail de acompanhamento um tempo após a contratação de um serviço inicial.

Lembretes

Dê aos seus clientes uma ajuda, lembrando-os de datas importantes relacionadas ao seu produto ou serviço, como por exemplo Dia das Mães, Dia dos Namorados ou férias escolares.

Gratidão

Mais importante, não se esqueça de simplesmente agradecer!

Envie, por exemplo, um e-mail de feliz aniversário a seus clientes e ofereça um cupom ou brinde para comemorar essa data. Pode ser tanto algo simples como uma ideia mais elaborada.

Gostou das nossas dicas para aplicar na prática ações para cada etapa do funil de vendas? Quer desenvolver estratégias para aumentar o engajamento de seu público e consequentemente aumentar conversões e vendas? Conheça a metodologia do Vooozer!

Além de publicar posts em áudio facilmente através da nossa plataforma e serviço de narração, você pode usar nosso player para capturar leads e aumentar suas vendas. Funcionalidade importante e que contribui para o sucesso da sua estratégia e gestão de conteúdo digital.

Por meio dessa estratégia ajudamos a Resultados Digitais aumentar em 7% a captação mensal de leads do seu blog.

Solicite uma consultoria gratuita de Audio Marketing para descobrir como podemos turbinar seu funil de vendas, ajudando a ampliar o engajamento e a captação de leads do seu blog.

 

Conteudo de qualidade

O segredo da Resultados Digitais, Rock Content, Trello, Treasy e outras startups para criar um conteúdo de qualidade

Quando o assunto é estratégia de marketing digital, conteúdo de qualidade é rei!

Mas como produzir materiais que realmente acelerem o alcance da sua marca, ampliem o engajamento digital de seu público e aumentem as taxas de conversão de usuários em leads e leads em clientes? Pensando em responder a essa pergunta, conversamos com especialistas de 4 startups em amplo crescimento no Brasil: Resultados Digitais, Rock Content, Trello e Treasy.  

Tá na correria? Preguiça de ler? Aperte o play e ouça o artigo ao invés de ler!

Não é difícil entender o sucesso que o marketing de conteúdo faz. Ele custa 62% menos do que o marketing tradicional e gera aproximadamente 3 vezes mais leads, ou seja, 3 vezes mais contatos diretos com possibilidade de negócio. E isso é só o começo!

Flaubi Farias, editor de conteúdo da Resultados Digitais, destaca o conteúdo como parte de uma estratégia para manter o leitor envolvido, “O conteúdo precisa despertar algo no leitor. Pode ser emoção, em caso de construção de marca. Pode ser uma ação, em caso de conversão ou venda”, aponta.

Dessa forma, no que exatamente você deve estar atento ao conduzir sua estratégia de produção de conteúdo de qualidade, que envolva o usuário? Como melhorar um blog? Os especialistas das startups acima abriram o jogo e destacaram o que acham mais importante na hora de produzir um conteúdo que vai gerar leads e conversões.

Dicas de especialistas: 5 critérios para gerar conteúdo de qualidade

1. Linha editorial bem definida

Sobre o que você vai escrever? Qual a linguagem que irá utilizar? Qual será o propósito macro do seu conteúdo e para quem você irá desenvolver o material?

Dentro de uma estratégia de marketing de conteúdo não dá para você pegar uma folha em branco e começar a escrever sem saber para quem está escrevendo, porque está escrevendo e para qual canal o material está sendo produzido.

Mesmo quando um redator não faz parte de sua equipe fixa, ele precisa estar alinhado com a linha editorial de seu blog ou site e seguir guias básicos que orientarão a produção de um conteúdo de qualidade.

Amanda Alvernaz, Marketing Manager Brasil do Trello – o aplicativo gratuito de gerenciamento de projetos e tarefas mais famoso do Brasil – contou que mesmo quando o conteúdo é produzido por empresas parceiras ou autores convidados, ele passa por uma série de análises antes de ir ao ar.

O cuidado é para garantir que a linha editorial do Trello seja respeitada e o conteúdo chegue com qualidade ao usuário que irá ter acesso ao material. “Nós temos um guideline detalhado e super rigoroso do que nós esperamos de artigos de terceiros. Para avaliar se um escritor tem um fit bom com o nosso blog, nós nos baseamos fortemente em seus artigos anteriores assim como o pitch que eles entregaram para a gente. Isso é discutido internamente pela nossa equipe de redação”, afirma Amanda.

Mais uma dica valiosa para a produção de um conteúdo de qualidade é a utilização de parceiros, “Além dos nossos próprios redatores internos, nós também trabalhamos, ocasionalmente, com autores convidados para ajudar na criação de conteúdo para o nosso calendário editorial”, conta Amanda.

2. Resolva um problema real

Dentro das estratégias de Inbound Marketing, a produção de conteúdo tem um papel específico: fazer com que os usuários naveguem pelas etapas do funil de vendas. Para que isso aconteça, um conteúdo de qualidade precisa responder claramente às dúvidas dos leitores.

Flaubi Farias, Editor de Conteúdo da Resultados Digitais, destaca a importância de um entendimento claro sobre a sua persona para a construção de um conteúdo de qualidade, guiando o leitor nas etapas do funil de marketing, e destaca; “O conteúdo tem que falar a mesma língua da persona. Senão, o leitor não vai se identificar e não vai continuar lendo. Isto é, além do tema, tem que ter um tom de voz bem definido e um discurso alinhado aos propósitos da empresa”.

Conteúdos teóricos devem estar alinhados à dicas práticas de como resolver um problema, colocar em prática uma estratégia, implementar um novo setor, utilizar uma ferramenta, entre outras respostas que o conteúdo pode oferecer. Para André Mousinho, especialista em Marketing de Conteúdo da Rock Content, “O melhor conteúdo é aquele que responde a dúvida que levou o leitor para o seu conteúdo.”

Utilizando essa estratégia, a Rock Content conquistou o primeiro lugar para as principais palavras-chave do mercado.

Amanda Bittencourt, assistente de marketing da Treasy, startup de planejamento e controladoria orçamentária, tem a mesma opinião;  “O conteúdo realmente precisa ter resolvido um problema do leitor, para isso usamos exemplos, montamos empresas fictícias, indicamos um passo-a-passo”.

Você pode perceber essa organização nos conteúdos produzidos pela Treasy, sempre baseados em listas e em passo a passo para facilitar a leitura e o entendimento do usuário. Um exemplo é o artigo: Dificuldades na precificação de serviços? Saiba como definir preços para os serviços da sua empresa. Leia e confira na prática como aplicar o método indicado pelos especialistas na hora de construir seu conteúdo.

O conteúdo deve ser a resposta que o usuário buscava, isso causa empatia e identificação, aumentando as chances de negócio; “Após a leitura, nosso objetivo é que o leitor consiga colocar em prática (sem dificuldades) tudo que aprendeu, ou pelo menos, saiba como dar os primeiros passos. Particularmente é o critério que eu mais gosto, pois acho que é com ele que nos diferenciamos de outros blogs que só falam a teoria”, afirmou Amanda.

3. Linguagem simples e acessível

Parece fácil escrever de forma simples, mas nem sempre é. Principalmente quando o seu setor utiliza termos específicos e complicados, que não fazem parte do dia a dia da maioria dos usuários.

Nessas ocasiões em que não dá para fugir de nomenclaturas complicadas e específicas é preciso um pouco mais de atenção na hora da escrita. “Como abordamos temas difíceis (ROA, TIR, TAXA DE DESCONTO) e diversos outros assuntos financeiros complexos, tentamos trabalhar ao máximo uma linguagem simples e divertida. Conseguimos isso usando ditados populares, frases de filmes, contando uma situação engraçada, dando um exemplo do cotidiano. Usar isso principalmente na introdução, deixa o texto interessante e retém o leitor até o fim”, Amanda Bittencourt, Treasy.

4. Faça um conteúdo que será encontrado

“Não adianta criar um bom conteúdo e ele não ser encontrado, certo?”,  Amanda Bittencourt, assistente de marketing da Treasy,

Seguindo essa lógica, entra em cena um personagem conhecido: a estratégia SEO. Juntamente com a pergunta mais frequente do marketing digital: como rankear no Google?

Desenvolver um conteúdo que esteja alinhado à técnicas de SEO e que possua palavras-chave estratégicas e com bom volume de pesquisa é fundamental para ter um conteúdo de qualidade (e rankeado).

Luiza Drubscky, gerente de comunidade da Rock Content, explicou como funciona o processo de pesquisa pré-desenvolvimento de um conteúdo; “O que a gente valoriza muito aqui na Rock é que o conteúdo responda a todas as dúvidas que estiverem “embutidas” na intenção de busca da pessoa que chegar até aquele conteúdo. Fazemos pesquisas de termos relacionados nas ferramentas de palavras-chave e produzimos um material completo que responda todas essas dúvidas!”

Mas a Rock Content vai além! Ela também investe em posts em áudio com o Vooozer e com isso conseguiu aumentar em 10% o tempo médio da página. Confira o case completo aqui.

A Treasy reforça o coro; “lém de nos preocuparmos se o conteúdo é mão-na-massa e se tem uma linguagem divertida, olhamos muito para as kw (keywords) de long tails. Já no briefing definimos as que serão trabalhadas, os criadores de conteúdo tentam otimizá-las ao máximo, usando de forma coerente diversas vezes durante o texto, no título, subtítulo”, destaca Amanda Bittencourt.

Alguns sites para encontrar keywords de long tails estratégicas:

5. Atenção ao português

É preciso ter cuidado com o português ao desenvolver um texto.

“A minha dica para um conteúdo de qualidade é ter atenção na revisão do conteúdo, para que seu texto seja coeso, não seja repetitivo e não tenha erros gramaticais”, destaca Clara Borges, supervisora de marketing da Rock Content.

Então, antes de publicar um material, leia, releia e peça a alguém para revisá-lo. Manter o português em dia é fundamental mesmo em uma linguagem mais informal como no caso dos blogs posts.

6.  Invista em diferentes tipos de conteúdo

A equipe da Resultados Digitais acredita na produção de conteúdo em diferentes formatos para ampliar o alcance do seu material e trazer ainda mais relevância para o seu público; “Recomendo também que um bom conteúdo seja multimídia quando possível. Usar imagens, áudios, vídeos, tweets e outros formatos dentro do conteúdo ajuda bastante na compreensão e deixa o conteúdo bem mais atrativo.”, destaca Flaubi Farias.

Dentro desse pensamento, a Resultados Digitais investe também na produção de posts em áudio para aumentar seu alcance e com isso ampliaram o engajamento do público, que agora tem a opção de escutar seus materiais. Confira o case completo.

Nossa equipe também acredita que uma das maneiras mais interessantes de desenvolver conteúdos de qualidade é sair da mesmice e investir em tipos de conteúdo que vão além do post blog em formato de texto.

Vídeos, infográficos, e-books e áudio posts são opções que tornam sua estratégia de conteúdo mais robusta e completa, além de ampliar seu alcance e estimular um maior engajamento de seu público com sua marca.

7. Busque referências do mercado

Por último, mas não menos importante, é preciso estar atento ao que os especialistas do mercado estão realizando e desenvolvendo. Buscar referências é uma das melhores estratégias para se desenvolver um conteúdo de qualidade e uma estratégia com resultados. Foi exatamente isso o que fizemos neste artigo.

Buscamos informações com empresas referências no mercado de produção de conteúdo para oferecer a você as maiores tendências e as dicas mais relevantes do contexto do marketing de conteúdo.

Conheça a metodologia do Vooozer! Com a força dos posts em áudio, ajudamos empresas a potencializar suas estratégias de conteúdo, gerando mais engajamento dos visitantes e capturando mais leads.


 

o-que-e-cro

O que é CRO? Um guia breve sobre otimização de conversão

SEO, CTA, CRMs…

Se você escreve, cria ou publica tipos de conteúdos online, será bombardeado por esses acrônimos.

Hoje, estamos nos concentrando em um deles: o CRO.

Experimente aprender sobre CRO de maneira prática: aperta o play acima e ouça o artigo!

Mas o que é CRO?

Significa Otimização da Taxa de Conversão e este acrônimo super popular está flutuando na web há algum tempo.

De acordo com Ginny Mineo, da HubSpot, o CRO é o processo pelo qual você cria uma experiência para os visitantes de seu site. A experiência é tão convincente que você as transforma do status “visitante” para o de “cliente”.

As conversões têm maneiras diferentes de serem medidas; e realmente, tudo depende do que você está tentando alcançar com seu site.

Antes de podermos mergulhar no âmago da questão e torná-lo um CRO Pro, você precisa entender primeiro o que é CRO e o básico para isso. Vamos lá!

O que é CRO: o significado de converter (o C no CRO)

A conversão, na sua forma mais simples, significa que você convenceu alguém a agir; uma ação que você queria que fosse tomada.

A ação pode ser se inscrever em um boletim informativo, clicar em seu site, ligar para agendar um horário. Entendeu a essência, não é?

As conversões são exclusivas para cada site. O sucesso da sua conversão não é o mesmo que de outro. Trata-se basicamente do que você está tentando alcançar com o seu site e se você consegue.

Então, se as pessoas fizerem o que você quer, você vai medir o número de pessoas que fizeram isso (versus aquelas que ignoram suas solicitações) e ver onde você precisa otimizar.

Dica: CRO não é SEO

Agora que você tem uma ligeira compreensão sobre a definição de o que é CRO, em seguida, você precisa separá-lo do SEO.

É fácil confundir os dois termos.

  • SEO = Search Engine Optimization: se concentra na otimização para os mecanismos de busca.
  • CRO = Conversion Rate Optimization: por outro lado, é onde você otimiza as conversões.

Na grande batalha do CPC vs. SEO, lembre-se do que é aprendido no CPC sobre quais consultas são mais procuradas e nas de maior conversão podem ser aplicados os esforços de SEO.

Assim como o CPC, as informações coletadas do teste de CRO podem ser aplicadas à otimização de SEO. Isso garante que a página que o usuário acessa esteja focada em fornecer a informação correta para a conversão.

Ou seja, usar o estudo de palavras chaves que é feito para uma campanha de CPC ajuda a construir um conteúdo mais estratégico para uma página. E fazer testes com campanhas de CPC com o objetivo de levar tráfego pro site, mostram quais termos tem maior encaixe com aquilo que você está oferecendo na página.

Para páginas super estratégicas como Home e landing pages, por exemplo, é interessante seguir essas duas táticas. CRO e SEO são diferentes, mas podem se complementar dentro de uma estratégia.

O Moz mergulha ainda mais fundo nessa questão e discute a guerra civil entre CRO e SEO – basicamente, dizendo que você precisa de ambos, mas que eles não são os mesmos.

Leia também: Ferramentas de SEO para blog: 9 opções simples e gratuitas.

Como medir o seu CRO

Entendido o que é CRO, vamos começar a vê-lo na prática.

CRO não é medido usando apenas uma ferramenta ou uma peça de pesquisa.

Em vez disso, você extrai dados de várias fontes para compilar em uma tática de otimização para obter melhores resultados de conversões.

  • Primeiro, você precisa identificar os causadores de problemas e se livrar deles imediatamente.
  • Segundo, você vai elaborar um plano para que esses incômodos anti-CROs permaneçam fora do seu site para sempre.
  • Terceiro, você precisará compilar os números novamente, verificar novamente o seu estado de CRO e ajustar quando necessário.

Então, por onde você começa?

Os números que você pode melhorar com CRO

1. Total de conversões

Você não pode melhorar se não souber exatamente o seu total de conversões.

O total de conversões é o número de pessoas que fizeram o que você queria que elas fizessem (por exemplo, inscrever-se para receber uma newsletter).

2. Cálculo da Taxa de Conversão

É aqui que você precisa sacar sua calculadora. Você terá o número total de conversões e o dividirá pela contagem total de visitantes. Note que o total de visitantes sempre será maior.

É praticamente impossível para você ter uma conversão de 100%. Além disso, de acordo com Dave Chaffey da SmartInsights, sua taxa de conversão ideal pesa muito em relação a indústria e qual página do site que você está medindo.

Juntando tudo e melhorando o CRO

Agora você sabe o que é CRO, mas como começar a usá-lo?

Não existe uma solução única que conserte tudo com o CRO. O que funcionou para o site do seu amigo pode não funcionar para o seu.

Até mesmo seus concorrentes terão taxas de conversão diferentes que estão tentando otimizar. Então, não espere extrair uma solução mágica de um chapéu aqui.

Em vez disso, você precisa se concentrar nas melhores práticas para o CRO e implementar o que se aplica a você.


Melhores práticas de CRO: 5 coisas para implementar agora

Você tem muitas ferramentas à sua disposição, então agora é a hora de buscá-las e aproveitar seu poder.

Veja quais dados você tem disponível e o que seus números já estão informando sobre suas taxas de conversão. Aqui estão cinco ideias que recomendamos para você começar:

1. Descubra para onde seu tráfego está indo

Provavelmente, você deve ter o Google Analytics em seu site (e configurado corretamente). Se você fizer isso, descobrir de onde seu tráfego está chegando vai ser fácil.

Lembre-se: certas porcentagens de seus visitantes serão perdidas em qualquer oportunidade de transição. Em vez disso, procure taxas e saídas de rejeição inexplicáveis ​​ou acima da média.

2. Pense como o visitante do seu site

Sim, você é o proprietário do site, mas agora é a hora de entrar na pele (ou na tela) das pessoas que visitam seu site.
Olhe suas páginas:

  • Elas fluem bem?
  • Você pode navegar facilmente?
  • E quanto ao apelo à ação (CTA)? É claro, conciso e convincente?
  • Você sabe qual é a meta final por página?

Veja o que se destaca na página versus o que não se destaca. Qualquer coisa importante deve ser facilmente vista, como links, números de telefone e, claro, a CTA.

Por exemplo, se o seu USP (Unique Selling Proposition) que é o argumento que diferencia você dos seus concorrentes não estiver forte e convincente o suficiente, você pode reformulá-lo e chegar a uma CTA mais certeira.

3. Executar uma pesquisa

Não há mal em perguntar às pessoas em seu site o que elas querem ver mais ou o que pode melhorar.

Afinal, são as pessoas que você precisa impressionar. Você pode pesquisar via redes sociais, listas de e-mail ou até mesmo configurar uma pesquisa externa.

Outra opção é colocar uma pergunta na própria página a ser otimizada, questionando o visitante, por exemplo, se ele sentiu falta de alguma informação.

Sabendo o que seu público-alvo deseja, você pode configurar as páginas com frases que incluem palavras-chaves estratégicas e que deixarão claro os benefícios que você oferece.

4. Teste de Usabilidade

Tenha pessoas para testar seu site. Você pode usar sites como o Usertesting.com, por exemplo, para configurar uma tarefa para as pessoas preencherem em seu site.

Você pode até mesmo receber feedback (dependendo da ferramenta que você usa), respostas de áudio, etc., informando o que os usuários pensam.

Por exemplo: os menus do seu site são fáceis de compreender? O usuário entende sem dúvidas para onde aquele link irá levá-lo? Fazer esse teste pode te ajudar a melhorar coisas simples, mas que fazem toda a diferença na experiência do usuário.

5. Mapas de calor

Um mapa de calor mostrará a você onde os visitantes estão clicando mais e quais áreas estão “geladas”.

Os mapas de calor (heatmaps) também podem mostrar onde os visitantes esperavam que sua call to action (CTA) estivesse na página. Algumas boas ferramentas de mapa de calor: Tableau, SumoMe e CrazyEgg.

3 dicas rápidas que podem melhorar sua estratégia de CRO

Se você não tem tempo para testar ou simplesmente não tem paciência, aqui estão algumas ideias iniciais:

Altere o conteúdo: o conteúdo é a melhor maneira de melhorar suas taxas de conversão. Crie conteúdo atraente, fácil de ler (ou de ser consumido) e que flua bem na página.

Conduza os leitores em seus textos, eduque-os, dê-lhes algo de bom para levar, e então entregue sua CTA.

Um cuidado importante é não colocar mais de uma CTA na página. A chamada para duas ações diferentes pode confundir o usuário e no fim ele pode acabar não clicando em nenhuma das duas. Tenha um foco e trabalhe a CTA baseada nele.

Torne agradável aos olhos: ninguém gosta de um site que está bagunçado ou que não consegue descobrir onde está algo.

Você não pode esperar que as pessoas encontrem rapidamente sua página de contato quando não houver um link ou uma opção clara no menu.

Além disso, as cores podem afastar as pessoas. A psicologia das cores têm influência no marketing e pode melhorar as conversões em um site.

Acomode o tipo certo de usuário da web: você não terá duas pessoas idênticas olhando para o seu site. Mesmo gêmeos idênticos terão diferentes experiências de usuário.

Seu site precisa se concentrar em converter aqueles que são mais importantes para sua empresa. Ao invés de tentar otimizar para cada pessoa que pode acidentalmente clicar em um link até você.

Não coloque tudo na mesma cesta: o CRO não é tudo

Entender o que é CRO, as ferramentas e como colocá-las em prática é uma parte importante, mas não é tudo. Afinal, quando falamos de tendências de Marketing Digital, existem muitas possibilidades para divulgar e acelerar seu negócio.

Eu sei, nós passamos todo esse tempo respondendo a pergunta épica “O que é CRO?” e agora estou concluindo dizendo a você para esquecer isso.

Antes de levantar as mãos e ir embora, ouça atentamente:

CRO é importante, mas dificilmente é o único elemento em que você precisará se concentrar em sua estratégia de marketing. Se você se concentra exclusivamente no CRO, está deixando de fora um grande potencial de aprimoramento.

As taxas de conversão não são a única resposta para o seu problema. Se você focar apenas nelas, poderá refletir sobre dados irrelevantes.

Outras coisas que sugerimos que você leve em consideração incluem:

Uma conversão mais alta não equivale a um desempenho superior: é verdade. Um dia você pode dobrar conversões, e no dia seguinte diminuir em 80%.

Nem todas as visitas são oportunidades de conversão: as landing pages devem ter taxas de conversão mais altas. No entanto, alguém que esteja verificando o status de um pedido não precisa necessariamente converter. Portanto, lembre-se da página que você está visualizando antes de assumir que o CRO precisa ser melhorado.

Um conteúdo envolvente pode reduzir a conversão também: você pode ter adicionado um novo conteúdo, que é sempre um bônus. No entanto, suas conversões agora diminuíram.

A diminuição é porque mais pessoas estão visitando para ler o conteúdo, mas não necessariamente comprando no mesmo dia.

A queda nas conversões não significa que elas não voltarão. Em vez disso, você precisa garantir que seu conteúdo as faça voltar e então elas acabam comprando.

Então, o que é CRO?

Agora é a hora de aproveitar o conhecimento que você acabou de aprender e implementá-lo.

Dê uma olhada em seus objetivos, defina-os para o seu site e, apenas, o seu site.

Em seguida, comece a implementar seu plano de otimização de conversão (CRO).

Se você quiser aumentar sua lista de e-mail, certifique-se de que o leitor saiba que você quer que eles participem; e, dê-lhes uma boa razão para fazê-lo.

Se você quer que as pessoas comprem, crie um site que torne seus produtos irresistíveis e combine com conteúdo que faz os leitores tremerem de alegria ao clicar no botão “adicionar ao carrinho”.

Enquanto o SEO otimiza o seu site para os motores de busca, o CRO é o que ajuda a transformar esses visitantes em clientes reais.

Então, quando você estiver avaliando seu site e todas os acrônimos, não se esqueça de que o CRO também é vital.

Solicite uma consultoria gratuita de Audio Marketing e descubra como essa metodologia pode ajudar a estratégia digital da sua empresa a engajar mais seus visitantes e gerar mais leads e vendas.

tecnicas-de-growth-hacking

Técnicas de Growth Hacking: os 5 passos de uma estratégia eficaz

Nós já falamos sobre o que é Growth Hacking aqui no blog e hoje vamos falar de técnicas de Growth Hacking eficazes que você pode aplicar no seus processos de negócio.

Está interessado no artigo mas não tem tempo para ler? Aperte o play acima e ouça a versão em áudio!

Não é segredo que os empreendedores de hoje pretendem obter um bom lucro e reinvesti-lo em suas startups para um crescimento de longo prazo.

O que é importante para as iniciativas mais empreendedoras é o crescimento constante e formas engenhosas de adquirir usuários sem “quebrar o banco”.

Ao mesmo tempo, as principais técnicas de Growth Hacking não são reservadas apenas para profissionais. Qualquer pessoa que tenha as habilidades certas, o conjunto de ferramentas e motivação pode aproveitar essas táticas para aumentar o alcance de um produto dentro de um público.

Tudo o que um growth hacker faz é direcionado para um único objetivo: crescimento.

De fato, ele utiliza recursos, ferramentas e técnicas para alcançar o crescimento da base de clientes. Esse especialista deve ser a mistura perfeita de um profissional de marketing com um engenheiro que testa as melhores hipóteses e analisa os resultados correspondentes.

Acima de tudo, qualquer growth hacker quer encontrar estratégias escaláveis ​​para converter mais usuários. Ele deixa todo o resto de lado para se concentrar em penetrar em um novo mercado por meio de inovações de produtos, novos canais de distribuição e recursos baseados em tecnologia.

Leia também: Outras tendências de marketing digital que estão dominando o cenário atual!

Técnicas eficazes de Growth hacking em 5 passos

Não é segredo que as estratégias e técnicas de Growth Hacking existentes são experiências que funcionaram para empresas que as executaram.

Algumas delas são universais, o que significa que podem funcionar para qualquer tipo de negócio e vale a pena repeti-las consistentemente. Já outras, não.

Aqui estão 5 passos que qualquer empresa pode usar para aumentar o alcance de seus produtos e sua base de clientes.

#1: Focar em um problema

Você deve priorizar a solução de um único problema dentre os vários que a empresa enfrenta por vez. Geração de leads baixa? Pouco tráfego? Baixa conversão no meio do funil?

Reúna sua equipe e decida qual problema vocês vão atacar isoladamente. Em algumas situações a resolução de um problema já melhora outro automaticamente e assim você acerta duas vezes com “uma tacada só”!

Ter um foco também é fundamental para a produtividade da equipe. Se todos sabem o objetivo a alcançar, fica mais fácil reunir os melhores profissionais para compor a equipe do projeto e desenvolver as técnicas de Growth Hacking da maneira mais efetiva possível.

#2: Listar hipóteses de soluções

Após focar em um problema, distribua a função de pesquisar algumas hipóteses de soluções para toda a equipe. Em seguida, reúnam as ideias e listem quais serão usadas para realizar  testes.

É importante que haja tempo tanto para um brainstorming individual como para um brainstorming produtivo com todos os membros contribuindo para formar a lista com as melhores oportunidades de crescimento.

#3: Realizar os testes

Chegamos à parte prática das técnicas de Growth Hacking!

Antes do início do teste, organize todo o esquema das etapas e do que se espera como resultado. Isso será importante para a fase seguinte de análise das ações.

Alguns pontos fundamentais que devem ser definidos são:

  • estabelecer as métricas do teste;
  • critério de sucesso do teste;
  • responsável pelo teste;
  • pessoas envolvidas;
  • escolher as ferramentas;
  • definir o fluxo de trabalho;
  • frequência de acompanhamento;
  • anotar aprendizados;
  • levantar idéias de otimizações do teste.

exemplo-setup-teste-growth-hacking

Exemplo de setup de teste

Agora é o momento de aplicar as hipóteses levantadas por um tempo e coletar os dados obtidos como resultado.

#4: Olhar nos dados qual foi a solução mais eficaz 

A técnica de Growth Hacking aplicada realmente resolveu esse problema?

Avalie e veja os prós e contras resultantes da estratégia em questão e se há algo a melhorar.

Na prática, você pode se fazer perguntas como:

  1. Qual solução possui maior ROI de implementação?
  2. Qual solução possui menor complexidade de implementação?
  3. Qual a eficiência/sustentabilidade da solução? Ela tem efeitos no curto, médio e/ou longo prazo?

É importante que exista uma compilação de dados dinâmica que permita uma análise segura para confirmar a eficácia (ou não) daquela ação.

Confirmado o resultado positivo, o teste pode evoluir para uma ação com maior escala e que pode ser aplicada amplamente como solução oficial.

Por isso, é de extrema importância se apoiar nas métricas que realmente fazem sentido para o seu negócio.

#5: Buscar novos problemas e repetir o ciclo

Resolvido o primeiro problema, agora é hora de voltar a etapa #1 e decidir qual o próximo item da lista a resolver.

Esse ciclo é contínuo e mantém sua equipe de marketing focada na expansão constante do seu negócio.

Agora, que tal analisar alguns estudos de caso de técnicas de Growth Hacking? A seguir mostramos alguns exemplos de algumas empresas bem sucedidas.

Growth-Hacking

Exemplos de soluções com técnicas de Growth Hacking


Técnica de Growth Hacking da Uber: “Encorajando o apoio”

Com operações em 35 países e uma avaliação de mais de US$ 30 bilhões, a Uber é um exemplo de aumento gigante e desproporcional de escala.

No início, em 2009, ela era apenas uma empresa local de aluguel de automóveis, com uma plataforma combinando oferta, demanda e administração de pagamentos.

A empresa sabia que estava resolvendo uma série de problemas associados aos serviços de táxi convencionais, mas precisava de tração.

Sua base em São Francisco nos EUA foi a chave. A Uber inicialmente focou na comunidade de tecnologia, organizando eventos e – crucialmente – passeios gratuitos para os participantes.

Aqueles que usaram o serviço disseram a seus amigos sobre a experiência. O resultado foi um crescimento rápido e um modelo que poderia ser implementado em qualquer outro lugar.

Técnica de Growth Hacking da Netflix: “Fale direto com o comprador”

Assim como a Uber, a Netflix – agora gigante do mercado – também impulsionou o crescimento inicial visando uma comunidade de interesse. Em bom marketês, ela focou em um nicho. Como diz o ditado: find a niche and get rich (em tradução livre: encontre um nicho e fique rico).

A empresa começou no negócio de aluguel de DVDs. Para espalhar a notícia, utilizou quadros de avisos online e fóruns na internet, frequentados por ávidos compradores de DVDs.

A estratégia era alcançar os primeiros adeptos com uma mensagem de “lançamento suave” em que a Netflix oferecia títulos que não estavam facilmente disponíveis em outros lugares.

As expectativas ao redor da abordagem não eram altas. Esperavam que ela traria apenas alguns compradores. Para a grande surpresa do time, a Netflix passou a processar 1.000 pedidos por dia dentro de um mês, sem a necessidade de qualquer gasto de marketing convencional.

Técnica de Growth Hacking do Gmail: “Usando a escassez para criar um buzz”

Quando o Google lançou o Gmail em 2004, a empresa não era exatamente a gigantesca agregadora de dados que conhecemos hoje. Na verdade, ninguém poderia dizer com certeza se as ofertas do Google estavam à altura do Hotmail e do Yahoo.

Em meio às dúvidas, o Google transformou inteligentemente um problema em uma jogada de marketing. Com espaço de servidor limitado disponível, o Google transformou a escassez em virtude. Lançado no Dia da Mentira, o acesso ao serviço só podia ser feito através de convite, começando com cerca de 1.000 formadores de opinião que puderam indicar amigos.

Isso criou a impressão de que, ao se inscrever no Gmail, você se tornou parte de um clube exclusivo – algo que despertou interesse e demanda com um sucesso estrondoso.

Técnica de Growth Hacking do Facebook: “Dando força ao Messenger”

O Messenger foi um lançamento importante para o Facebook, permitindo que a empresa criasse um serviço de mensagens autônomo que podia ser usado por terceiros para oferecer uma gama de serviços por meio de chatbots. Em última instância, a ideia da gigante das redes sociais era incorporar o serviço como mais uma opção na rede de publicidade.

Em meio a isso, o Facebook enfrentava um desafio. Há muitas pessoas que já possuem o próprio aplicativo do Facebook em seus smartphones. Em razão disso, elas podiam questionar – por que devo baixar o Messenger se já tenho o app do Facebook?

Para combater essa resistência, o Facebook desligou progressivamente o recurso de mensagens em seu próprio aplicativo e disse aos usuários de dispositivos móveis que deveriam migrar para o Messenger se quisessem continuam usando o chat. O resultado foi uma curva de crescimento absurdamente veloz que sustentou o plano diretor de publicidade do Facebook.

Leia mais: Top 3: técnicas de marketing digital para atrair clientes.

Ideias finais

Growth Hacking tem a ver com o uso dos recursos já à sua disposição e com peneirar ideias para encontrar as soluções inspiradoras que ninguém tentou antes. Afinal, Growth Hacking é uma mentalidade.

A criatividade está no cerne do Growth Hacking, assim como a experimentação rápida para melhorar continuamente o produto.

Uma estratégia de Growth Hacking real não é apenas direcionar a demanda – trata-se de abordar pontos problemáticos e oferecer aos clientes o que eles querem.

Em última análise, as principais técnicas de Growth Hacking não se concentram apenas nas ferramentas, mas sim no produto e nos usuários.

Leia mais hacks com dicas de marketing digital que estão em alta nas empresas do Vale do Silício para se inspirar. Quer ir além? Solicite uma consultoria gratuita de Audio Marketing do Vooozer e descubra como potencializar sua estratégia de Marketing de Conteúdo.